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Administrador

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O dia amanheceu bem do meu gosto: solzinho bom, levemente quente, levemente frio. De manhã, demorei-me mais na cama, como de costume. À tarde, com academia e fisioterapia proteladas, “naveguei” um pouco na net, à procura de algo interessante para ler. Nesse vasto universo de (in)utilidades, li um pouco sobre o gênero de que mais gosto de tratar e escrever – a nossa valorosa crônica.
 
Como o quadril me incomodasse um pouco, pensei muito sobre “saúde”. Um tema instigante e complexo, a ver como anda a saúde de nosso povo, independente de existir uma pandemia em curso.
 
Sempre, desde criancinha, fui preocupado com minha saúde. Quando pequeno, não tive uma saúde das melhores, já que a asma incomodou-me (e à mãe) por um bom tempo. Geralmente, minhas crises levavam-nos às pressas para o hospital.
 
Depois, na “mocidade”, descobri a minha rinite, que me acompanha diuturnamente. E na fase adulta, atual? Nem gostaria de falar, porque, se fizer uma lista, ela vai ser enorme...
 
Apesar disso, não me considero, por hora, um decrépito. Em meio às mazelas sanitárias, tenho ainda alguns poucos “pontos positivos”: minha pressão está sempre regular, meu coração parece o de um “jovenzinho” (assim me diz meu cardiologista, doutor Carelli), não tenho problemas nem com colesterol, nem com diabetes.
 
Penso, contudo, que a saúde é uma preocupação constante. Alguns mais próximos riem de mim porque, pelo menos uma vez por mês (já que o plano “paga” indiretamente), consulto meu clínico de confiança, doutor Luiz Afonso. Aliás, temos uma parceria de mais de 20 anos, desde que vim morar em Xanxerê.
 
E a sua saúde, como está? Conta aí para nós!
 
A sugestão literária do dia vai para “Guerra e paz” (Liev Tolstói). Uma das obras mais volumosas da história da literatura universal, o livro narra a história da Rússia à época de Napoleão Bonaparte (notadamente as guerras napoleônicas naquele país). A riqueza e realismo de seus detalhes, assim como suas numerosas descrições psicológicas, fazem com que seja considerado um dos maiores livros da História da Literatura.
 
Boa noite!
 
Mais um dia totalmente “pandêmico”: de ficar em casa e procurar algo de útil para fazer. Pensando bem, meu roupeiro e meu escritório precisariam de uma boa organização, mas não tenho nenhuma vontade de fazer isso, pelo menos por enquanto... De bom, terminei de ler um bom livro (“Um anjo de mochila azul”, de Diogo Almeida) e, de lambuja, vou incluir mais leituras para os próximos dias.
 
Graças ao bom Deus, nunca fui vítima de assalto. Aliás, não me lembro de nunca ter passado por situação semelhante. Mas, nos idos de 2000, o carro que eu tinha na época, um Palio, foi arrombado e levaram (temos uma “mania” de colocar no plural, pois pode ter sido um único indivíduo) meu aparelho de CD.
 
Lembro bem que a faculdade em que eu trabalhava, em virtude do pouco espaço físico que possuía, alugou algumas salas de um colégio próximo. Então, precisei ir para lá, lecionar para uma turma de Pedagogia (não lembro ao certo).
 
Chegando lá, em vez de colocar o carro no estacionamento do colégio, resolvi deixá-lo na rua, não sei por que. Antes de sair do carro, tirei a frente do aparelho (era destacável, moda na época) e coloquei-a no porta-luvas. Ao abrir a porta, até percebi uma turma de jovens no outro lado da rua, mas não dei importância.
 
Acho que, próximo ao intervalo, um dos alunos, que retornava do banheiro, anunciou: “Professor, seu carro foi arrombado”. Fiquei assustado e resolvi ir verificar. Chegando ao carro, haviam quebrado a janela da porta do lado do motorista. De pronto, vi o painel quebrado, no local onde havia o rádio. No porta-luvas, também não estava mais a frente do aparelho... Fora isso, não faltava mais nada. Desânimo total, mas fazer o quê?
 
