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Para variar um pouco o cotidiano limitante imposto pela pandemia, aproveitei para dar um “banho” de álcool em meu computador. Ele estava precisando disso fazia tempo. Além disso, um dia tranquilo, de muito dormir e pouco agir – penso que, depois de tudo isso passar (se é que um dia vai acabar...), eu serei um dos que terão algumas dificuldades de adaptação para o retorno a uma vida dita “normal”.
 
Pois então, hoje, comemoro minha data: Dia do Profissional de Letras. Não sei quando foi instituída essa comemoração, mas sei que ela é muito propícia, por homenagear um sujeito, na maioria das vezes, mal remunerado e mal “considerado” pela sociedade.
 
Há quase mais ou menos 30 anos, fiz minha opção por ser profissional dessa área, após ter cursado um pouco de Administração e outro pouco de Pedagogia. Lembro que, na época, havia os que tiravam “sarro” de nós, estudantes de Letras, dizendo que estávamos nos formando para fazer “letreiros”. Gente ignóbil!
 
Para fazer o curso, passei por algumas dificuldades, como residir em São Miguel e estudar em Chapecó, mais de 100 quilômetros de distância. Isso ocorreu durante uns bons dois anos – fase final da graduação.
 
Ao optar por Letras, realizava um sonho de criança: adquirir as habilidades para lecionar. Além disso, queria muito aperfeiçoar minha escrita, pois sempre gostei de escrever. Confesso, porém, que não era um estudante “brilhante” – até tirava boas notas, mas minha preocupação era “passar” nas disciplinas, cumprindo os requisitos para formar-me licenciado.
 
Então, hoje, “olhando” para o passado, não me arrependo da escolha que fiz, mais tarde “coroada” pelo Mestrado na mesma área. Sinto-me gratificado e orgulhoso pela minha trajetória profissional até aqui. Se um dia parar (que nunca sabemos quando será), quero recordar com muita saudade dos meus bons tempos de profissional de Letras.
 
Sugestão literária de hoje: “Quincas Borba” (Machado de Assis). A história envolve um professor mineiro de primeiras letras, Rubião, para quem o filósofo Quincas Borba (personagem que já aparecera em Memórias Póstumas de Brás Cubas) deixa todos os seus bens, com a condição de que o herdeiro cuide de seu cachorro, também chamado Quincas Borba.
 
Boa noite a todos!
 
Dia sem sobressaltos, absolutamente normal, com preparação de atividades para meus alunos “maiores” (toda terça são os menores e, no dia seguinte, os do Ensino Médio). Fora isso, café na padaria e “pulo” rápido ao banco, para conferir a conta.
Hoje, fiquei “matutando” sobre o tema “liberdade”. Nos tempos críticos em que vivemos, parece que essa palavra adquiriu novos tons, visto que não temos nossa liberdade totalmente restringida, porém somos proibidos de fazer aglomerações, nos tocar e perambular por aí sem uma boa máscara no rosto.
 
Mas o que significa, efetivamente, a tal liberdade? Somos livres até que ponto? Sempre me considerei uma pessoa livre, vacinada e cônscia de seus direitos e deveres. Aliás, no campo dos relacionamentos, nunca me senti “preso” a alguém – todos os relacionamentos que tive foram de absoluta liberdade de escolha. Mesmo que, “vira e mexe”, minha mãe quer que eu namore moça “x” ou “y”. Claro, ela só quer o meu bem!
 
Assim, vejo que, acima do direito de “ir e vir”, a liberdade, além de englobar muitas acepções, é algo muito particular de cada um. Há quem seja livre sendo solteiro, mas há casados que também experimentam esse sentimento. Existem, ainda, pessoas que se sentem “presas” a sua carreira profissional, enquanto outras experimentam a mais pura liberdade ao atuarem profissionalmente.
 
