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Administrador

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Hoje, foi dia de “tirar os pontos”. Além disso, preparei atividades para os meus alunos, mas não pude atendê-los on-line em virtude da ausência de Internet, motivada pelos fortes ventos (terá sido um ciclone?) que passaram pela região.
 
Dia de comemoração, de novo! Completamos, com a de hoje, 100 edições ininterruptas do Diário da Pandemia! Para quem nunca havia escrito tanto na vida (pelo menos não em tão pouco tempo), é uma vitória.
 
Então, ontem à noite, resolvi fazer um levantamento dos temas que já foram abordados no Diário. Sei que vai ficar um pouco extenso, mas vou arrolá-los aqui: acidentes com moto; administradores de crise; agir certo e fazer o que nos faz bem; amizade; arte de escrever; Bate-Papo Esportivo; BB de Vargeão; bom humor; “bronca” da freira; café; café com Carmelita; caminhada até Nova Erechim; Canal Ideal; carros; cartas; celular; 100 dias de confinamento; chimarrão; chinelo, bermuda e camiseta; circo com Sérgio Mallandro; Clint Eastwood; colunista; conflitos; conversa com a prima Janaína; conversa com o senhorzinho; crianças fora das ruas;
 
cuidados com o Coronavírus; desarmar-se e amar-se; dia das mães; dia do profissional de Letras; drogas; economia pessoal; elogios; empreendedorismo; empresários; enfermeiros; enxaqueca; esportes; excelência no atendimento; experimentos sociais; Fiat 147; filmes que marcaram; formigas e outros insetos; GP de F-1 no Rio; Hélio (motorista da Kaiser); ida ao mercado; idosos; infância; intolerância; Inverno; jaca; janela indiscreta; Jeca de 1991; jornaleiro; jovem cientista; lembranças com alunos; lembranças da infância; liberdade; magistério; máquina fotográfica; mar pela primeira vez; máscaras; Masg; medo; meios de comunicação; 1996; movimento nos mercados; músicas; não precisar de muito para viver; “não toque em nada!”; naufragar; objetivos de vida; ócio produtivo; pandemia; passeio de Chevette com a mãe; pecado e frustração mortais; pequenas gentilezas; pessoas das quais dependo; plano de saúde; política; pretensões pós-pandemia; profissionais da música; relação humano x animal; religião; República dos Bixos; revisão de textos; ser empreendedor; ser professor; síndico; solidariedade; sonho com anjo; sonho com Marina e João Guilherme; teatro; time da Kaiser; “trepim e descim”; valor das coisas; viagem à Europa; viagem ao Litoral catarinense (em 2000) e “voo” na infância.
Recordo que alguns temas causaram mais repercussão; outros, houve menos comentários. Mas isso é natural pelo curso normal da nossa vida e por aquilo que acaba nos impactando mais ou menos. Por falar nisso, qual tema te agradou mais?
 
Boa noite a todos! E até amanhã!
 
Acordei ligeiramente tarde (por volta das 10 horas) e fui direto para meus compromissos do dia. Inicialmente, curativo no machucado; depois, almoço. Já no início da tarde, tive consulta com a nutricionista, que me deu uma ótima notícia: emagreci 2,5 quilos em 30 dias! Por fim, para fechar o dia, um bom café na padaria.
 
Como gosto muito de estatísticas, verifiquei que, no final de semana, meus leitores têm, aparentemente, mais preguiça para ler o Diário, pois diminui a quantidade de curtidas. Acho que muitos, como eu, ficam distantes da tecnologia quando chega o fim de semana. Assim, meus “parabéns” para quem segue “firme e forte” na leitura do Diário, todos os dias, “faça chuva ou faça sol”!
 
Hoje, recordei de quando comprei minha primeira máquina fotográfica (será que os mais jovens sabem do que estou falando???), no distante 1998. Era uma Pentax, e, apesar de tecnológica para a época, apenas “batia” fotos que, depois, precisavam ser “reveladas”.
 
Assim, toda foto era uma espécie de surpresa, pois, somente com a revelação, você sabia se não havia tremido ou tirado uma má foto, com enquadramento errado ou luminosidade inadequada. Enfim, era uma aventura fotografar com esse tipo de máquina.
 
