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A chuva é muito bem-vinda, mas, quando em exagero, não é nada bom. Com o temporal de hoje, várias ruas da cidade ficaram submersas. Até passou na TV, como me contou minha mana.
 
Pois bem, hoje foi dia também de atender aos alunos e planejar atividades. Daqui a pouco, com mais uma turma, terei videoaula.
 
Vou contar uma passagem da minha vida que me marcou muito, pois é relativa ao meu primeiro registro em carteira de trabalho.
 
Quando eu tinha 15 anos, a mãe conversou com a irmã superior do Colégio São José (onde eu estudava no 1º ano do Magistério). Motivo: que a freira indicasse meu nome para a seleção de Menor Auxiliar do Banco do Brasil (Masg), o popular azulzinho da época – por causa do uniforme, que era dessa cor.
 
Uns meses depois, eu e mais 11 garotos (todos de famílias de origem humilde) fomos convocados para uma prova e uma entrevista, todos concorrendo pelo mesmo cargo. Ao final, quatro seriam aprovados.
 
Fui bem na seleção e, logo, fui chamado para compor o quadro de menores aprendizes do BB. As tarefas eram as mais diversificadas possíveis, mas todas sem muita complexidade.
 
Lembro com saudade de duas passagens desse tempo. A primeira, num dos dias iniciais de trabalho, passaram-me uma incumbência muito importante: contar os “furos” de uma fita de telex, separando os pequenos dos maiores. Era uma brincadeira de iniciação, mas eu fiz a tarefa com muito zelo. No final, quando me contaram, todos riram muito, e eu fiquei com cara de bobo...
 
A segunda, quando chegava nova mensagem de telex (e vinham umas 20 a 30 por dia), eu tinha de coletar as assinaturas do gerente e do subgerente, que trabalhavam no segundo andar. Assim, quando chegava o telex, a Fátima (colega concursada), já gritava: “Longhi, telex!” – era a senha para eu buscar a mensagem e colher as assinaturas.
 
Ao final, trabalhei no BB em dois períodos: como Masg (dos 16 aos 17 anos e 10 meses) e depois, como concursado, por mais 15 anos. Foram bons tempos aqueles, em que consegui conquistar uma certa independência financeira.
 
Boa noite a todos!
 
Dia de cortar o cabelo, depois de uns 45 dias com as “crinas” grandes. Também dia de academia e fisioterapia. Além disso, preparação de atividades para os alunos (pela manhã) e aulas on-line (à tarde). Enfim, dia com agenda bem tumultuada.
 
Ainda ontem, ao findar da noite, pensava sobre qual assunto tratar hoje no Diário. De repente, vi uma postagem no Facebook que trazia uns 15 diferentes modelos de celular (todos antigos) e uma pergunta: “qual foi seu primeiro celular?”. E, nas atividades que preparei para uma das turmas hoje, havia uma espécie de jogo enigmático: o desenho de um velho celular e nele escrito “celular: cela ou lar”?
 
Bem, a partir disso, o tema “brotou” naturalmente. Inicialmente, pensei em “dividir” a vida humana na Terra em duas “eras”: antes e depois do dito celular.
 
Antes do celular, havia uma comunicação mais “verdadeira”, o dito “olho no olho”. As pessoas pareciam viver em um mundo mais devagar, no qual nossas atividades eram regidas por um tempo diferente. Caso quiséssemos falar com alguém distante, ou escrevíamos uma carta (falo da “era” pré-e-mail) ou (os mais afortunados) fazíamos uma ligação de um telefone convencional para a pessoa. Enfim, nada parecia ser apressado, “para ontem” (como se brinca) ou, a cada cinco minutos, precisássemos olhar para um aparelho a fim de ver se não “caiu” uma nova mensagem ou uma atualização de alguma rede social. Tempos “pré-históricos”...
 
