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Sábado de Sol... Já dizia a música dos saudosos “Mamonas assassinas”, grupo musical dos anos 1990. Escutava eles e gostava da irreverência do grupo, tragicamente morto em um acidente aéreo. Naquela época, eu fazia minha Especialização em Jornalismo; inclusive, no dia fatídico da morte deles, estávamos em aula com um professor de São Paulo.
 
Bom, começou mais um Inverno. E o Diário de hoje é dedicado a essa estação, por sugestão de minha amiga Iria, a quem solicitei me indicar um tema para tratar. Grato, Iria!
Considero, há muito tempo (diga-se de passagem), o Inverno um “mal necessário”... Quem pode gostar do frio, da chuva, das garoas misturadas com tempo ruim? Poucas pessoas, muito poucas.
 
Acho que, devido à idade, passei a preferir as estações mais amenas, como Primavera e Outono. As extremas – Verão e Inverno – me incomodam por suas características particulares.
 
Porém, todos sabemos da importância de todas as estações para o equilíbrio do planeta. Caso tivéssemos só uma ou duas, provavelmente nosso clima seria um “caos”. Então, sou obrigado a concordar com a existência dessa estação fria...
 
Além disso, dizem que o Inverno tem um “charme especial”, manifestado nas roupas e nas comidas. Bom, aí, concordo apenas com as bebidas quentes, como o especial café e um ocasional quentão, próprio das festas juninas, agora proibitivas por conta da pandemia.
 
No final das contas, precisamos concordar que cada estação tem sua importância, e cada ser vivo tem preferência por uma. Assim, saibamos usufruir bem do Inverno, vivenciando-o da melhor forma possível, até porque, depois dele, teremos a primavera, estação renovadora de nossa natureza.
 
Hoje, sugiro, “literariamente”, “O conde de Monte Cristo” (Alexandre Dumas). Na história, Mondego não consegue mais suportar a inveja que possui de Dantes, por este possuir uma belíssima mulher. Influente, acaba fazendo com que Dantes, um homem pobre, seja acusado de traição e assassinato, indo parar em uma prisão isolada do mundo. Dantes, ao longo dos anos, vai perdendo a fé em Deus. Ele, então, escapa da prisão, cheio de ódio e sedento por vingança.
 
Boa noite a todos!
 
Finalizo o dia muito desanimado, por um lado, e muito contente, por outro. Assim, neste parágrafo, esclareço o motivo do desânimo e, no outro, relato o contentamento. Tenho umas parcas economias no banco, que já rendiam uma “mixaria” antes; ontem, o dito Banco Central resolveu baixar a Selic, e, com isso, meu rendimento foi praticamente “pulverizado”... Por que os “grandes” só pensam em “ralar” com os pequenos investidores??? Já faz algum tempo que ninguém está “nem aí” para nós, que acumulamos rendimentos ínfimos nas aplicações. Por sua vez, as instituições financeiras utilizam nosso dinheiro e, com ele, ganham fortunas...
 
Já o contentamento começou no início da semana, quando a NDTV Record fez uma reportagem comigo tendo como assunto o Diário. Hoje, a matéria foi veiculada no Balanço Geral Oeste, da emissora de Chapecó. Modéstia à parte, ficou muito boa e, por isso, agradeço à jornalista Fabiana Nascimento e à produtora Maria Joana!
 
Hoje, quero tratar da amizade sincera, fiel e descompromissada. Sim, pois a verdadeira amizade é assim: nada pede em troca e nos proporciona a alegria de (con)viver com ela. E o ser humano, em essência, precisa viver em comunidade.
 
Revelo que nunca fui muito propenso a muitos amigos. Inclusive, quando criança, caso fosse consultado por um psicólogo na época, teria grandes chances de ser diagnosticado como autista, por preferir brincar, na maioria das vezes, sozinho. Porém, desenvolvi algumas amizades muito legais, que guardo até hoje – não pretendo nominar amigos aqui, para não esquecer ninguém, e considerando que também nenhum pode ser mais importante do que o outro.
 