O motivo da aquisição dela (que custou absurdos 400 reais na época) era a viagem que eu e a mãe faríamos para a Europa naquele ano. Então, junto com a máquina, adquiri vários rolos de filmes, pois não sabia se lá acharia compatíveis.
 
Como havia o custo de revelação (que também não era barato), lembro que, no início, tirava poucas fotos. Devo ter, prévio à viagem, revelado apenas um filme. Hoje, ainda guardo muitas fotos daquela época. Depois da Pentax, vieram outras máquinas, mas isso é história para outros diários. E você, recorda qual foi sua primeira máquina fotográfica?
 
Sugestão literária do dia: “Ed Mort” (Luis Fernando Verissimo). O personagem foi criado em 1979, como paródia das histórias norte-americanas de detetives, principalmente as de Dashiell Hammett e Raymond Chandler. Assim, Ed é um detetive particular trapalhão e sempre sem dinheiro, que se mete em todo o tipo de encrencas.
 
Boa noite a todos!
Domingo de friozinho simpático, daqueles que não “estalam” os queixos, mas marcam sua presença. Passei um dia completamente inútil, saindo só para almoçar, o que me deixou com vergonha de mim mesmo... Sim, pois havia me programado, ainda ontem, para hoje corrigir trabalhos de alunos. A preguiça (maldita preguiça!) impediu tudo, quase até de pensar. Amanhã (ainda bem...), será outro dia e espero que produtivo!
 
Gosto muito da palavra “excelência”. Basicamente, significa: “qualidade do que é excelente; qualidade muito superior. Ou tratamento que se confere a pessoas das camadas mais altas da hierarquia social”. Quero tratar aqui da acepção de “qualidade muito superior”, pois ela envolve diversos aspectos de nossa vida – por exemplo, podemos ser excelentes no trabalho, em nossas atitudes, na criação dos filhos, nos estudos, em saúde pessoal, e por aí vai...
 
O que me surpreende, porém, é essa palavra empregada no atendimento às pessoas. Alguns dizem que todo atendimento deveria ser de excelência, mas isso não é verdade! Algumas pessoas atendem a outras com pouca vontade, quase descaso, diria; outras, contudo, se esmeram para agradar, para “encantar”. O que as diferencia? Eu vejo que o atendimento de excelência está vinculado a características particulares da pessoa. Ou seja, ela “nasceu” para atender a outras pessoas e prestar-lhes o melhor serviço. Pois bem, não necessariamente ela ganha mais pela deferência que presta; assim, parece que se sente muito bem por tratar os outros de uma forma diferenciada. “Mais ou menos” por aí.
 
Para exemplificar, vou citar dois casos pessoais: na padaria que frequento (do Geder), uma atendente sempre me pergunta “como está meu dia”. Por que ela faz isso? Acredito que o objetivo dela é mais do que saber a resposta; ela pretende que eu me sinta bem no estabelecimento (do qual, vejam bem, ela não é dona!).
 
Segundo: meu amigo Tiago (agora proprietário do seu negócio) sempre me atendeu com excelência, mesmo quando era empregado. Lembro que, inclusive, ele me ajudou em outros problemas que havia em meu carro, mesmo sem ganhar nada por isso, somente pela vontade de auxiliar.
 
Então, a excelência parece ser uma virtude. Mas podemos exercitá-la sempre, pois, sem dúvidas, sentiremos bem-estar pessoal, e os outros se sentirão melhor ainda.
 
Boa noite a todos!
 
Havia programado lavar o carro, mas, com o prenúncio de chuva, desisti. Ficou para a semana que vem. Assim, pela manhã, houve o conserto do registro do chuveiro (era original, com quase 20 anos de uso) e tarefas de somenos importância. À tarde, soninho básico dos sábados.
 
