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Administrador

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Um dia de feriado seria perfeito para passear e confraternizar. Só que não (como diz a linguagem “netiana”)! Em tempos de pandemia, o recomendável é ficar confinado, só “entre os seus”, para evitar a propagação do vírus.
 
Vou contar uma pequena história. Pela nossa origem (extremamente humilde), eu e meus irmãos precisamos “ganhar a vida cedo”. Deles não recordo direito, mas eu, nos meus tenros 10 anos, já trabalhava e ganhava meu dinheirinho. Como contei anteriormente, comecei vendendo revistas, depois entregando jornal, vendendo mandioca (que a mãe plantava em um terreno cedido por um vizinho), até ser MASG (Menor Auxiliar de Serviços Gerais), no Banco do Brasil, dos 16 aos 18 anos.
 
Posso dizer que a carreira de professor (que hoje abraço, às vezes, com prazer; outras vezes com desgosto) ocorreu meio ao acaso. Lá pelos 18 anos, após findar meu estágio no Banco, fui ser professor ACT (Admitido em Caráter Temporário) na Apae de São Miguel do Oeste. Experiência extraordinária, com a qual muito aprendi.
 
Labutei na Apae durante dois anos e, depois, por “direcionamento” do destino, retornei, agora concursado, ao banco. Até que, “um belo dia”, minha adorada professora Clélia resolveu provocar uma nova guinada em meu destino...
 
Estava eu trabalhando no Cesec (não lembro o significado da sigla – ajuda aí, amigo Carlos Mohr!), quando a mestra me ligou dizendo que, no dia seguinte, eu deveria ir numa universidade para começar a trabalhar lá durante a noite.
 
“Como assim?” – questionei. Afinal, tinha uma parca experiência no magistério, e ela já estava me colocando, da noite para o dia, como professor universitário! “Sim, você vai. Eu te indiquei. Apareça lá no horário combinado”. Não tive coragem de dizer não, e fui. Ali começava uma parte importante de minha vida profissional, interrompida (provavelmente por novas “forças” do destino) abruptamente.
 
Ao retornar dessa viagem ao meu passado “trabalhista”, quero reafirmar que não me arrependo de nenhuma de minhas escolhas profissionais. Com todas, ganhei e perdi – não necessariamente na mesma proporção. Mas, com certeza, em todas aprendi muito. Quando vou parar de vez? Só Deus sabe, pois, apesar das “mazelas” que guiam o “ser professor”, ainda é uma profissão que muito me proporciona realização.
 
O Diário de hoje é dedicado a todos os que labutam em alguma profissão honesta!
 
Boa noite a todos!
 
Conversar com as pessoas faz muito bem. Ainda mais se entre você e a outra pessoa existe afinidade, seja em qualquer área for. O problema dos diálogos, nos tempos atuais, é que, “vira e mexe”, a conversa acaba girando em torno do Coronavírus. E, nesse tema, as divergências de opinião acabam também acontecendo. A principal discussão gira em torno de quanto tempo ainda teremos de conviver com o dito vírus mortal – uns dizem que mais dois meses; outros projetam até setembro; os mais céticos, afirmam que essa angústia vai até ano que vem. A verdade é que é muito difícil apostar uma data certa para o seu fim.
 
Enquanto isso, vamos vivendo; se possível, da melhor maneira. Nesse aspecto, precisamos redobrar os cuidados constantes com higienização das mãos e uso de máscaras.
“Revirando” os arquivos do passado, hoje recordei de um fato muito engraçado ocorrido lá por 1987. Na ocasião, programei uma viagem para visitar amigos no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Malas prontas, faltou ouvir os conselhos e um pedido especial da mãe: “traz uma jaca pra mim!”.
 
Como recusar um pedido de mãe? Difícil. Todos devem conhecer a dita jaca: uma fruta verde e grande, pesada, difícil de manusear por causa dos espinhos que possui em sua casca. Mas vamos lá...
 
Não sei bem em que local (acho que foi no Rio de Janeiro), comprei a “monstrenga”. Tinha quase o comprimento de meu braço e devia pesar uns 30 quilos, mais ou menos. Bom, eu estava de ônibus. Precisei pegar vários ônibus, na verdade, e, em cada um deles, posicionava a jaca embaixo do meu banco. De sorte que, conforme o veículo se deslocava, a jaca seguia o ritmo, batendo de um lado para o outro. Um sufoco só cuidar dela!
 