Já na juventude, fiz a maioria das amizades duradouras. Muitos de meus amigos de hoje são daquela época. Tempo bom do futebol, bailes e churrascos (regados a muita cerveja).
E na minha idade adulta, que poderia ser a mais propícia para desenvolver novas amizades, fiz poucas novas. Sei que meu perfil sério dificulta às vezes a aproximação das pessoas, mas bem que eu poderia me esforçar um pouco mais para conquistar novos amigos.
 
O certo é que precisamos fortificar a amizade constantemente. Não só porque isso atrairá pessoas para perto de nós, mas, principalmente, para tornarmos o nosso mundo (e a existência nele) melhor.
 
Boa noite a todos!
 
As horas passaram muito tranquilas hoje. Diferente de ontem, pois, como contei no Diário, foram de muitas atividades. Então, a quinta foi mais calma, em que só fiz o que é usual do dia, sem compromissos mais sérios. Ah, mas estou um pouco decepcionado com meus leitores: ontem, diminuiu consideravelmente as curtidas no Diário... O que estará acontecendo?
 
Gostam de caminhar? Antes de meu problema no quadril, eu era fã, e muito, de correr. Caminhar, para mim, sempre foi mais uma consequência de ser bípede. Na verdade, nem gosto, nem desgosto dessa atividade rotineira.
 
Mas, quando era jovem, resolvi encarar um bom desafio: caminhar mais de 120 quilômetros, distância entre Chapecó (onde morava na época) e São Miguel do Oeste. Não lembro direito por que realizar tal façanha, mas, com certeza, nada tinha a ver com pagamento de promessa.
 
Assim, numa bela manhã ensolarada de julho, saí de Chapecó, calçando um tênis, bermuda e camiseta, e uma mochila às costas (com uma garrafinha de água nela para hidratação). Pretendia, num prazo de dois dias, no máximo, chegar ao destino, caso tudo corresse bem.
 
Durante o percurso, admirava a paisagem, que é bem diferente de quando você faz o percurso com um veículo automotor. Ia pensando na vida e nos seus desafios. Quem passava por mim de carro provavelmente achava que eu era um louco qualquer.
 
Tudo ia bem até eu chegar em Nova Erechim, 44 quilômetros e nove horas depois de iniciada a aventura. Naquele município, a canseira e os pés despreparados (surgiram bolhas neles) pediram trégua. Resultado: suspendi a aventura, hospedei-me num hotel e, no dia seguinte, peguei um ônibus para completar o trajeto.
 
Daquela aventura, trago boas recordações até hoje. Agora, não teria mais coragem nem disposição para tal feito, mesmo porque a resistência não é mais a mesma. Pretendo sim, tão logo a pandemia passe, fazer uma incursão semelhante ao Santuário de Aparecida. Alguém se habilita a me acompanhar?
 
Nova sugestão literária: “Fogo morto” (José Lins do Rego). Como um documento sociológico, a obra retrata o Nordeste e a oligarquia composta pelos senhores de engenho, ameaçada com a chegada do capital proveniente da industrialização.
 
Boa noite a todos!
 
Falar em um dia “puxado” e cansativo parece clichê. Mas, hoje, foi bem assim. Cedo de manhã, aulas on-line para os alunos; já à tarde, planejamento de atividades para duas turmas, atualização dos registros estudantis, renovação do seguro do carro e, para completar a “cereja do bolo”, entrevista para uma emissora de TV (adivinhem o assunto!) – sobre isso, conto mais no dia em que a reportagem for veiculada.
 
Há um assunto extremamente “batido” e debatido em nossa sociedade. Apesar disso, ele é sempre atual e precisamos continuamente tratar dele. Falo das drogas e seus efeitos perniciosos na vida das pessoas.
 
Pois bem, ontem, ao findar o dia, assisti ao excelente “Réquiem para um sonho”, filme “cult” lá dos anos 2000. A história envolve quatro personagens: uma senhora obesa idosa, seu filho, a namorada dele e o amigo negro.
 