Depois do celular, a comunicação parece ter perdido sua essência: não raro, um casal e seu(ua) filho(a) estão muito próximos e muito distantes, pois cada um está manuseando seu aparelho. Mais: encontramo-nos com os amigos e de repente, sem perceber, a conversa “para” no tempo, pois cada um pegou seu celular para ver alguma coisa. Bom, não quero entrar no “terreno” dos vícios, pois, bem sei, esse artefato é muito viciante! Também não pretendo entrar no mérito das reuniões de trabalho, em que, furtivamente ou não, sempre tem o sujeito mais ligado no celular do que no que está sendo tratado (nisso, consigo me “policiar”).
 
Vamos à verdade cruel? Acho que, infelizmente (essa é a palavra certa), não “vivemos mais” sem essa tecnologia, mas era preciso que nos afastássemos um pouco dela para viver a “verdadeira vida”. Como já dizia uma famosa propaganda de uma empresa de tecnologia: “desconecte-se para se conectar”. Pensemos sobre isso!
 
Boa noite a todos!
 
Esta segunda-feira marcou-se novamente pela preguiça. Nada de novo para fazer, “naveguei” muito pelas redes sociais e conversei com algumas pessoas. Sim, amigo Vilmar, precisei ir ao banco para pagar a pensão, o que faço religiosa e mensalmente desde 2015. “Aforante” isso (diria minha mãe), só “dolce far niente”. Ah, fim de tarde, choveu de novo, o que prenuncia nova onda de frio amanhã.
 
Agora, ao escrever o Diário de hoje, estou degustando um bom chá de espinheira santa, recomendação, lá dos idos de 2000, de um médico de Chapecó, bom para a digestão e curativo de gastrite e outras “ites” estomacais. Recomendo!
 
Minha mãe, por falar em recomendação, sugeriu que, na medida do possível, o Diário seja leve e bem-humorado. Podemos dizer “não” a um pedido de mãe? Pelo menos eu, não consigo. Então, vamos a um fato mais ameno.
 
Nos idos de 1991, os Jogos Catarinenses das Associações Atléticas do Banco do Brasil (Jeca) aconteceram em São Miguel do Oeste. Na ocasião, inscrevi-me para participar da corrida rústica, em um trajeto de cinco quilômetros – para quem conhece São Miguel do Oeste, saía do trevo em direção ao CTG.
 
Pois bem, eu não queria fazer “feio”. Assim, resolvi treinar um bom tempo antes da prova, fazendo o mesmo trajeto. Em algumas ocasiões, meu amigo Elton me acompanhava. Acredito até que adquiri um bom preparo para correr.
 
Dia da prova, muita ansiedade. Dada a largada, parti muito disposto a obter um bom resultado. Estava indo bem, até que, mais ou menos na metade do trajeto, o fôlego foi pro “espaço”. Com isso, corri a segunda metade com muito cansaço, achando até que não ia conseguir terminar a prova. Próximo à antiga prefeitura, encontrei o Elton, policial militar à época, de ronda. Lembro-me de ter gritado pra ele: “Elton, não consegui!”, fazendo referência ao fato de que não pude manter o mesmo ritmo dos treinos. Porém, ao final, conquistei um bom terceiro lugar na categoria, muito comemorado com os amigos naquela noite. Bons tempos aqueles!
 
Hoje, a sugestão literária é para “A história secreta da Rede Globo” (Daniel Herz), livro que li durante minha Especialização em Jornalismo. A obra trata da criação da Rede Globo durante a ditadura militar brasileira. Adotando uma metodologia de jornalismo investigativo, o livro se baseia em documentos oficiais para adquirir confiabilidade.
 
Boa noite a todos!
 
Domingo foi de bom Sol. Para falar a verdade, nunca gostei muito do domingo; para mim, é um dia qualquer, como qualquer outro. Acho que pelo fato de que, durante uma boa parte de minha vida “produtiva”, passei muitos domingos revisando artigos, monografias, dissertações e teses ou corrigindo trabalhos de alunos. Já o sábado tem uma “aura” diferente: parece um dia mais positivo.
 
Conforme falei ontem, hoje o “bicho pegou”: passei boa parte da tarde atualizando os registros escolares de meus alunos. Vida de professor não é nada fácil, já digo isso há uns 30 anos mais ou menos! Agora, ao som da qualificada rádio Antena 1 (no momento tocando “Close to you”, de Maxi Priest), redijo o Diário de Hoje.
 