Com muita alegria, hoje fomos matéria do prestigiado jornal Folha do Oeste, de São Miguel do Oeste, minha terra natal. O veículo, a partir de excelente reportagem da jornalista Simone, dedicou uma página inteira para tratar do Diário – do “criador” e da “criatura”. O texto ficou muito legal! Grato ao jornal e à Simone! Ah, esqueci-me de contar a ela que fui repórter do jornal lá pelos anos 1990...
 
Hoje, quero contar outro fato legal, acontecido também nos anos 1990. Um dia, chegou circo novo em Chapecó. E eu sempre gostei das artes circenses (é assim que se diz, profe Dione?). A magia do picadeiro e de seus inúmeros artistas fascina todas as gerações, sem exceção. Quando pequeno, por exemplo, minha avó paterna, apaixonada por circo, sempre me levava assistir aos espetáculos.
 
Voltemos ao fato. Assim, convidei a namorada e fomos ao circo. Naquele dia, o espetáculo seria diferente, pois haveria a participação especial de um comediante muito simpático e iniciando na época, Sérgio Mallandro.
 
Pois bem, houve muitas apresentações, e o Mallandro foi reservado para quase o fim da sessão. Ele entrou e começou a fazer suas “micagens”. Era muito engraçado. De repente, ele convidou algumas pessoas da plateia para irem ao picadeiro. Adivinha quem foi um dos selecionados? Isso mesmo: eu. Um pouco sem graça, fui ao encontro do Mallandro. Conosco, ele fez várias brincadeiras; a minha envolvia imitar o He-Man. Foi o maior fiasco! Mas valeu pelas risadas que provocamos na plateia. Agora, já faz um bom tempo que não vou ao circo. Prometi à Marina que, quando vier um novo espetáculo pela região, lá estaremos.
 
A sugestão de leitura do dia já foi feita ontem pela minha colega professora Elisangela: “Cem anos de solidão” (Gabriel García Márquez). O livro conta a história de Macondo, uma cidade mítica, e a dos descendentes de seu fundador, José Arcadio Buendía, durante um século. Usando recursos do realismo mágico, a obra mescla revoluções e fantasmas, incesto, corrupção e loucura, tudo tratado com naturalidade.
 
Boa noite a todos!
 
 
 
A chuva parou, para “alegria” do meu pé machucado. Em compensação, veio o frio, mesmo que ameno, incomodando um pouco, já que meus pés precisam ficar “a descoberto”. Graças ao bom Deus, a cicatrização do corte está num ritmo acelerado, o que me possibilitará retornar às atividades de academia já na semana que vem – por enquanto, apenas posso fazer a fisioterapia.
 
O que dizer de 100 dias de confinamento? Acredito que poucas pessoas achariam que chegaríamos a tanto. Eu mesmo, pensava que, num período de 30 a 40 dias, tudo voltaria ao normal.
 
Ledo engano. Ao que tudo indica, esta pandemia “veio para ficar”, sem data para seu término. Assim, só nos resta a adaptação a novos tempos, nos quais estamos mascarados, distantes uns dos outros e higienizando as mãos frequentemente. O que virá à frente? Ninguém sabe, mas muitos apostam. Eu, particularmente, acredito que passaremos por tempos de restrição sem tempo para acabar. Ainda, sem aulas e sem atividades esportivas e culturais – que saudades do cinema em Chapecó!
 
Ontem, a prima Anaí sugeriu que hoje, por ocasião dos 100 dias e 96 edições ininterruptas do Diário, houvesse alguma atividade diferenciada para “comemorar” a data. Pensei sobre isso e tive uma ideia, que levarei a cabo tão logo esteja publicado o Diário de hoje. Aguardem!
 
Por falar nisso, o número 100 parece possuir uma “aura” diferente. Sugere que uma determinada etapa foi cumprida, como os primeiros 100 dias de um novo governo, os primeiros 100 dias da vida de uma criança e os primeiros 100 dias de um novo trabalho. Assim, pede, geralmente, uma avaliação ou, no mínimo, uma reflexão. Afinal, depois dos 100, esperam-se novos 100 e por aí adiante. Cem também é, por coincidência, a média diária de leitores do Diário – legal isso!
 