Como era uma sexta-feira à noite, passei o fim de semana sem o vidro da janela – ainda bem que não choveu naquele período. Segunda-feira, já providenciei o conserto. Na época, mesmo que não tenha envolvido violência direta contra mim, senti-me muito inseguro. Nem registro policial fiz, pois, na época, eram comuns os arrombamentos de carro (para furtar aparelhos de rádio) em Xanxerê.
 
Para a leitura de hoje, sugiro “Meu pé de laranja lima” (José Mauro de Vasconcelos). O livro retrata a história de um menino de seis anos, chamado Zezé, que pertencia a uma família muito pobre e numerosa. Muito esperto (tanto que aprendeu a ler sozinho), ele conta a sua história com um ar singelo e nostálgico.
 
Boa noite!
 
Hoje, não pude ter o “luxo” de acordar tarde, pois, logo cedo, tive aulas on-line com duas turmas. Finalizando a manhã, “tosei” barba e cabelo (esse, tarefa que realizo mensalmente). À tarde, um pouco de preguiça; após, postar atividades para mais duas turmas. Para finalizar o dia, depois terei nova aula on-line, agora com o “terceirão”.
 
Ao ser atendido pelo barbeiro Sonza (acho melhor chamar assim do que “cabeleireiro”), recebi a triste notícia de que meu amigo Ezílio Marocco havia falecido há alguns dias, mais uma vítima da Covid.
 
Lembro que eu era cliente dele há pelo menos uns 20 e poucos anos. Ao precisar de calças novas ou camisetas polo, sempre o procurava e nunca, absolutamente nunca, fui por ele mal atendido.
 
Uma das características do Seu Ezílio (como o chamava) era o sorriso franco, de quem não deve nada a ninguém. Sua loja, localizada no centro de Xaxim, talvez foi uma das melhores em que já comprei. Além disso, ele era muito engajado às causas sociais do município.
 
Um “jovem idoso”, Ezílio foi vitimado aos 72 anos, mas, se você conversasse com ele, diria que não tinha mais de 60, tamanha sua vitalidade. Mandei, à tarde, uma mensagem de condolências para seu filho. Era o que me restava fazer...
 
Confesso que o passamento do Ezílio provocou em mim uma grande tristeza. Como sabem, não sou muito de me apegar às pessoas, entretanto, com ele, desenvolvi uma amizade e uma confiança sinceras. Sempre que precisava de roupas novas, era nele que pensava em primeiro lugar.
 
A partir da morte de um ente querido e próximo, refletimos sobre nossa existência e o quão ainda iremos, nós, viver. Um cálculo matemático? Não, a isso não se presta. Acredito mais em um “tempo definido”, que varia de pessoa para pessoa. Afinal, do nada, podemos partir: seja um acidente de trânsito, seja um problema de saúde. Então, resta-nos aproveitar, da melhor forma possível, nossa “passagem” por este “plano”, antes que sejamos “chamados” para o outro lado...
 
Descanse em paz, amigo Ezílio Marocco!
 
Boa noite!
 
Em mais um dia de confinamento na “campina da cascavel” (para quem não sabe, esse é o “apelido” de Xanxerê), ficamos restritos às atividades estritamente essenciais, como aquelas vinculadas à saúde (fisioterapia e academia, no meu caso). Assim, plagio, em minha explicação, o célebre título de “nada de novo no front” (livro de Erich Maria Remarque), para dizer que poucas coisas novas estão acontecendo ultimamente...
 
Isso porque recebi (para o bem ou para o mal), gratuitamente, uma aula de marketing com o outrora colega de trabalho, o Márcio, a quem agradeço pelos importantes ensinamentos de hoje.
Labutando na área há uns 13 anos (sou curioso, e isso sempre pergunto aos empreendedores), ele me sugeriu alguns caminhos possíveis para um novo projeto que tenho em mente faz um certo tempo.
 