Digo e repito: a liberdade é algo muito pessoal. Então, algumas pessoas só se consideram livres, por exemplo, praticando esportes radicais, dos quais mantenho minha distância de segurança. Voar, para os pássaros; mergulhar, para os peixes; saltar de paraquedas, para os loucos... O importante é que cada um sinta-se bem e feliz atuando de acordo com seus princípios libertários, nunca esquecendo a famosa orientação: “o meu direito termina onde começa o do outro”.
 
A sugestão literária de hoje é para “A cabana” (William P. Young). A história é, em meu ponto de vista, muito cruel: durante uma viagem de fim de semana, a filha mais nova de Mack Phillips é raptada, e evidências de que ela foi brutalmente assassinada são encontradas numa cabana abandonada. Após alguns anos, ele recebe um bilhete, aparentemente escrito por Deus, convidando-o a voltar àquela cabana. Mack vai ao local numa tarde de inverno e encontra algo que muda seu destino para sempre.
 
Boa noite a todos!
 
Depois de muito tempo (acredito que vários meses), consegui saborear uma comida que gosto por demais: a famosa sopa de agnoline. Em relação a ela, sou um tanto quanto exigente, pois só aprecio a preparada com carne de gado. Assim, sorvi duas generosas cumbucas na padaria do meu amigo Geder. Não sei vocês, mas eu sou um tanto “chato” com a alimentação, muito fruto de meu sempre sensível estômago.
 
Pretendo, agora, tratar um pouco da relação humano x animal, mas sob um ângulo diferente. Não quero abordar o simples relacionamento que o homem tem com os animais domésticos, por exemplo. Minha intenção é ir adiante e falar, principalmente, do nosso comportamento diferenciado em relação aos bens naturais.
 
Em meu emprego anterior de professor universitário, costumava analisar com meus alunos iniciantes um texto que considero espetacular: “Carta do cacique Seathl a Franklin Pierce”, escrita em 1855.
 
A carta, como o próprio título traz, foi escrita por um chefe índio pele-vermelha ao presidente dos Estados Unidos na época. Em pouco mais de duas páginas, o indígena faz um comparativo interessante de como tratamos a natureza em contraponto a como os animais a tratam.
 
Depois de uma rica argumentação, o chefe traça um panorama sombrio para o “nosso” futuro: “O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua poluindo a tua própria cama, e hás de morrer uma noite, sufocado nos teus próprios dejetos! Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos silvestres, quando as matas misteriosas federem à gente, e quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam – onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora.
 
Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça, o fim da vida e o começo da luta para sobreviver.” Alguma correlação com o momento pandêmico que vivemos???
 
Somos, enfim, a raça que mais polui a água, mais desmata as florestas, mais destrói os bens naturais... Enquanto os animais, de um modo geral, servem-se da natureza para sobreviver, nós a exploramos em nome do chamado “progresso” ou das “necessidades vitais”. Então, resta apelar aos conscientes para que façam sua parte em preservar o que ainda é possível. O futuro, afinal, tanto para o bem quanto para o mal, está unicamente em nossas mãos e ações!
 
Boa noite a todos!
 
Por recomendação médica, hoje tive consulta com uma nutricionista. Papo agradável, até que saiu o resultado de minha avalição nutricional: minha idade corporal é de 67 anos! Isso mesmo, 67 anos! Como anteriormente conversamos sobre isso, eu e meu amigo Elton, já ultrapassei dois anos de meu tempo de vida (segundo ele, nossa geração não dura além dos 65...). Decepção, de um lado, e força de vontade, de outro, para “voltar” à idade cronológica que efetivamente tenho.
 
Como já falei em outros momentos, identifico-me deveras com a profissão de professor. É, além de meu “ganha-pão”, meu “sacerdócio”; sim, pois considero o professor como um sujeito que fez votos de ensinar até morrer – exagerando um pouco... Mas muitos de vocês não devem saber que tenho uma segunda profissão, à qual também sou muito dedicado. Vamos à história dela!
 
Em 2015, como já devo ter contado anteriormente, minha vida sofreu uma grande “guinada”, com a separação do casamento. A partir daí, voltei a morar em meu apartamento em Xanxerê. E, logo, tratei de fazer campanha para ser síndico.
 