Porém, nos tempos em que vivemos, 100 não pedem novos 100... Concordam comigo? Agora, vou tratar de “sem” com “ésse”: acredito que muitos têm saudades de “rodar” por aí livres, “sem” as enfadonhas máscaras na cara, “sem” restrições de proximidade e “sem” precisar lavar as mãos com tanta insistência...
 
Ah, para terminar, hoje, vali-me do machucado para “cortar” caminho num atendimento na Caixa Econômica Federal, já que ainda não posso usar o subterfúgio da idade...
 
Boa noite a todos!
 
Choveu muito hoje, praticamente o dia todo. Assim, fiquei preocupado com meu pé exposto, já que, devido ao ferimento, não posso usar calçado fechado. Pela manhã, antes de a chuva aumentar, consegui passar no banco e depois abastecer o carro, para me dirigir a Vargeão, onde teria uma reunião da escola – bah, já fazia mais de três meses que não ia mais ao meu local físico de trabalho... Lá, um pouco de tristeza, pelo ambiente (outrora barulhento pela presença dos alunos) agora num silêncio agoniante. Já à tarde, novo curativo (que será necessário por mais uns bons seis dias) e um café na padaria do Geder.
 
Nos últimos tempos, tenho conversado bastante com meus amigos leitores. E isso é muito satisfatório. De praticamente todos, tenho recebido bons feedbacks sobre o Diário: elogiam os textos, dizem que se identificam com as “histórias” e, principalmente, pedem para que eu continue a escrever. Isso é, como se diz popularmente, de “lavar a alma”. Gratidão a todos!
 
Numa dessas conversas, falei bastante com meu ex-colega de BB, o Norimar. Ele também deixou o banco há cerca de uma década. “Papo vai”, “papo vem”, tratamos, entre outras coisas, dos rumos que vida de cada um tomou depois de “abandonar” aquele emprego.
 
Pois o Norimar me falou algo que me despertou muito a atenção: “Longhi (era assim que me chamavam no BB), a gente não precisa de muito para viver”. E ele tem absoluta razão, principalmente em se tratando de bens materiais. Como já contei em outra oportunidade, a partir de março do ano passado, repensei muito minha vida e decidi colocar a saúde em primeiro lugar, no “topo”. Pretendo seguir assim, pois considero que tudo aquilo que preciso materialmente, já conquistei. O que vocês acham que é fundamental na vida? Reflitam e me digam...
 
Sugestão literária de hoje: “Se houver amanhã” (Sidney Sheldon). Nesse romance, que li há uns bons 20 anos, a vida da jovem Tracy Whitney muda drasticamente quando, vítima de uma ação criminosa, ela é condenada por um crime que não cometeu. Rejeitada pelo homem que amava e abandonada à própria sorte, ela se vê sozinha em um mundo violento e sombrio.
 
Depois de cumprir pena e ter de volta sua liberdade, ela só tem um objetivo: vingar-se dos homens que a colocaram injustamente na prisão.
 
Boa noite a todos!
 
Dia sem grandes novidades. Pela manhã, como é praxe às quartas-feiras, preparação de atividades para os alunos e, próximo ao fim dela, curativo no pé. Pela avaliação da enfermeira que me atendeu no Posto de Saúde, o ferimento está cicatrizando bem, mas demanda mais cuidados pelos próximos seis dias.
 
Ontem, o Diário quase bateu seu recorde, com 101 curtidas. A melhor marca ainda é de 102, do 77º dia. Aos poucos, atingimos os objetivos de fortalecer a leitura diária pessoal e provocar reflexões sobre temas importantes do cotidiano. Com isso, seguimos “firmes e fortes” – por mais um bom tempo, provavelmente.
 
Um dos anos de que tenho lembranças mais “fortes” de minha vida foi o de 1996. Naquele ano, perdi três entes queridos em sequência: primeiro, meu avô paterno (Antonio); depois, meu mano mais velho (João Guilherme); e, por fim, o pai (Ulisses). O vô tinha 88 anos, porém meu pai apenas 59 e meu mano, somente 38.
 
Mas não foram só acontecimentos trágicos, pois me lembro de um Carnaval saudoso na Capital e as adições (trabalhar em outra agência, por empréstimo) pelo BB (em cinco diferentes lugares), conhecendo municípios da região de Xanxerê.
 