Não se preocupem, não vou contar todo o filme. Chama a atenção, porém, os rumos que eles tomam, que são bastante previsíveis em função do vício que cada um tem em drogas. A senhora, por exemplo, quer participar de um programa de TV e, para isso, precisa emagrecer – resultado: recorre a drogas “lícitas”. O filho e o amigo são viciados querendo ser traficantes – consequência: um perde um braço (pelas constantes picadas) e o outro acaba preso. Por fim, a namorada se prostitui, em função de precisar de dinheiro para sustentar o vício...
 
Esses destinos podem ocorrer com qualquer usuário de drogas. Talvez o que o filme quer bem alertar é que se você experimentar, a possibilidade de se viciar (e entrar num ciclo sem volta) é muito grande.
 
Em minha vida, graças ao aconselhamento dos pais e minha consciência própria, nunca tive vontade de experimentar drogas. Na minha juventude, o mais legal era namorar, jogar futebol, ir ao cinema e beber uma boa cervejinha. Hoje, os valores são outros e, em virtude disso, precisamos exercer uma vigilância mais acirrada sobre os jovens, principal público-alvo das drogas.
 
Além disso, reforço a preocupação com todos – crianças, jovens, adultos e idosos –, para ficarem longe dos vícios. Vejo que, nos últimos tempos, a sociedade brasileira tem preocupações que parecem maiores (como a crise sanitária em que vivemos), mas o assunto drogas precisa ser constantemente renovado. E aí entra a função das mídias, como propagadores de alertas antes que o mal já esteja feito...
 
Boa noite a todos!
 
Dia excelente o de hoje, pelo menos em termos climáticos: quente, mas não aquela “quentura” do verão, e sim um “meio-termo” proporcionado pelo Outono. Queria eu que os demais dias fossem assim. Recordo, então, que sou avesso à chuva e “congêneres” – frio, neblina, garoa...
 
Completamos 90 dias de “confinamento” e 86 edições ininterruptas do Diário. Pensava eu que, com nove ou dez dias, ele morreria “na casca”, porém, suplantando todas as minhas expectativas, continua “firme e forte” (até quando, não sei...).
 
Para “comemorar” a data, pensei em escrever sobre a “arte de escrever”. Sim, pois a escrita, bem ou mal feita, não deixa de ser uma arte – para alguns, prazerosa; para outros, dificultosa. Pois bem, pelo “bem ou pelo mal”, nossa característica humana praticamente nos obriga à comunicação, alguns com o dom da oratória, outros com a colocação “mais ou menos” precisa de palavras num papel.
 
O que me levou a tratar disso foi ter lido hoje uma breve entrevista do mestre Luis Fernando Verissimo – em minha modesta opinião, o maior escritor vivo da Língua Portuguesa. Em uma de suas respostas, ele afirmou, mui sabiamente: “A primeira obrigação do cronista é proporcionar uma leitura agradável ao leitor. A segunda [...] é agradar a si mesmo, e a terceira é ser fiel às suas convicções”.
 
Permitam-me discordar um pouco dele: escrevo, primeiro, para me agradar; depois, preocupo-me com a fidelidade de minhas convicções; por fim, desejo proporcionar uma leitura agradável. Um pouco de egoísmo nisso? Pode ser, mas, diferente dele (na altura de seus bem vividos 83 anos), meus textos só “vertem” por eu querer satisfazer, inicialmente, meu “ego letrado”...
 
Quem me dera, porém, ter 10% da verve criativa do fenomenal Verissimo – trilharia, então, outros “mares” que me possibilitassem um rendimento financeiro melhor e uma vida mais satisfatória. Para encerrar, que, logo mais, outras incumbências escolares me esperam, sugiro a leitura dos livros do Luis, todos fantasticamente escritos.
 
Noventa dias pedem uma boa sugestão literária: “Os cem melhores contos brasileiros do século” (Ítalo Moriconi). Nesta antologia, são apresentados os cem melhores textos do gênero produzidos no Brasil ao longo do século 20. Tive a oportunidade de ler no período em que fazia minha dissertação.
 
Boa noite a todos!
 