Um sonho que sempre tive na vida foi ser um colunista de jornal impresso, de sucesso, estilo Cacau Menezes. Para quem não conhece Cacau, ele foi colunista social do Diário Catarinense (DC) em sua versão impressa, que já não existe mais (culpa da maldita/bendita Internet). E eu fui assinante do DC durante muitos anos.
 
Assim, acho que, por mais de 20 anos, ele publicou sua coluna (de duas páginas inteiras do jornal) diariamente. Eu lia e invejava Cacau... Com sua escrita irônica e bem-humorada, ele falava da vida de ricos e famosos catarinenses em suas aventuras bem-sucedidas e desastradas. Não raro, era criticado ferozmente por quem se achava prejudicado pelos seus escritos. Depois que o jornal “impresso” morreu, nunca mais o acompanhei.
 
Um pouco dessa frustração (de não ser um colunista de renome e famoso), recupero aqui, ao fazer minhas crônicas diárias. O que tem, efetivamente, me causado um sentimento de muita realização, muito pelo número crescente de leitores de meus textos – desde a reportagem no Canal Ideal, tenho recebido cerca de 30 novos convites de amizade pelo Facebook. Por isso, vida longa ao Diário da Pandemia!
 
Hoje, mais uma sugestão literária envolvendo o mestre baiano: “Tereza Batista cansada de guerra” (Jorge Amado). O livro, publicado em 1972, traz uma personagem (Tereza Batista) que encarna a revolta da mulher que recusa a condição de fragilidade, não aceita ser objeto e luta por autonomia. A protagonista vinha se somar a outras figuras femininas magistralmente criadas pelo autor, como Gabriela e Dona Flor.
 
Boa noite a todos!
 
A cada dia que passa, o inverno se aproxima mais. A prova é o frio, que aumenta consideravelmente. Por falar em frio, não sou nenhum pouco “fã” dele. Houve uma época da vida (não lembro muito bem quando) que eu até gostava do frio e da chuva. Acho que, “sintomas” da idade, não os aprecio mais. Mas e o que falar do dia de hoje? Absolutamente calmo e tranquilo – já amanhã, o “bicho vai pegar”, pois tenho de colocar em dia os registros escolares de meus alunos...
 
Depois de três reportagens – realizadas pelos conceituados Lance Notícias, Canal Ideal e Oeste Mais –, o Diário alcançou novos “seguidores” e leitores. Essa repercussão é muito legal, pois (confesso), quando “lancei” a primeira edição do Diário, lá no longínquo 23 de março de 2020, não imaginava que ele fosse atingir essa dimensão. Tenho alguns leitores muito fiéis, de quem vou tratar um pouco nos próximos dias e que me motivam a continuar escrevendo. A todos, portanto, meu muito obrigado!
 
Hoje, quero recordar com vocês um fato muito engraçado do tempo em que eu era estudante do Normal (popular Magistério), no extinto segundo grau, atual ensino médio.
 
Uma noite, não tivemos aula – acho que a professora faltou por algum motivo, não lembro bem o que houve. Então, estávamos à frente do colégio (Normal Particular São José, em São Miguel do Oeste), “jogando” conversa fora. Eram mais ou menos umas 19h20min. De repente, uma irmã (freira), saindo do colégio, passou por nós, indo em direção à igreja matriz. Eu, metido a engraçado (mas sem nenhuma maldade), falei na hora: “então, pessoal, vamos todos pra missa!”.
 
Pra quê? A irmã parou bruscamente e interrogou: “quem foi o engraçadinho que falou isso???”. Silêncio total, ninguém se acusou. Fiquei muito assustado e pensei que, no dia seguinte, seria chamado à diretoria para, no mínimo, levar uma advertência ou até uma suspensão...
 
Como ninguém falou nada, ela resolveu seguir seu rumo, e nós continuamos conversando normalmente. De tão assustados, acho que nem rimos do fato na hora. Lembram-se desse acontecimento, Aliete, Iria, Tânia e Berna? Eu era o culpado!
 