O que me preocupou, foi quando o Márcio argutamente me questionou: “você escreve por hobby ou profissionalmente?”. A partir daí, confesso que fiquei relutante, pois nunca encarei a escrita como algo profissional, como um Veríssimo, por exemplo, faz. Aliás, também nunca me imaginei como um sujeito que sobreviveria das “letras”, do que escreve...
 
Comprometi-me com ele que vou pensar nessa possibilidade, para quem sabe, a partir daí, “gestar” um novo reposicionamento profissional – afirmo que, desde 2017, depois de algumas “tempestades” na carreira, novos rumos não me assustam mais. Bom, vamos esperar para ver o que as reflexões dos próximos dias reservam...
 
Em tempo: parabenizo meu amigo e professor Indiolan pelos 10 anos de sua academia. Também agradeço a ele por ter acolhido minha ideia de texto na relevante lembrança (uma grande caixa de chás!) que proporcionou aos seus clientes!
 
Vamos ler? Hoje, a sugestão é “A mão e a luva” (Machado de Assis). Na história, dois amigos, Luis Alves e Estevão, cursam faculdade. Estevão era apaixonado por Guiomar, que, por sua vez, não lhe correspondia. Irritado e desmotivado, ele quase abandona o curso, mas volta após Luis lhe ajudar com uma conversa.
 
Boa noite!
 
Hoje, parecia mais um dia de primavera, com temperatura agradável (nem muito quente, nem muito frio) e breve garoa. Por recomendação médica (em função do aumento nos casos de Covid na região), fiquei mais por casa, indo rapidamente apenas ao banco para transferir o valor da pensão alimentícia. Será que voltarei a ficar totalmente confinado, afastado do mundo lá fora?
 
Depois de ter sido questionado do que sentia sobre um certo tema, escolhi-o para tratar hoje no Diário. Para muitos, ainda envolve um certo “tabu”; para outros, é algo natural e que faz parte do ciclo da vida. Este assunto tenebroso é a “morte”. Antes de afirmar minha posição sobre ela, quero discorrer um pouco sobre sua existência.
 
Fato natural, já que um dia nascemos, depois crescemos, reproduzimo-nos e, por fim, morremos, a morte está “programada” na existência de qualquer ser humano. Entre os animais (nós, ditos racionais, e os irracionais), a morte é uma consequência do existir: não há como aboli-la; mais cedo ou mais tarde, ela atinge todos os seres.
 
Independente de nossa crença religiosa, sabemos que, um dia, deixaremos de existir. Alguns antes, motivados por acidentes ou doenças crônicas; outros depois, podendo chegar a ser centenários – aí, creio, se for da vontade divina.
 
Algumas espécies animais, como é o caso de alguns insetos, têm uma vida extremamente efêmera. Mas será que a espécie tem em sua gênese essa ideia de que seus membros viverão pouco? Outras, porém, têm uma vida longa, que até causa inveja na espécie humana.
 
Quando criança, eu tinha medo de morrer. Depois, jovem, o medo passou um pouco, mas, com a perda de vários parentes próximos (como ocorreu em 1996), fiquei temendo pelo tempo em que ainda existiria sobre a face da Terra.
 
Agora, já adulto (na medida do possível “resolvido”), encaro a morte naturalmente. Penso que, até o momento em que eu viver, este é meu ciclo. Com isso, já durmo mais tranquilo e considerando, cada dia, como “mais um” – e não como um a menos...
 
Claro que meu sonho é chegar à velhice, desde que eu tenha condições razoáveis de saúde, que permitam eu me “virar”, na medida do possível, sozinho. Então, nesse cálculo não podem entrar doenças que me deixem incapacitado para locomoção, alimentação e outras funções básicas. E você, o que pensa da morte?
 
Boa noite!
A previsão apontava chuva para hoje, e o domingo não “falhou”. Na verdade, foi mais uma garoa, não aquele “chuvão” de dias passados. Como ontem, também acordei bastante tarde.
 