Na primeira eleição, em 2016, fui eleito por aclamação – não havia ninguém disposto a assumir, na época, o cargo. Assim, procurei fazer um bom trabalho, cuidando das necessidades de manutenção de nosso condomínio – Edifício de France (em homenagem à Copa do Mundo de 1998, disputada na França). Depois, em 2018, fui reeleito, havendo, agora, outra candidata ao cargo. Fato cômico: venci por incríveis dois votos a um, dado a pequena quantidade de presentes na assembleia de eleição.
 
Digo que gosto muito da função: tanto que, neste ano, concorrerei a uma nova reeleição. A atividade é exercida em parceria com uma imobiliária. Assim, basicamente, verifico as manutenções a serem feitas e comunico à imobiliária, que providencia os reparos, com os devidos profissionais.
 
Sugestão literária do dia: “No bunker de Hitler” (Joachim Fest). Nunca a queda de um império custou tantas vidas humanas e destruiu tantas regiões quanto o fim do Terceiro Reich alemão. A recusa de Adolf Hitler em se render fez com que os meses finais do regime nazista fossem acompanhados de uma destruição de proporções inigualáveis. O livro – que inspirou o filme “A queda!”, indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro de 2005 – é um retrato arrebatador dessa derrocada.
 
Boa noite a todos!
 
Hoje, comemoramos data “natalícia”: 60 dias de confinamento em casa. Nesse período (lembro que o Diário foi iniciado no quinto dia da resolução governamental), são 56 textos no total, escritos diariamente, sem falhar um dia. Excluindo a época da Dissertação do Mestrado, nunca havia escrito tanto em tão pouco tempo. Assim, escrevo o Diário de hoje com muita alegria e sentimento de dever cumprido.
 
Bom, ainda hoje, após o almoço (em um restaurante quase vazio, sinal dos novos tempos), fui ao mercado. Lá, poucas pessoas (ainda bem!) fazendo suas compras. Ambiente bem diferente de dias passados, quando relatei o “sufoco” de ir ao mesmo mercado.
 
Vocês já pensaram como está a “cabeça” dos empresários, de um modo geral, com a pandemia? Pois bem, eu conversei rapidamente com o dono do restaurante, que me contou a dificuldade, com a redução drástica de público. Segundo ele, o estabelecimento está com apenas 50% dos clientes. Como ele é religioso, fez uma rápida “pregação” do que a Bíblia fala sobre estes tempos difíceis. Assenti e segui meu caminho.
 
Se, por um lado, nós, cidadãos só de CPF, estamos quase “loucos” com medidas “simples” de usar máscaras, lavar as mãos constantemente (sempre fui muito higiênico, mas não me lembro de nunca ter esterilizado as mãos tanto em tão pouco tempo), evitar aglomerações e manter o isolamento social (talvez o tópico mais triste e difícil de todos), por outro, os cidadãos de CNPJ (empresários) estão também “alucinados” pela queda geral da procura de seus bens e serviços.
 
Como já falei em outra oportunidade, sou um otimista misturado com um pessimista. Assim, fazendo uma análise meio “catastrófica” do momento, acho que, antes de outubro, não teremos mudanças no cenário. Conversando também com um enfermeiro, o mesmo me explicou a inutilidade de usar luvas no momento – ainda bem, pois seria a próxima medida governamental, penso...
 
Uma boa sugestão literária para “comemorar” os 60 dias (que não venham mais 60 assim!): “Vestido de noiva” (Nélson Rodrigues). Na obra, Alaíde, moça rica da sociedade carioca, é atropelada numa das noites do Rio. Jornalistas correm para se informar e publicar em seus jornais o fato, enquanto médicos correm para salvar o corpo inerte da mulher, jogada numa mesa de operação, entre a vida e a morte.
 
Boa noite a todos!
 