Chegando em casa (São Miguel do Oeste, na época), entreguei a jaca para a mãe. Ela ficou muito feliz, principalmente pelas dimensões da jaca, que deveria estar deliciosa... Assim, resolveu “abrir” a jaca. E a decepção foi grande: a fruta, acho que de tanto balançar e bater dentro dos ônibus, acabou estragando... Fiquei com muita raiva, pois havia tido tanto trabalho para transportar aquela “criatura” por mais de mil quilômetros...
 
Mais uma boa sugestão de leitura da nossa rica literatura nacional: “Gabriela, cravo e canela” (Jorge Amado). Nesse brilhante romance, o mestre baiano conta a história de amor, que desafia os costumes da sociedade da época, entre a sertaneja Gabriela (a morena feita de cravo e canela) e o árabe Nacib. A beleza, sensualidade, simplicidade e espontaneidade de Gabriela são capazes de despertar fascínio em todos que se aproximam dela. A história, que se passa em Ilhéus, nos idos de 1920, é rica em ciúme, traição, rompimento e reviravolta, que permeiam a paixão ardente ente Nacib e Gabriela.
 
Boa noite a todos!
 
Dia absolutamente tranquilo. Hoje, não quis me estressar com nada; assim, esqueci o “incômodo” das aulas on-line, os problemas de saúde de qualquer origem e, principalmente, minha “desavença” com o banco, que insiste em negativar meus rendimentos.
 
Já ouviram falar em “positivo do negativo”? A expressão é um tanto estranha, por misturar conceitos díspares, mas é o que acontece com minha aplicação: às vezes (raramente), dá rendimento positivo sobre um rendimento que já está negativo. Estranho isso, mas natural, infelizmente, para os “especuladores” financeiros...
 
E por falar em economia pessoal, sempre gostei desse tema. Desde que ganhei meu primeiro dinheirinho, vendendo revistas (prática natural antes do advento da Internet), interessei-me sobremaneira por esse assunto. Na época, devia ter uns dez anos apenas, recebi minha primeira comissão pela venda de revistas. Era algo em torno de 12, mas não reais (sei lá a moeda da época). Então, minha mãe separou o dinheiro em duas partes iguais e falou: “este, vamos guardar; esse outro, você pode gastar no que quiser”. Adivinhem no que gastei? Isso mesmo: num gibi do Homem-Aranha. Ali iniciava uma grande coleção, depois acrescida pelo “Tex Ranger” – meus dois heróis da infância.
 
A partir dessa poupança sugerida por minha mãe, aprendi a economizar meu valioso dinheiro. Sempre deixava uma boa parte (em torno de uns 30 a 40%) separada para a poupança. O restante, gastava de modo comedido, de forma a ter ainda uma reserva ao final de cada mês.
 
Hoje, com esse aprendizado, sei exatamente “quanto” e “onde” posso gastar. Mas quantas pessoas têm efetivamente esse controle? Poucas, pouquíssimas, na verdade. A maioria, infelizmente, gasta bem mais do que ganha. Assim, é crescente o número de famílias (isso mesmo) endividadas no Brasil.
 
Observo que, com muito orgulho, desde que tenho conta em banco (lá se vão 33 anos), uma única vez, “estourei” meu limite – por um bom motivo: adquirir minha primeira motocicleta. Assim, digo que é simples controlar suas contas: começa-se fazendo, em um papel qualquer, duas colunas – uma para as receitas e outra para as despesas. Depois, contabiliza-se ambas e, a partir disso, é preciso garantir que as despesas não estejam em valor superior às receitas. Vamos tentar isso?
 
Boa noite a todos!
 
Estressei-me de diversas vezes hoje. Primeiro, a preparação das atividades on-line para os alunos está perdendo a graça (se é que um dia teve...); prefiro mil vezes lecionar ao vivo, como “antigamente”. Depois, a dispepsia voltou a atacar – e detesto tomar remédio para abrandá-la. Por fim, discussão com gerente de banco, porque uma modesta aplicação financeira “teima” em dar rendimento negativo. Enfim, dia movimentado, mas muito chato.
 