Por ser segunda-feira, pensa-se que será um dia produtivo. Ledo engano! Hoje, foram horas que pareciam um “latifúndio improdutivo” – sem progresso nenhum, só a preguiça reinante.
 
Assim, durante o dia, houve muito tempo para pensar. Entre os diversos assuntos que passaram por minha modesta cabeça, esteve o bom humor. E o que caracteriza o bom humor? Basicamente, significa boa disposição, sendo sinônimo de alegria, felicidade, contentamento, júbilo, entre outras acepções.
 
Eu, definitivamente, bem diferente de muitas pessoas que conheço, não sou caracterizado pelo bom humor; ao contrário, diria que o mau humor, de uma maneira geral, guia minha existência. O porquê disso? Acho uma explicação “científica” na origem de meu nome, pois Ulisses significa “o irascível” – portanto, alguém que se irrita com facilidade ou que frequentemente demonstra raiva; ainda, quem tem gênio exaltado, aquele que é dado a encolerizar-se com facilidade.
 
Não me considero, porém, um sujeito mal-humorado. Diria, antes, que não faço “muito esforço” para ser o contrário. Devido a isso, acredito que, muitas vezes em minha vida, fui mal interpretado, como se fosse um sujeito sempre de “mal com a vida” ou sem vontade de ser simpático, mas a culpa, como explico acima, está na essência de meu nome...
 
A muitas profissões é exigido o bom humor (ainda bem que na minha não!), como os vendedores, que, se não forem simpáticos, bem-humorados, poderão perder negócios.
 
Admiro as pessoas de bom humor, que estão sempre “de bem com a vida”. São pessoas aparentemente mais “leves”, desprovidas de uma carga negativa que possa lhes atrapalhar a vida.
 
Filósofos e outros profissionais inclusive defendem que o bom humor, mesmo ausente na pessoa, pode ser “exercitado”. Sim, desde que a pessoa esteja propensa a isso... Mas e se não estiver? Difícil, aí. Porém, concordo que, nos “tempos ásperos” em que vivemos, o bom humor faz a diferença e torna a vida menos complicada. Então, proponho-me a “tentar” exercitar o bom humor em nome de um mundo mais agradável, para todos nós. E você, considera-se bem-humorado ou mal-humorado?
 
Boa noite a todos!
 
Domingo, pude degustar um bom churrasco, mas não preparado por mim, e sim encomendado de um mercadinho da vizinhança. O friozinho do dia, da mesma forma que ontem, pedia um retiro espontâneo para o calor do lar. Amanhã, nova jornada possibilitará, provavelmente, novos desafios.
 
Hoje, relembrei de outra fase boa vinculada à juventude. Lá pelos idos da década de 90, havia um bar vizinho à casa da mãe. Esse estabelecimento (não recordo o nome) vendia, na época, a cerveja Kaiser.
 
Não lembro o porquê, mas o seu dono (Pedrinho) resolveu patrocinar umas camisetas de futebol para a gurizada. Com isso, surgiu o “time da Kaiser”, como nos autodenominamos.
Assim, praticamente todos os domingos, logo cedo pela manhã, reuníamo-nos em frente ao bar. Depois, na carroceria de um caminhão (naquela época podia transitar assim), dirigíamo-nos para uma comunidade do interior, a fim de disputar uma partida de futebol de campo.
 
Com o time, disputamos muitas partidas e conhecemos muitas comunidades do interior. Com frequência, havia alterações na escalação, pela falta de um atleta ou outro. Eu praticamente participei de todas as partidas, pois, além de apreciar a viagem, gostava muito de jogar futebol (atuei em diferentes posições, menos goleiro) e já esperava pelo suculento churrasco, tradição nas comunidades do interior.
 
Ora perdíamos, ora ganhávamos, mas uma coisa era certa: nunca brigávamos e sempre fazíamos novas amizades, pela tradicional boa recepção dos moradores de cada localidade.
Hoje, a lembrança foi rememorada pelo amigo Vilmar, que, junto com o Elton e o Adriano (seus irmãos), também participaram de muitos jogos daquela época saudosa e que, infelizmente, não volta mais...
 