Depois do almoço, porém, dediquei-me a corrigir trabalhos dos alunos, até parar um pouco agora, para fazer o Diário.
 
O meu tempo de trabalho no Cesec de Chapecó, nos idos da década de 1990, foram bons. Tenho boas recordações daqueles tempos. Foram duas etapas: uma de 1991 a 1993, e a outra de 1995 a 1997. Então, vou contar dois fatos da época, mas não lembro bem quando ocorreram.
 
Meu expediente, numa época, era das 7 horas às 13 horas, com intervalo para lanche de 15 minutos, geralmente próximo às 10 horas. Trabalhei em diferentes setores, com diferentes “chefes”: um tempo foi o Claudino, outro o Jacob. Não tenho certeza, mas acho que o Mohr também foi meu superior (recorda, Carlos?).
 
Pois bem, depois do trabalho, costumava ir almoçar no restaurante Soka, localizado próximo ao Cesec. Comida boa e ótimo atendimento familiar, atraía clientes de toda a cidade. Recordo que o prato era bem simples: bife, arroz, feijão, fritas e saladas. Lembro que tínhamos direito a repetir o bife, e, assim, a mulher do seu Nelson (o proprietário) gritava (bem alto) da cozinha: “bife de repetiçon!” – para avisar um dos garçons que a carne estava pronta.
 
O outro fato foi, digamos, muito “irreverente”. Um dia, à tarde, jogamos futebol suíço na AABB. Depois do jogo, como de costume, bebemos bastante cerveja. Sempre costumei suar muito ao praticar atividades esportivas (acho que em virtude da asma), e naquele dia, particularmente, também havia me sujado bastante na grama. À noite, havia aula no curso de Letras. Assim, de improviso, resolvi ir à aula no estado em que me encontrava, inclusive de calção e chuteiras. Chegando à sala, pedi autorização para a professora e entrei. Foi uma risada geral, pelo meu aspecto físico e “etílico”. Acompanhei um pouco da aula e, depois, fui embora.
 
Bons tempos aqueles!
Para hoje, a sugestão literária é “O morro dos ventos uivantes” (Emily Brontë). O título é uma homenagem à zona rural onde se encena a história, localizada no interior da Inglaterra. Os fatos ocorrem a partir dos relatos da governanta Nelly Dean, que testemunha tudo o que se passa na casa da família Earnshaw.
 
Boa noite!
 
Acordei “terrivelmente” tarde, depois de uma noite aparentemente tranquila de sono. Vou explicar o porquê: em um determinado momento da noite, sonhei que um desafeto corria atrás de mim, atirando com uma arma de fogo. Um dos tiros, inclusive, atingiu minha aposentada maleta de trabalho. Quando acabaram as balas da sua arma, fui eu que o persegui, agora lhe atirando pedras. Sonho muito estranho... O que significará???
 
Esses dias, meu amigo Elton lembrou-me que neste ano, devido à pandemia, foram canceladas as festas juninas. Assim, muitas crianças não puderam apresentar-se nas tradicionais danças caipiras, nem degustar os quitudes próprios da data, como o saboroso quentão.
 
Confesso que nunca fui muito “partidário” das festas juninas. Não me lembro de, quando criança, ter participado de danças caipiras ou algo do gênero; aliás, dessas festividades, recordo apenas de que gostava muito do quentão, mas daquele feito com vinho, e não do sem graça (com suco de vinho, sem álcool) dos tempos atuais.
 
Então, vou contar a vocês outro “segredo”: também detesto o dito Sete de Setembro. Por quê? Por causa do seu enfadonho desfile. Quando havia a obrigatoriedade de “marchar” pela escola, na minha infância ou juventude, eu sempre tinha um artifício para escapar: ou tinha de cuidar de um irmão menor ou estava (geralmente) acamado! Pequenas mentiras que surgiam para o bem; no caso, minha fuga ao desfile.
 