Instado que fui, por uns dois ou três leitores do Diário, nos últimos dias, preciso fazer uma explicação – não uma correção, seja bem dito. Há quem acha que eu “perdi a mão” em escrever ou os rumos do Diário perderam-se. Pois bem, nada disso aconteceu.
 
Vou, então, elucidar isso. Quando surgiu, o Diário objetivava relatar um pouco do dia a dia de confinamento – tal como se presta um diário em sua essência. Mas, com o passar do tempo, essa tarefa adquiriu sobremaneira uma “pequenez grandiosa”. Assim, o que antes era um diário, transmutou-se para uma crônica diária, ou seja, um texto leve e despretensioso que objetiva analisar e refletir sobre fatos do (meu/nosso) cotidiano.
 
Com isso, enganei ou fui infiel com meus leitores? Ao contrário, eles saíram ganhando, e muito, com textos que ultrapassam o simples narrar de fatos que abarca geralmente um “simplório” diário. Sinto-me, então, como se eu fosse o cronista de um grande jornal, responsável por escrever um texto de uma página, todos os dias, para meus leitores. Entendem?
 
Bom, hoje também vou tratar brevemente de minhas tentativas frustradas de ser um empreendedor. Assim, quando bem jovem, quase comprei uma locadora de fitas VHS – lembram, aquelas que se assistia ao filme e depois era preciso rebobinar? Ainda bem que não deu certo. Se não falisse na época, faliria agora com os Netflix da vida. Mais tarde, quis montar uma escola de recuperação, em minha área de formação. Também se frustrou o investimento na “casca”.
 
Hoje, caso fosse possível eu investir em um negócio, abriria um bar. Mas não um bar “qualquer”, e, sim, o “bar”! Primeiro, para ser cliente, você precisaria ser um literato, alguém que escrevesse nem que fossem obituários. E precisaria declamar seus escritos aos clientes, toda vez que fosse ao estabelecimento. Seria uma espécie de “bar literário”. Tenho medo só de consumir todo o estoque antes de vendê-lo...
 
Depois de dias pecando nas sugestões de leitura, hoje recomendo “O crime do padre Amaro” (Eça de Queirós). Nesse romance, o autor brilhantemente retrata a corrupção moral dos membros do clero, contrapondo os mandamentos da Igreja Católica com os comportamentos dos padres. A trama se centra, sobretudo, no romance proibido entre Amaro (padre jovem que chega a uma pequena cidade) e Amélia (filha da dona da pensão que o recebe). O amor acaba em tragédia quando ela engravida, e, depois, a moça e a criança morrem.
 
Boa noite a todos!
 
Passados 40 dias do dito confinamento, parece ser propício fazermos um retrospecto do que foi esse período. Inicialmente, lá pelos idos de 19 de março (quando tudo começou), o Governo decretou que ficássemos em casa e tudo fechasse, com exceção apenas das farmácias, mercados e postos de combustível – considerados de primeira necessidade.
 
Depois, passados acho que uma dezena de dias, permitiu que algumas atividades retornassem. Por fim, na quarta-feira passada, voltaram à ativa as academias – isso cumprindo uma série de exigências, como atendimento com número limitado de pessoas, “descontaminação” frequente por álcool em gel e uso obrigatório de máscaras. Ah, a Suzana me informou que a máscara do Homem-Aranha foi confeccionada! Vou lá buscar!
 
Hoje, perguntaram a mim como me sinto bem. Pergunta capciosa, parece. Afinal, fora raras ocasiões em que estive acometido por alguma moléstia (e os dias “insanos” de enxaqueca), sempre costumo estar bem.
 
Então, respondi, de “bate-pronto”: quando estou trajando chinelos (Havaianas, preferencialmente), bermuda (a mais comum que exista) e camiseta (também prefiro as que não “amarrotem”). Para mim, essa é a concepção genuína de estar bem.
 
Quando trabalhava no banco, era quase um suplício vestir camisa de botão (redundante?). Depois que saí daquele trabalho, optei por um traje alto-esporte: troquei a camisa pela camisa polo – vestuário que ainda uso nos dias “fatídicos” de trabalho. Ficou “meio forte” esse fatídico...
 