Boa noite a todos e bom final de semana!
Muita chuva marcou o dia de hoje; praticamente caiu água o dia inteiro. Tive uma noite mal dormida, sono leve e diversos momentos de insônia. Assim, o dia foi moroso, com a tarde preenchida por academia e fisioterapia. Mais tarde, terei reunião por videoconferência com o pessoal da escola – por falar nisso, hoje “bateu” uma saudade dos colegas e dos alunos. Já faz quase 90 dias que estamos sem aulas presenciais e, ao que tudo indica, antes de agosto elas não voltam.
 
Todo mundo tem uma ou mais músicas que marcaram sua vida. Geralmente, aquelas que “embalaram” a juventude, período dos relacionamentos amorosos. Época boa, dos bailes de interior, animados por música gaúcha e algumas internacionais.
 
Classifico-me como eclético na questão musical, mas não sou muito fã nem de sertanejas, nem de funk ou rap. Ainda prefiro o pop rock ou a música gauchesca. No passado, ainda escutava muito; com o tempo, tenho restringido o ouvir música – assim, escuto um pouco da rádio Antena 1, dedicada a músicas internacionais.
 
Na juventude, uma música que me marcou muito foi “Crazy”, do cantor inglês Seal. Escutava muito e tentava, rudimentarmente, acompanhar a letra em inglês, sem muito sucesso. Esse cantor, de nome de batismo Henry Olusegun Adeola Samuel, também é um grande compositor. Entre seus maiores sucessos está a canção “Kiss from a rose”, trilha sonora do filme “Batman forever”. Prolífico na área musical, Seal já vendeu 15 milhões de cópias no mundo todo até hoje.
 
Um trecho que gosto muito em “Crazy”: “mas nunca sobreviveremos, a menos que enlouqueçamos um pouco. Não, nunca sobreviveremos, a menos que sejamos um pouco loucos”.
 
Em termos nacionais, curto muito Frejat (ex-Barão Vermelho). Para mim, sua melhor canção é “Segredos”, extremamente romântica. E vocês, qual canção marcou suas vidas?
 
A sugestão literária do dia é “O vidiota” (Jerzy Kosinski). O livro conta a história de Chance, criado isolado do mundo e sendo “alfabetizado” por uma televisão. Adaptado para o cinema, com o genial Peter Sellers, virou “Muito além do jardim”, filme que também recomendo.
 
Boa noite a todos!
O que temos para hoje? – como pergunta o cliente contumaz para o comerciante de feira. Pois bem, dia absolutamente preguiçoso. Assim, além de consertar uma luz do carro, praticamente nada fiz de novo. Minhas quintas, aliás, têm costumado ser bastante calmas.
 
Pensei muito sobre isto e hoje quero discorrer um pouco sobre os chamados “objetivos de vida”.
 
Como está em nossa raiz humana, nascemos, crescemos, nos reproduzimos e, por fim, morremos – o que varia um pouco de ser para ser. Mas e nesse meio de tempo, o que fazemos? Simples: “corremos” atrás de objetivos em nossa vida. Para uns, estudar e formar-se um profissional; para outros, ser rico e viver abonadamente; ainda há os que definem casar-se e constituir uma família. Pois bem, os objetivos individuais são os mais diversos possíveis, seja você um consumista ou não.
 
Quando jovem, pensei em fazer parte da “roda natural” da vida. Primeiro, o estudo. Com ele, o primeiro emprego. Daí, o primeiro carro. Depois, a primeira namorada. O casamento, filhos e, no final, a “espera da morte”. Tom muito trágico, isso, mas “desenho” natural para uma vida absolutamente “convencional”.
 
De repente, porém, minha vida deu uma grande “guinada”, como navio à deriva em alto-mar. Tudo o que era certeza transformou-se em incerteza. A partir daí, repensei totalmente os rumos da minha vida. Hoje, penso que o maior objetivo de vida que um ser humano possa ter é a sua saúde – primeiríssimo lugar. Depois vêm os ditos bens materiais, que, a meu ver, são quase que totalmente dispensáveis. Afinal, você pode ter bilhões de reais, mas se não tiver boa saúde, eles não vão comprá-la.
 