Além disso, ocorreu provavelmente o mais destacado fato profissional de minha vida até aqui: o início de minha atuação como professor universitário (com uma turma de Pedagogia), que durou bons (e maus) 21 anos – outra hora explico o porquê.
 
Também foi um ano de muitos estudos, pois concluí a minha Especialização em Jornalismo, iniciada em 1995. Com isso, dediquei-me à monografia, que, modéstia à parte, ficou muito boa, obtendo a nota de 9,7 – meu tema foram as notícias das páginas policiais dos jornais impressos de São Miguel do Oeste na época.
 
Para finalizar as lembranças daquele período, eu e a namoradinha da época assistimos a um show do Kid Abelha, memorável, em São Miguel do Oeste, no parque da Faismo.
 
Acredito que todo mundo tenha um ano que marcou mais sua vida, seja pelos acontecimentos bons ou pelos trágicos. Na verdade, somos todos a soma de “retalhos” dos anos que vivemos. E as recordações provam que, acima de tudo, estamos fortes e dispostos a continuar vivendo, mesmo que o tempo atual (predominado pela pandemia do Coronavírus) seja um tanto desanimador e “escuro”. Sigamos em frente!
 
Boa noite a todos!
 
Acordei mal-humorado... Parecia presságio de algo ruim que estava por vir. E não deu outra: quando saía de casa para ir à lavanderia, resolvi antes juntar uns restos de lixo à frente dos lixeiros. Mal pisei na calçada, o pé esquerdo resvalou e senti um corte na altura inferior do calcanhar. Logo, jorrou sangue. Tentei estancar com um “bandeide”, mas foi infrutífero. Corri para o posto de saúde. Lá, recebi os primeiros socorros, mas a enfermeira constatou que precisava de pontos. Aí, precisei ir ao hospital, onde fui muito bem atendido pela jovem médica Shayane, a quem agradeço pelo pronto cuidado comigo!
 
Agora, depois de três pontos e recuperando-me em casa, reflito que meu machucado “saiu barato”, perto dos hospitalizados por Covid que temos em Xanxerê – a UTI está, infelizmente, lotada com pacientes dessa infeliz doença...
 
Mas vamos falar também de coisas boas. Ontem à noite, tive a grata satisfação de participar do programa radialístico Bate-Papo Esportivo (BPE), “capitaneado” pelo meu amigo de longa data, o Vilmar. Junto comigo estava o secretário de Esportes de São Miguel, popular Fabinho, sujeito muito simpático.
 
Com a duração de uma hora e trinta minutos e há mais de dez anos no ar, o BPE reúne, todas as segundas-feiras à noite, a partir das 20 horas, “amantes do esporte”, como o Vilmar bem ressalta. Ali, discute-se de todos os esportes, em nível local e regional. Aliás, o programa tem uma audiência muito boa: ontem, foram quase quatro mil visualizações.
 
Eu era um “estranho no ninho”, pois, de esportes sempre pouco entendi e fui um praticante muito amador. O importante, porém, foi poder trocar ideias e falar um pouco do Diário da Pandemia. Novamente, agradeço ao Vilmar por proporcionar esse espaço para minha participação.
 
Hoje, abro espaço no Diário para sugerir a obra “A rosa do povo” (Carlos Drummond de Andrade). Publicado em 1945, é o livro politicamente mais explícito do autor. Revela um poderoso olhar sobre a Segunda Guerra, a cisão ideológica, a vida nas cidades, o amor e a morte. A personalidade do poeta, a família, o cotidiano e a História comparecem com muita força nessa grande obra do mestre de Itabira.
 
Boa noite a todos!
 
Hoje, para “agitar” um pouco o “mar de tranquilidade” em que correria mais uma segunda-feira, fui ao banco, tomei um café (na cafeteria) e comprei umas camisetas novas. Isso tudo de manhã. Já à tarde, concedi entrevista para um jornal impresso (quando for publicada a matéria, conto com quem) e, mais para o final da tarde, conversei com um caro amigo que não falava há décadas. Daqui a pouco, mais um compromisso de divulgação do Diário, mas também que só poderei revelar amanhã.
 