A verdade é que não me acostumaria a trabalhar “emperiquitado”, utilizando terno e gravata, por exemplo. Parece-me que essas pessoas (executivos, advogados e políticos, de um modo geral) estão sempre com “a corda no pescoço”, tamanho o mal-estar que sinto por eles.
 
Acho que essa minha vestimenta totalmente informal é um “aperitivo” para o tempo em que estarei definitivamente aposentado – sabe-se lá quando será isso... Sinto-me bem assim, mesmo que haja críticas “veladas” de alguns. E você, como se sente bem?
 
Boa noite a todos!
Dia foi tranquilo. Consegui degustar um bom churrasco depois de mais de mês sem apreciar os prazeres da carne. Se estivesse em São Miguel, visitando a mãe, seria “obrigado” a cortar algumas de suas muitas árvores. Nunca conheci mulher que gosta tanto da natureza quanto ela. Aliás, depois de voltar de viagem para Europa, teve um chilique porque roubaram algumas frutas suas. Coisas da idade?
 
Pois bem, hoje também pensei que já estou sentindo saudades de assistir a uma boa missa. Confesso que nunca fui um cristão devoto, mas sempre reservei um domingo por mês para acompanhar a missa, geralmente em visitas à mãe.
 
E, por falar em religião, ela anda muito necessária em nossas vidas neste tempo difícil que estamos atravessando. Sempre defendi que qualquer religião tem seu valor, desde que voltada para o bem.
 
Os católicos, de um modo geral, atualmente me parecem menos crentes (do verbo crer) do que os seguidores de outras religiões. Acho que, ao longo de sua história, a Igreja Católica participou de alguns fatos não muito benéficos. Mas não sou historiador para falar sobre isso com a precisão devida.
 
Assim, penso a religião como fazer o bem ao próximo. Não necessariamente em ações grandiosas, mas em pequenos gestos que possam auxiliá-lo em alguma necessidade por que ele esteja passando.
 
Nesse aspecto, vejo que, independente da situação crítica do vírus no momento, precisamos sempre estar dispostos a socorrer os mais necessitados. Até há uma máxima muito interessante que diz que “é melhor ajudar do que precisar ser ajudado”. Grande verdade reside aí.
 
Neste momento, então, vemos muitas pessoas abnegadas, independente de matriz religiosa, dedicando-se a auxiliar aos outros, seja com cestas básicas, seja com outros valores materiais. Aliás, serão os valores materiais suficientes para aplacar o sofrimento alheio? Penso que, junto a eles, é necessário também dedicar-se aos valores espirituais – que parecem cada vez menos presentes em sociedade.
 
Bom, cada um sabe o quanto pode ajudar ao outro. Cada um também sabe a medida do que sua ação pode provocar de benéfico. Então, exercitemos mais o auxílio ao próximo. Afinal, como diz minha mãe, “Deus sempre está vendo!”
 
Boa noite a todos!
 
Os dias passam lentos, como diz aquela famosa música. E a lentidão das horas nos faz divagar sobre tudo da vida. Mesmo que, aos poucos, várias atividades estejam sendo retomadas (com os devidos cuidados), não podemos ainda dizer que a vida voltou ao “normal”. Agora, junto com o álcool em gel, por onde vamos exigem estarmos “mascarados” – no bom sentido do termo.
 
Então, hoje, tive a oportunidade de refletir um pouco sobre a profissão que resolvi abraçar. Podia até ter sido muitas coisas na vida, mas parece que uma “força maior” me conduziu ao Magistério.
 
Isso iniciou lá pelos meus 15 anos, quando comecei a cursar o Magistério de 2º grau (hoje Ensino Médio), no bom Colégio Normal Particular São José, em São Miguel do Oeste.
Decisão tomada, éramos em quatro no meio de muitas moças. Colégio exigente, acredito que nos preparou bem para o exercício da profissão.
 
Tempos depois, iniciei a graduação em Administração, curso com o qual não me identifiquei. Então, foi natural a troca por Pedagogia, pouco cursada também, porque logo precisei mudar para outra cidade em função de redução no quadro de funcionários do Banco do Brasil de São Miguel, onde trabalhava na época.
 