Onde quero chegar? Que a vida (acho que “aprendi” muito tarde isso...) precisa ser vivida com mais leveza, sem assombros monumentais diante das dificuldades. Que precisamos ter fé sempre e, nunca (absolutamente nunca!) nos entregar aos momentos difíceis. Tenhamos fé, portanto, em todas as situações!
 
Vamos ler mais um pouco? Sugestão literária de hoje vai para “O regresso” (Michael Punke). Logo que separei, adquiri esse fantástico livro. Na história, um caçador é ferido por um urso e abandonado à própria sorte pelos amigos. A partir daí, ele luta por sobrevivência e depois parte em uma jornada de vingança. O livro originou o filme, magistralmente interpretado por Leonardo Di Caprio.
 
Boa noite a todos!
O dia de hoje foi bastante “puxado”. Foram praticamente três turnos de trabalho atendendo às minhas funções de professor do Estado de Santa Catarina. De manhã, atendimento por videoconferência; à tarde, planejamento e postagem de atividades; e, logo mais, terei mais uma turma por videoconferência. E depois há os que dizem que professor trabalha pouco e ganha muito... Estão enganados. Além disso, tirei um tempinho para degustar uma boa sopa de agnoline no meu amigo Geder.
 
Então, como já falei no Diário de ontem, tive a grata visita e reportagem do Canal Ideal. E a repercussão da reportagem foi grandiosa: até há pouco, havia mais de 6.700 visualizações em pouco mais de um dia! Com isso, recebi, ainda ontem, cerca de 50 convites de amizades novas no Facebook, o que me deixou muito satisfeito.
 
A partir disso, como agora terei, provavelmente, novos leitores, gostaria hoje de retomar como é o processo de “feitura” do Diário. A maioria já sabe, mas os recém-chegados ainda não.
Todos os dias, desde o quinto dia da suspensão das aulas pelo governo estadual e consequente quarentena, religiosamente às 19 horas, sento à frente do computador para escrever o nosso Diário da Pandemia. Assim, ao longo do dia, penso qual assunto será relevante tratar neste dia. Além de temas para reflexão, também rememoro alguns acontecimentos marcantes de minha infância ou juventude.
 
O processo todo não demora mais do que 30 minutos, entre escrever o texto, revisá-lo e, por fim, publicar em meu perfil do Face. Claro que minha experiência de 30 anos com comunicação facilita para que eu não tenha dificuldades para escrever os Diários. Mas isso não significa que seja um processo menor; ao contrário, prezo muito pelo Diário, tanto que, em algumas oportunidades, pensei em parar de escrever, mas alguns leitores me demoveram da ideia.
 
Então, penso que nosso Diário está atingindo seus objetivos: propor reflexões sobre temas diversos em uma leitura rápida (cerca de três minutos), descontraída e diária. Afinal, exercitar a leitura é exercitar o cérebro, um órgão que, se não for estimulado, fatalmente atrofiará.
 
Por fim, quero convidar todos a continuarem a leitura deste modesto texto diário de reflexão. É por vocês que escrevo e por vocês que continuarei até que o nosso bom Deus o diga! Gratidão!
 
Boa noite a todos!
 
Dezenove horas em Brasília... Hora de escrever mais um Diário da Pandemia!
 
Ainda bem que temos compromissos diários independente de pandemia ou não. Então, além da preparação de aulas, hoje atendi alguns alunos por uma nova modalidade: aula por videoconferência. Poucos “gatos pingados”, é verdade, mas fazer o quê? Além disso, dia das “ias”: academia e fisioterapia, que me salvam da total monotonia (olha só: rimou!).
 
Hoje, enfim, posso elucidar quem foram as gratas visitas da última sexta-feira: a jornalista Fran (posso chamá-la assim?) e o cinegrafista Adão, equipe do Canal Ideal, prestigioso meio de comunicação da cidade e região. Motivo da visita? Conhecer o projeto chamado Diário da Pandemia. Pessoas muito simpáticas e que fizeram uma excelente reportagem sobre nosso Diário (sim, isso mesmo, a partir do momento em que um texto ou livro ultrapassam fronteiras, eles não pertencem mais somente ao seu autor, mas sim a toda uma coletividade).
 