Mas voltemos ao quentão. Mesmo “pequenote”, eu sempre dava um jeito de beber vários nas festas juninas da época. Quando criança, por incrível que pareça, nunca fiquei bêbado em virtude do quentão, mas depois, já jovem, rememoro que tive uns bons porres com essa bebida típica.
 
Ano passado, tive novamente a oportunidade de participar de uma festa junina pela minha escola, mas, infelizmente, um dia antes, acabei ficando doente e impossibilitado de participar. Menos mal, pois poderia fazer outro porre. Será?
 
Quais as recordações que vocês têm das festas juninas? Contem nos comentários!
 
Boa noite a todos!
 
Dia muito agitado, por conta de diversos compromissos que assumi ou que surgiram.
 
Assim, de manhã, concedi entrevista surpresa ao Canal Paulo Munaretti (de Xanxerê), para falar um pouco de minha vida e contar sobre o Diário – foi um bate-papo bem legal, com cerca de 30 minutos, transmitido via Facebook. Depois, à tarde, mantive contato com um amigo que há tempos não conversava (Davidson), com quem troquei algumas ideias a fim de impulsionar o Diário. Mais para o fim do dia, fisioterapia e o retorno à academia – o Índio já estava com saudades, confidenciou-me... Brincadeira, amigo Indiolan!
 
Pretendo, no Diário de hoje, rememorar com vocês um fato interessante ocorrido há quase 30 anos. Na ocasião, eu residia em Chapecó. Uma noite, no mês de dezembro (não lembro qual dia da semana), “solito” e querendo espairecer um pouco, resolvi ir assistir a um filme no único cinema da cidade, localizado no Centro Comercial Itajoara (que alguns, na época, erroneamente identificavam como shopping).
 
Chegando lá, estranhei, a princípio, pelo fraco movimento do local, que costumava estar mais agitado. Então, fui à bilheteria e adquiri o ingresso para ver o filme “Jogos patrióticos”, uma aventura com Harrison Ford fazendo o papel do espião Jack Ryan. Depois, comprei umas guloseimas e entrei no cinema.
 
Escolhida a poltrona (naquela época, não havia marcação prévia de lugar, como hoje), sentei e fiquei esperando até o início do filme. Tempo passa e ninguém chegava para ver o filme comigo. Até pensei: “todo mundo está atrasado”. Mais um tempo, e as luzes apagaram. Resultado: apenas eu era a plateia do filme!
 
Gostei muito do respeito que o cinema teve comigo, consumidor, na ocasião. Mesmo eu sendo o único pagante, pude assistir, quase de camarote, ao filme, muito bom por sinal!
 
Para hoje, sugiro como leitura “A hora da estrela” (Clarice Lispector). A história é narrada por Rodrigo S.M. (narrador-personagem), um escritor à espera da morte – ele é uma das peças-chave do livro. Ao longo da obra, o narrador reflete os seus sentimentos e os de Macabéa, a protagonista da obra.
 
Boa noite a todos!
 
Dia relativamente normal. Pela manhã, negociações com o banco e, depois, levar o computador pro “hospital”. À tarde, resolver questões do condomínio. Agora, a merecida “parada” para escrever o Diário. Lembrei, então, do que falava um colega do Banco (do qual não lembro, infelizmente, o nome): “enquanto se descansa, vamos carregar um pouco de pedras” – é claro que ele dizia brincando, fazendo referência à sobrecarga de trabalho na época.
 
Hoje, havia muitos temas em voga, até que resolvi tratar de amabilidade. Lembro que essa palavra bonita significa “característica ou atributo de amável; dito ou ação amável; gentileza”.
 
Vejo que a amabilidade é uma característica intrínseca a muitas pessoas: elas nasceram com esse dom. Assim, para elas, serem amáveis é como respirar – algo natural, que flui facilmente.
Os amáveis (vamos chamá-los assim) são pessoas tranquilas, “de bem com a vida”. Para eles, todo dia é “dez”, não há “tempo feio”. Com isso, transferem sua amabilidade para as pessoas com quem convivem. Por características de personalidade pessoal, não me incluo, contudo, entre essas pessoas.
 