A cidade escolhida foi Chapecó. Lá, tinha, entre as opções de curso, História e Letras – optei pelo segundo. Curso concluído, o destino levou-me a ser professor universitário.
 
Algum tempo depois, tive a oportunidade de cursar o Mestrado em Letras na UFSC, talvez um dos cursos mais renomados da área no Brasil. Lá, aprendi muito e credito aos excelentes professores que tive o “mestre em transformação constante” que julgo ser.
 
Cerca de uma década e pouco depois, estava, como se diz no popular, com “uma mão na frente e outra atrás”. Desempregado, tentei várias funções, sem êxito. Até que o destino me “devolve” ao Magistério: aprovado em concurso público, optei por trabalhar na EEB Kyrana Lacerda, em Vargeão, onde iniciei em 2019 e estou até o momento.
 
Querem saber? Acho que nasci para ser “unicamente” professor. O que isso significa? Que, feliz ou infelizmente, não sei fazer quase nada a não ser lecionar. Com isso, ao longo de duas décadas e pouco de Magistério como profissão, tive muitos alunos que se identificaram comigo e outros não. Também penso que, para muitos, fui um bom mestre, enquanto, para outros, um péssimo professor. Paciência, nunca quis agradar a todos, mas com todos procurei fazer o melhor de mim.
 
O Diário de hoje é uma homenagem para todos os professores que, apesar da falta de apoio, continuam acreditando que podem transformar para melhor a vida de seus alunos.
 
Boa noite a todos!
 
Hoje, retornei às atividades da academia. E como estava com saudades dos exercícios físicos acompanhados! Acho que já falei anteriormente, mas reitero que a atividade física me causa muito bem-estar. Em virtude de dois fatores – saúde e idade –, nunca penso em parar meus exercícios. Índio e Rafa sabem bem disso.
 
Minha prima Eliane, lá da distante “Casias”, sugeriu-me abordar hoje o tema “política”. Mas, bah, política? Tema bem “ruinzinho” de tratar, pelas vertentes ideológicas que possui. Mas vamos lá...
 
Inicialmente, quero deixar claro aqui que meu objetivo não é tratar de política partidária, tipo “defender” partido “x” ou “y”. Em meu modo de ver, todos os partidos têm seu lado bom e seu lado, digamos, “nefasto”.
 
Então, quero abordar a política na acepção da palavra: “arte ou ciência de governar; arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados”. Pois bem, todos devem ter um pouco de noção de que a política como concebemos foi gerida inicialmente pelos romanos, há pelo menos uns dois milhares de anos.
 
Assim, penso que é mais interessante tratarmos do que deveria ser a política como ação em sociedade. Nesse aspecto, penso que a política está presente em todas as nossas atividades cotidianas. Todas elas, sem exceção.
 
Por exemplo: quando nos relacionamos com nossos vizinhos, tratamos da “política da boa vizinhança”. Quando compramos ou vendemos algo, estamos fazendo uso da “política de mercado”. E quando nos relacionamos com as outras pessoas, abordamos a “política do bom relacionamento”. Percebem, então, como a política, querendo nós ou não, faz parte de nossa vida?
 
Talvez a política mais importante seja essa do relacionarmos, porque, atrelada a ela, há muitas outras “políticas”: bem-estar, respeito, convívio, fraternidade, solidariedade, amor ao próximo e por aí vai.
 
Nunca pensei em desempenhar um cargo público. Caso viesse a fazer isso, procuraria ser um “bom político”. Primeiro, destinando boa parte de meu salário para obras de caridade ou de ajuda ao próximo. Depois, seria um político “full time” (é assim que se escreve, professora Elisangela?), daqueles que estariam ao lado de seus eleitores o máximo de tempo possível, procurando solucionar seus problemas comunitários.
 
Por hoje é isso! Boa noite a todos!
 
Mais um dia muito tranquilo. Retornei às fisioterapias de minha perna direita problemática e também conversei longamente com um ex-aluno, Jean (dirigente sindical), sobre questões ligadas à profissão – precisava ter falado com ele há pelo menos um ano. Fora isso, sorvi mais um bom café na panificadora.
 
Depois de 30 e tantos dias sem novidades esportivas, voltei a sentir falta dos programas esportivos “ao vivo” – sim, pois o que mais se vê na TV hoje são reprises de “grandes” jogos do passado.
 