E a visita deles acabou gerando o mote para hoje: falarmos um pouco sobre os importantes meios de comunicação. Bom, eu labuto há uns 30 anos nessa área, e considero que a comunicação é vital para nossa existência como seres humanos. Se ao homem fosse tirado o dom de comunicar-se, estaria ele relegado a ser somente mais um animal sobre a terra, já dizia o filósofo.
 
Assim, todos os meios de comunicação são importantes, seja uma revista, um jornal, um livro, uma rádio (concorda, amigo Vilmar?) ou uma televisão. O importante é que eles nos transmitam a verdade dos fatos, sendo imparciais, como prega a cartilha do bom jornalismo. Aliás, diria que, sem eles, também teríamos dificuldades de viver, pois se tornaram essenciais em nossa vida. Uma “salva de palmas” a todos os profissionais que labutam nessa nobre área!
 
E como o tema é comunicação, a sugestão literária do dia vai para “Entre os vândalos: a multidão e a sedução da violência” (Bill Buford). Este livro (que prometi ontem indicar à querida colega Celimar) trata da experiência de um jornalista inglês que se infiltra numa torcida de time de futebol na Inglaterra. A partir daí, ele relata os horrores cometidos pelos hooligans, sedentos por violência a cada jogo de seu time. Li esse livro há muito tempo, por ocasião de meus estudos na Especialização em Jornalismo que fiz em início de carreira. Vale a leitura!
 
Boa noite a todos!
 
Chuva fraca o dia inteiro; só porque lavei o carro no sábado... Porém, boa, porque o tempo já prenunciava racionamento de água continuando o cenário sem chuvas. Dia tranquilo, sem muita coisa para fazer, mas conseguindo cumprir o prometido pra mim mesmo há algum tempo: sem ver e escutar as mazelas transmitidas pelos noticiosos da TV.
 
Mas hoje, no iniciar o dia, mais precisamente à zero hora, assisti a bom filme antigo na TV: “O último golpe”, policial de 1974, com muita ação e enredo bem construído. A história gira em torno de um grupo de assaltantes de banco que, após alguns anos separados, planejam seu último grande roubo.
 
Falo do filme não só por sua qualidade, mas, principalmente, por ele ser estrelado por um dos ícones do cinema: o genial Clint Eastwood. Na época do filme, ele era bem jovem – estava na casa dos 40 anos e no auge da interpretação. Foi também por aquela década que ele estrelou diversos filmes com o personagem Dirty Harry – policial durão que enfrentava os marginais “à bala”.
 
Então, o filme veio a calhar com os 90 anos de Clint, comemorados ontem. Ator e diretor profícuo, ele tem mais de centena de filmes no currículo, muitos deles memoráveis e que entraram para a história da “sétima arte”. Devo ter assistido pelo menos uns 30 filmes dele, todos com desempenho magistral. Em 2018, por exemplo, nos altos de seus 88 anos, ele contracenou em “A mula”, sobre um transportador de drogas já idoso – filme baseado em fatos reais.
 
Quantas pessoas ainda estão ativas depois dos 70 anos? Acho que podemos “contar nos dedos”. Para muitos, a aposentadoria, a partir dos 50 ou 60 anos, significa “se atirar nas cordas”, partindo para o “marasmo” de uma vida fácil e sedentária. Clint sempre se recusou a isso.
 
Talvez este seja o segredo de uma vida longa: trabalhar continuamente sem esmorecer e sempre se dedicando a novos projetos. Eu, particularmente, não vejo data para parar em definitivo, mas não posso garantir de chegar aos 90, como o implacável Clint.
 
Você já pensou em qual sua expectativa de vida pós-aposentadoria? Bom, é melhor começar a se planejar o quanto antes, pois a idade “chega” sem percebermos e, aí, pode ser “tarde demais”.
 
Boa noite a todos!
 

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