Manhã “enforcada”, como de costume, mas, à tarde, dediquei seu início para “reassistir” a um bom filme: “Janela indiscreta” (1954). Clássico cult mundial, considerado um dos melhores filmes de todos os tempos, essa película, maravilhosamente dirigida pelo mestre Alfred Hitchcock, tem uma história relativamente simples: fotógrafo de revista sofre acidente, quebra perna e fica isolado em seu apartamento. A partir daí, bisbilhota (por isso do “indiscreta” no título) a vida dos vizinhos, ficando dia e noite à janela. Logo, descobre um crime cometido por um dos vizinhos e, junto com a namorada, passa a investigá-lo.
 
Com isso, resolvi tratar hoje das “janelas indiscretas” de nossas vidas. Quantas vezes não fomos tentados a bisbilhotar a vida dos outros (não necessariamente só vizinhos) por fatal curiosidade?
 
A princípio, o vasculhar a vida alheia não parece constituir um crime maior. Porém, a partir do momento em que isso é feito para transformar-se em fofoca, vira crime, sim, e dos mais terríveis que existem.
 
Minhas janelas dão para a rua e, daí, para um terreno baldio. Assim, não consigo saber da vida de ninguém. Mas, confesso, sou curioso por esquadrinhar a vida das pessoas via redes sociais. Acho uma curiosidade natural, talvez inspirada pelo meu signo ou pela natureza própria de meu espírito. Minha intenção, porém, nunca foi prejudicar alguém por ter informações “privilegiadas” sobre aquela pessoa.
 
Essa “investigação” da vida alheia, por exemplo, permite que eu saiba de gostos e preferências pessoais, o que, muitas vezes, possibilita na sequência um bom bate-papo ou uma reafirmação da amizade.
 
Recentemente, fingi (com seriedade), em um dos grupos que faço parte no Whats, estar muito chateado por terem esquecido o meu aniversário. Ora, bolas, aniversário é muito importante para o sujeito! E ninguém lembrou... Pois bem, da grande quantidade de participantes do grupo, poucos tiveram a humildade de pedir desculpas. E, diferente do que eu pensava, minha data natalícia não era de domínio público. Passou tudo, e “bola pra frente”!
 
Pessoal, um pedido especial para meu “ego”: ao lerem o Diário, não se esqueçam de curtir! A curtida é o incentivo para que eu continue a escrever e procure, na medida do possível, melhorar a cada dia. Grato!
 
Boa noite a todos!
Hoje, precisei ir a um centro automotivo, para balanceamento, geometria e rodízio dos pneus do carro. Serviço pronto, dirigi-me ao auto, para ir embora, e qual não foi minha surpresa? Havia, no painel, um chocolate, acompanhado de um cartão, agradecendo a mim por ter confiado na empresa para realizar o serviço. A partir desse pequeno e praticamente insignificante gesto, surgiu o tema que vou abordar hoje.
 
Pois bem, classifico o fato acima como uma “pequena gentileza”. Mas o que é isso? Vou começar explicando o que considero demonstrações de educação, como dizer “bom dia”, “obrigado” e “por favor” – isso não são pequenas gentilezas.
 
As pequenas gentilezas estão numa categoria superior, pois transcendem o fato de sermos bem-educados ou não. Assim, por exemplo, estão em algo custar 5,75 reais, e o sujeito vendedor fazer por 5,00 – aí está a prova de uma pequena gentileza.
 
Então, o gesto do centro automotivo também se enquadra nessa categoria. Vejam bem: não estou dizendo que o vendedor ou prestador do serviço deve sempre arcar com o “prejuízo”, mas sim que não custa muito ele fazer um agrado para o comprador. Nessas situações, por menor que tenha sido o desconto que ganhei, costumo voltar ao local para consumir lá novamente.
Também ocorre o contrário. Tem um outro local, do qual sou freguês por necessidade, que o sujeito “gosta” de arredondar para “cima”. Ou seja, os 5,75 viram 6,00. Está errado? Não totalmente, mas o que custaria ele fazer uma pequena gentileza?
 