Entre os esportes que já pratiquei e gosto, fora o futebol (em que era um jogador, no máximo, mediano), sempre acompanhei basquete e tênis de campo. Nunca fui fã do vôlei, que considero muito monótono. Antes da Pandemia, havia até assistido na TV a vários jogos de tênis do Open Rio, muito disputados por sinal.
 
Com todos os campeonatos de futebol paralisados, acabei me desligando um pouco dos chamados canais esportivos. Tinha um programa que acompanhava às segundas-feiras à noite e depois, durante os outros dias da semana, assistia a outro programa mais no fim de noite. O que não abro mão é de prestigiar o “Bate-papo esportivo”, em uma rádio de São Miguel, capitaneado pelo grande amigo Vilmar.
 
Sem perspectiva de voltarem as transmissões televisivas de esporte, boa notícia tenho que amanhã retorno às atividades da academia. Professor Indiolan disse que tem muitas saudades de mim! Risos. A verdade é que os mais de 30 dias parados precisam ser recuperados logo. A saúde e a idade cobram isso...
 
Hoje, uma sugestão de livro “fenomenal”. Trata-se de “O iluminado” (Stephen King), magistralmente escrito pelo fantástico escritor norte-americano em seu início de carreira. O excelente suspense envolve um escritor frustrado, sua mulher e filho, que vão cuidar de um hotel fechado durante um inverno rigoroso. Lá, entidades fantasmagóricas colocam em risco a sanidade mental do escritor e, por sua vez, a vida de seus familiares. Tem também o filme, versão dos anos 1980, com Jack Nicholson dando um “banho” de interpretação.
 
Boa noite a todos!
 
Depois de 34 longos dias, pude sorver meu café no aconchego da panificadora. Que saudades tinha daquele café que considero especial! Pensei até que nunca mais poderia saborear meu café vagarosamente – como ensina a cartilha –, vendo o movimento do lugar. Prazer imensurável que voltou ao seu normal.
 
Já se deram conta de quanto mudou o mundo nos últimos 35 dias? Algumas foram mudanças drásticas; outras, mais amenas. Mas, com certeza, o mundo que antes conhecíamos não é mais o mesmo. Parece até um cenário de “1984” (George Orwell), obra fantástica do inigualável escritor inglês.
 
Vamos relembrar, então. Primeiro, alertaram que não deveríamos mais nos tocar. Perigo mortal! Com isso, “extinguiram” da raça humana o aperto de mãos e o abraço. Junto com essa “medida”, aconselharam-nos a manter uma distância regulamentar de outras pessoas. Em meu caso, não foi algo que tenha abalado muito: nunca fui muito fã da proximidade exagerada.
Depois, disseram que se não lavássemos as mãos por 20 segundos (se eu demorar só 10 ou ainda 30 segundos, estarei fazendo errado?), constantemente, seríamos facilmente contaminados pelo vírus mortal. Aliado a isso, incluíram em nossa rotina o álcool em gel, a ser usado indiscriminadamente.
 
Em terceiro, proibiram-nos de participar de festas e eventos. Disso, tenho muitas saudades das confraternizações com meus amigos. Pior: se pensarmos em um cenário pessimista – de que o fim do Coronavírus está muito distante –, por um longo tempo eventos como futebol estão verdadeiramente “banidos”.
 
A seguir, imputaram-nos o uso de máscaras. Aí, já virou Carnaval! É cada tipo de máscara que se vê por aí. Alguns até parecem que estão usando uma “focinheira”. Minha amiga Suzana prometeu-me uma do Homem-Aranha. Estou esperando.
 
O que virá pela frente? Fácil até imaginar. Penso que a próxima medida de proteção será só podermos sair à rua vestidos com aqueles trajes especiais dos cientistas. Duvidam? Eu não. Aliás, não duvido de quase mais nada.
 
Independente do radicalismo dos novos hábitos, o certo é que precisamos nos proteger. Na verdade, parece que toda precaução ainda é pouco. Portanto, não vale a pena arriscar e “pagar pra ver”. Penso, com isso, que este Diário ainda terá “vida longa”!
 
Boa noite a todos!
 

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