Vamos ler mais um pouco? Hoje, a sugestão literária é “Misery: louca obsessão” (Stephen King). Na história, Paul Sheldon é um famoso escritor que encontrou sua maior fã: ela se chama Annie Wilkes e é a enfermeira dele, cuidando dos ferimentos que ele sofreu num grave acidente de carro. Annie quer que Paul escreva sua obra-prima, mas só para ela. Ela tem vários métodos para incentivá-lo, mas, se nada funcionar, poderá ficar muita perigosa.
 
Boa noite a todos!
 
Mais um sábado preguiçoso... O tempo convidava para a reclusão, seja ela voluntária, seja involuntária. Aliás, se houvesse uma meta para dormir hoje, possivelmente eu a bateria com muita facilidade. E, de tão afastado que estou das notícias televisivas, não posso nem mais dizer a “quantas anda o tal do Covid”.
 
Satisfação é a palavra que reflete o que sinto com o Diário em suas mais de 80 edições. Iniciando, timidamente, no quinto dia da famosa “quarentena”, ele “cresceu” e hoje está um “moço viçoso”, com muita estrada pela frente. Se acabar a pandemia, ele termina? Talvez sim, talvez não; vejamos quando (e se) isso ocorrer. Recordo que começamos com um pequeno número de leitores diários (em torno de 50) e, agora, alcançamos quase o dobro. Então, isso é sinal de que há muito caminho a seguir...
 
Sou do Sul, nascido em São Miguel do Oeste, sendo que meus pais também são originários da região, vindos de Caxias do Sul (RS). Então, é quase natural que tenhamos desenvolvido vários costumes chamados de “gaúchos”.
 
Entre eles, além do tradicional churrasco (que costumava preparar até há pouco tempo, todos os domingos), gosto muito do chimarrão. Essa bebida parece aproximar as pessoas e criar um vínculo entre elas.
 
Por contingências da vida, não sorvo um “mate amargo” todos os dias, mas bem que gostaria. Acho que, também, o chimarrão funciona como uma espécie de confidente nosso, pois, ao saboreá-lo, acabamos colocando nossa vida em aberto. Quantos segredos já não foram contados em uma roda de chimarrão?
 
O que não vejo graça nenhuma é tomar chimarrão “solito”, sem ninguém para acompanhar. Ele pede, necessariamente, pelo menos uma dupla para se fazer presente. Para os leitores distantes, de outras regiões do país, esclareço que essa bebida funciona basicamente com erva-mate, colocada em uma cuia (porongo) e adicionada de água quente (não fervida). Para quem nunca experimentou, vale a pena conhecer um típico costume gaúcho.
 
A sugestão literária vai para “O ateneu” (Raul Pompeia). Publicado pela primeira vez em 1888 e com linguagem rebuscada, o livro conta a história de Sérgio e sua vivência dentro de um colégio interno. O modo como o autor descreve as relações afetivas do personagem principal com seus colegas foi revolucionário para a época.
 
Boa noite a todos!
Morar num edifício (mesmo que com modestos quatro andares), e ser síndico dele, significa conviver com situações novas sempre. Ontem, por exemplo, apareceram dois novos “entraves”: um suposto vazamento de água no primeiro piso e fechaduras com problemas nas portas da frente. O suposto vazamento era (ainda bem!) um ralo trancado, que fazia escorrer água por uma lâmpada. E as fechaduras ficaram para segunda, porque será necessário fazer cópias de chaves para todos.
 
Por que começo contando fatos tão banais? Porque, hoje, pensei na questão do empreendedorismo e, ser síndico, está bem longe de ser um empreendedor...
 
Já faz algum tempo (acredito que cerca de meio ano), conheci pelo Facebook uma página dedicada à aviação. O nome é “Aero – por trás da aviação” e ela foi criada e é gerenciada por um jovem empreendedor chamado Fernando De Borthole.
 