Nós, professores, continuamente estamos praticando essas pequenas gentilezas com nossos alunos. Costumeiramente, arredondo as notas para cima, tentando reconhecer o esforço do aluno em fazer determinada atividade ou trabalho. Não me lembro de, em minha extensa carreira profissional, ter feito arredondamentos para “menos”. Então, comecemos a praticar mais as pequenas gentilezas. Para quem faz, representa pouco, mas para quem recebe, significa muito. Tenham certeza disso.
 
Minha sugestão literária de hoje é “O moleque Ricardo” (José Linz do Rego). Da corrente regionalista, a obra, publicada em 1935, é o primeiro romance em terceira pessoa do autor. Assim, o livro narra a história de um jovem negro que, ao fugir de trem do engenho, encontra na cidade uma nova realidade.
 
Boa noite a todos!
 
Os dias começam, aos poucos, a ficarem mais frios. Dizem alguns especialistas (em saúde, não em frio) que o ambiente se torna propício para o alastramento do Coronavírus. Preocupação começa a crescer; já não bastam os quase 60 dias parados, afastado das atividades escolares, parece que novas “dores de cabeça” vão surgir...
 
Há mais de 30 anos, aconteceu um fato inusitado e muito divertido, envolvendo eu e minha irmã, que vou hoje contar.
 
Recém-separada, acho que ela teve direito, no processo, a um combalido Fiat 147, movido a álcool. Quem conhece esse carro, sabe bem do que estou falando... Pois bem, devia fazer uns dois quilômetros por litro, se muito.
 
Como ela não soubesse dirigir, fui seu professor por algum tempo. Além disso, eu usava o carro para trabalhar, não raras as vezes ficando na estrada por falta de combustível ou problema mecânico. Um carro dos “diabos”!
 
Um belo dia, sábado à tarde, estávamos passeando pela cidade, eu ao volante. De repente, passou por nós, em alta velocidade, um carro de polícia, sirenes ligadas. Sugeri a ela: “vamos segui-lo?”. Ao que ela assentiu. Pior roubada, como logo veríamos...
 
Poucas quadras à frente, havia uma blitz. E, em consequência, fomos parados. Não lembro direito o que aconteceu, mas acho que foi por falta de documentos, apreenderam o carro. Pra piorar, o policial (não lembro sua patente, mas era um “chefe”) ainda gracejou de mim e da situação: “até tu, Folha do Oeste?”, fazendo referência ao jornal em que eu trabalhava na época.
Pior vergonha, pois na hora o carro resolveu não funcionar mais e, assim, foi rebocado por guincho até o quartel! Segunda seguinte, fui até lá, pra pagar multa, despesas e conseguir a liberação do “bendito”. Acho que, um tempo depois, minha mana acabou se livrando dele, graças ao bom Deus!
 
Hoje, a sugestão literária vai para “Triste fim de Policarpo Quaresma” (Lima Barreto). Nessa obra, o autor narra a trajetória de Policarpo Quaresma, um patriota ímpar, que causa estranheza nas pessoas pelos seus ideais e coragem. A história, que é dividida em três partes, se passa durante os primeiros anos da República, durante o governo de Floriano Peixoto (1891-1894).
 
Boa noite a todos!
 
Choveu o dia inteiro, o que é extremamente bom para “recuperar as águas dos rios”, como dizem os antigos. Particularmente, depois que passei a fase de criança, nunca fui muito favorável à chuva – sinto que ela me causa um certo mal-estar, sem explicação. Mas hoje, adulto bem resolvido, vejo que, sem ela, passamos dificuldades muito grandes. Afinal, parece que a água nos proporciona tudo, além de, como ensinam os biólogos, termos nosso corpo constituído 70% por esse precioso líquido.
 
Ontem, cometi um pequeno deslize, que hoje corrijo. Quis tratar do tema “crianças fora das ruas” e acabei esquecendo de uma data importantíssima, que homenageia um profissional extremamente importante nestes tempos pandêmicos: o enfermeiro (nunca fui sexista; então, é claro, estão incluídos aí os dois sexos).
 