Lembram que, há alguns dias, em uma das crônicas, tratei do time da Kaiser? Pois bem, hoje, conversei longa e agradavelmente com nosso motorista (do caminhão, já que íamos na carroceria) da época, o Hélio.
 
Pessoa sempre muito simpática, relembramos os bons tempos das viagens para as comunidades do interior de São Miguel do Oeste, a fim de jogar futebol e depois degustar um bom churrasco, acompanhado de muitas “geladas”. Bons tempos aqueles!
 
Meu amigo contou que, depois da dissolução do time, ainda trabalhou alguns anos entregando cervejas e refrigerantes nas comunidades. Até que, em 1998, resolveu dedicar-se ao seu empreendimento: uma lanchonete, localizada próximo ao Quartel do Exército, na entrada do município.
 
Com o passar dos tempos, ele transformou a lanchonete em um próspero minimercado, que vende de tudo um pouco. Nas cerca de duas horas que lá passei, comprovei isso pelo bom movimento de clientes que o Hélio angariou.
 
Enquanto conversávamos, revendo passagens dos velhos tempos, degustei uma cerveja e comi um doce. Bom reencontrá-lo e, mais ainda, ver que prosperou em seu negócio – muito por conta da sua dedicação, já que abre o mercado às sete horas e fecha apenas às 18, sem parar ao meio-dia, de segunda a sábado. Pra falar a verdade, só de ver o Hélio trabalhando, acabei cansando... Até pensava que fôssemos mais distantes em idade, mas apenas uma década nos separa.
 
Despedi-me e, para selar nosso reencontro, ganhei dele um copo de cerveja, estilizado por uma marca. Vida longa a meu amigo Hélio!
 
Boa noite a todos!
 
O Inverno resolveu começar calmo, para não causar assombros. Ainda bem, pois, assim, vamos nos ambientando a ele devagar, sem “sofrer”. Então, os dois primeiros dias da nova estação foram marcados por Sol e um calorzinho bom. Mas, nos próximos dias, o frio deve chegar com força à nossa região.
 
Há alguns insetos que são “incomodativos”, vocês hão de concordar comigo. Nessa categoria, incluo as baratas e moscas, desprezíveis por sua própria natureza. Há, ainda, quem diga que esses insetos são úteis para o equilíbrio ambiental, mas não concordo nem um pouco com isso...
 
Mais do que baratas (furtivamente, alguma acaba entrando no meu apartamento por debaixo da porta) e moscas (que incrivelmente conseguem voar até o quarto andar), o que me incomoda mesmo são as formigas, aquelas pequenas, pretinhas.
 
Meu apartamento, quando é muito quente, acaba sendo “infestado” por essas pragas. E como elas me incomodam! Aí, lá vou eu com o inseticida, para prontamente exterminá-las. Como detesto (e fico muito raivoso) quando elas aparecem!
 
Agora, com a estação mais fria, as minhas “visitantes indesejadas” acabam desaparecendo um pouco – acho que vão hibernar. Ainda bem; porém, basta um dia mais quente que retornam, geralmente surgindo na pia da cozinha, nas paredes da sala ou na pia do banheiro...
 
A grande verdade é que, mesmo com algumas “simpatias” que me ensinaram, não consegui expulsar as malditas formigas de minha casa (pra não dizer de minha vida). E acho que nunca vou conseguir isso... Assim, resta-me conviver com elas contra a vontade, “exterminando” umas aqui e outras ali...
 
Hoje, a sugestão literária envolve a bela obra “Fernão Capelo Gaivota” (Richard Bach). Na história, uma gaivota, de nome Fernão, decide que voar não deve ser apenas uma forma para a ave se movimentar. Assim, a narrativa desenrola-se sobre o fascínio de Fernão pelas acrobacias que pode fazer e em como isso transtorna o grupo de gaivotas do seu clã. Enfim, é uma história sobre liberdade, aprendizagem e amor.
 
Boa noite a todos!
 

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