Pois bem, há sete anos, ele criou um canal no Youtube, porque seu projeto-piloto foi recusado pelas redes de TV. O argumento: aviação é “coisa” de rico; assim, “só dois ou três brasileiros vão se interessar por seu programa”.
 
Fernando não se intimidou com os “nãos” e resolveu apostar na Internet para lançar seu programa. Hoje, ele tem, a cada vídeo que lança (todos muito bem produzidos), em média cerca de 10.000 curtidas – ah, inveja! Como eu queria ter “modestas” 1.000 curtidas no Diário da Pandemia...
 
Onde quero chegar? Eu, infelizmente, não tenho o “sangue” empreendedor que corre nas noviças “veias” empreendedoras do jovem Fernando. Aliás, nunca tive e nunca terei. Nasci para ser “empregado de alguém”, e não para “liderar alguém”.
 
Triste constatação nesta “altura” da vida, mas, como alerta o bom filósofo, “é o que temos para hoje...”. Alguém até poderia contrapor: “mas um professor, por si só, é um empreendedor nato!” Uma falsa verdade por dois “pequenos” motivos: não posso viver desse empreendimento (pois não tenho mínima autonomia sobre ele) e nunca vou alcançar uma independência financeira com ele. Aviso: aceito e quero ouvir opiniões divergentes!
 
Em tempo – o simpático Fernando (a quem faço propaganda de graça hoje) começa seus programas com uma saudação muito legal: “Fala, pessoal do Aero! Tudo bem?”. Assim, a partir de amanhã, iniciarei o Diário falando algo semelhante, com a permissão do Fernando, é claro!
 
Boa noite a todos!
 
Depois de acordar bastante tarde (próximo ao meio-dia), resolvi almoçar um xis. Por orientação médica, devo escolher, semanalmente, apenas uma entre as duas “perdições”: pizza e xis. Após, pelo meio da tarde, fiz mais uma sessão de fisioterapia.
 
Agora, ao som da boa Antena 1 (rádio que recomendo), dedico-me a mais uma edição do Diário. Antes, quero registrar que, nos últimos dias, pós-reportagem do Canal Ideal, aumentei substancialmente o número de amigos “virtuais” no Facebook – tenho recebido cerca de 30 pedidos novos de amizade todos os dias – e, em consequência disso, aumentou consideravelmente o número de leitores do Diário – sejam todos bem-vindos!
 
Na minha juventude um pouco “conturbada”, tive um período muito legal. E vou contar como foi.
 
Eu gostava muito da revista Auto Esporte, pela qual acompanhava matérias sobre a Fórmula 1 (F 1). Então, um dia, resolvi escrever para a revista, esclarecendo um equívoco deles envolvendo o piloto sul-africano Jody Scheckter, do qual eu era fã. Na carta, também disse que estava disposto a “trocar correspondências” (termo da época) com “amantes” da F 1.
 
Em pouco tempo, fiz algumas amizades, com pessoas de São Paulo, Rio de Janeiro e Santa Catarina (entre eles, meu caro amigo Alísio, de São Bento do Sul). Era algo muito divertido: escrevia uma carta, à máquina de datilografia, encaminhava pelo correio e ficava aguardando sua resposta. Geralmente depois de uns 20 dias, vinha a carta do amigo, a qual era muito aguardada.
 
Pensando nos dias de hoje, envolvia algo bem rudimentar, mas muito legal. Assim passaram-se alguns anos, de “carta pra cá”, “carta pra lá”. Alguns dos amigos, tive o privilégio de conhecer pessoalmente, visitando-os em suas casas. E o Alísio também devolveu a visita, indo conhecer São Miguel do Oeste, onde eu residia na época. Muito legal aquele tempo das correspondências escritas!
 
Retornamos com a sugestão literária. Indico, hoje, “Dora, Doralina” (Rachel de Queiróz). O romance narra a história de Dora, uma mulher submissa a sua mãe. As três partes do livro trazem a trajetória de Maria das Dores, que se muda da fazenda para Fortaleza, depois para o Rio de Janeiro e, por fim, retorna à fazenda.
 
Boa noite a todos!
 

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