Já precisei, muitas vezes, do cuidado desses profissionais ao longo de minha, até agora, curta passagem por este plano. Na grande maioria das vezes, fui muito bem tratado, com o devido respeito e cuidado. Aliás, pouquíssimas vezes precisaria (porque isso não o fiz) reclamar do atendimento deles. Lembro-me do importante trabalho do enfermeiro nas duas únicas cirurgias que me fizeram na vida (desvio de septo – ainda adolescente – e hérnia inguinal – faz uns 11 anos) e nos inúmeros atendimentos por conta da dor (uma por dor abdominal, algumas sangrias e talvez dezenas pela “maldita” enxaqueca).
 
Ao lado dos médicos, vejo os enfermeiros como combatentes das “linhas de frente” nas guerras contra as doenças. São eles que, geralmente, antecipam e finalizam alguns procedimentos médicos. Então, não há como negar sua importância. Demos um “salve” a essa importante categoria e coloquemo-nos ao seu lado quando reivindicam melhorias para seu trabalho, o que redunda em benefícios para nós mesmos.
 
Sugestão literária do dia: “Riacho Doce” (José Linz do Rego). Riacho Doce, uma pacata vila de pescadores em Maceió, é o cenário de mistérios, traições e de uma paixão sem limites. A bela Edna chega à pequena cidade com o marido Carlos. Lá, encanta-se com a beleza do lugar e com o pescador Nô – os dois vivem um romance proibido, despertando o ódio da influente Aninha, avó de Nô, uma mulher que usa misteriosos poderes para dominar seu neto.
 
Boa noite a todos!
 
Chuvinha boa e necessária dominou a paisagem da cidade no dia de hoje. A estiagem já estava preocupando, e a chuva foi mais que bem-vinda. Inclusive, tornou o dia mais leve. Como de costume às terças-feiras, preparei as atividades on-line para meus “pequenos”; amanhã, prepararei para os “maiores”. A vida segue.
 
Por falar em pequenos e grandes, as crianças, junto com os nossos “velhinhos”, literalmente “sumiram” da face da terra! Por conta da determinação governamental, não se vê mais crianças nas ruas. Bom ou ruim?
 
Penso que, no lado bom, estão protegidas em suas casas, longes do vírus mortal. Mas será que estarão realmente fazendo coisas úteis, interessantes? E aí penso no lado ruim, de estarem “grudadas” no celular ou no computador – no meu tempo, prejudicial era quando a criança ficava muito tempo em frente à TV; hoje, há distrações bem mais “poderosas”, como os ditos “games”. Aliás, desculpem-me, mas não acredito em nenhum jogo de computador que promova o bem-estar.
 
E a falta de crianças nas ruas parece que deixa nosso ambiente mais triste. Aqui próximo de casa, geralmente via poucas. Ocasionalmente, uma que outra passava em sua bicicleta ou skate. Será que, um dia, elas poderão voltar seguras às ruas? E quanto tempo isso vai demorar? Ninguém tem essa resposta, infelizmente...
 
Na verdade, o atual cenário, que “prega” o uso constante de máscaras, o distanciamento social, não se aglomerar (quantas pessoas mesmo que constituiu uma aglomeração???) e utilizar álcool em gel de minutos em minutos, me lembra muito o mote do livro “1984” (George Orwell).
 
Já falei do livro em um dos Diários passados, mas, recordando, a obra trata do totalitarismo e suas consequências nefastas na vida das pessoas. Pois bem, há prefeituras da região divulgando vídeos que se alguém não cumprir as determinações governamentais sofrerá as devidas sanções policiais. No livro, o simples ato de um sujeito ler um livro era considerado crime pelo Estado, sendo ele ferozmente atacado pela polícia... Será que chegaremos a esse ponto? Tenho muito medo disso...
 
Por enquanto, prossigamos nossa jornada com a confiança, inabalável (se é possível dizer assim), de que dias melhores, e sem vírus mortal, virão. Mesmo que estejamos muito cansados com toda essa “confusão” provocada pelo Corona.
 
Boa noite a todos!
 

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