Ah, mas ser amável é “frescura”, a quem contraponha. Se pensarmos assim, então aboliremos da “face da Terra” outras qualidades aparentemente fúteis: boa educação, generosidade, empatia, solidariedade, só para citar algumas ações.
 
Vamos para o outro “polo”. Para algumas pessoas, porém, a amabilidade não tem lugar, não possui espaço. É como querer que o peixe voe, e o pássaro nade: caso ela aparecer, é nitidamente “forçada”, com o intuito de agradar ao outro na pressão, seja por questões de trabalho ou por algum interesse pessoal. Já ouviram falar que uma pessoa finge ser legal para obter algum benefício? Aí está ela...
 
A partir disso, acho que (conforme hoje refletia com um amigo) a amabilidade está precisando ser mais exercitada em nosso duro cotidiano. Caso formos amáveis, receberemos do outro também amabilidade, com doses de respeito e carinho. Se formos “duros”, também teremos como resposta um mau tratamento. Aquela célebre lei de Newton funciona aqui: “toda ação gera uma reação de igual ou maior intensidade”.
 
Sejamos, então, amáveis uns com os outros, para transformar nosso mundo em um lugar mais empático para viver.
 
Boa noite a todos!
 
Nunca pensei que sem Internet poderia perder a sanidade. Então, sem Internet desde ontem à tarde (em virtude do ciclone que passou pela região), estou “à beira da loucura”. Na verdade, hoje em dia, a Internet é fundamental para muitas coisas, principalmente para mim, professor, que dependo dela para postar as atividades para meus alunos. Além disso, fiquei sem TV (já que ela funciona também à base da Internet) e praticamente sem contato com o “mundo exterior”...
 
Por sugestão de minha amiga Amarilis, hoje quero tratar do tema “procrastinação”. Para quem nunca ouvir falar essa palavra, ela significa, basicamente, adiar, deixar para depois, o que precisa ser feito agora.
 
E eu, infelizmente, sou um procrastinador por natureza. Sempre, desde que me conheço por gente, adio tudo para depois, quando não para dias depois. Isso acaba causando problemas, pois, no caso da escola, vem a cobrança, e, no caso da vida pessoal, o amanhã pode ser “tarde demais”.
 
Na realidade, conheço poucos procrastinadores. Acho que, nós, temos vergonha de nossa condição e fazemos tudo para escondê-la. Porém, “lá no fundo”, sentimo-nos mal por isso; afinal, o tempo todo, o mundo nos cobra para sermos proativos, realizarmos as coisas com celeridade, rapidez.
 
Por outro lado, vejo que os tempos atuais nos obrigam, em certo sentido, a procrastinar, para que possamos apreciar melhor o “andar lento” da existência humana. Então, aqui, o procrastinar parece nos prover de um certo alívio, abandonando o sentimento de culpa e voltando nossos olhos para coisas outrora “invisíveis”: o Sol, o vento balançando os galhos, o voo dos pássaros, o movimento de pessoas nas ruas, uma criança furtiva passando de bicicleta, e por aí vai.
 
Vejam bem que não estou defendendo a procrastinação – que acho até uma doença –, mas dizendo que estava mais do que na hora de vermos um pouco mais do “doce movimento” que a vida tem, em seu compasso natural, ao deixarmos nossos compromissos para um pouco mais tarde!
 
A sugestão literária desta edição é “Robinson Crusoé” (Daniel Defoe). O aristocrático Robinson Crusoé foge da Grã-Bretanha após matar seu amigo. Durante a viagem, uma tempestade atinge sua embarcação. Naufragado e sozinho em uma ilha desconhecida, ele tentará o possível para sobreviver em um lugar inóspito.
 
Boa noite a todos!
 

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