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Domingo muito preguiçoso, fracamente frio e prenunciando chuva. Assim, fiquei só em casa, “de molho”, e fazendo pouca coisa de útil: tirei algumas horas para verificar trabalhos dos alunos postados na plataforma Google Classroom. Fora isso, muita cama e nada de TV. Amanhã o dia promete ser diferente.
 
Hoje, muito pelo torpor do dia, recordo da primeira (e única) vez em que assisti a um Grande Prêmio (popular GP) de Fórmula 1 na vida. Foi em um mês de março, lá no autódromo de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, nos idos de 1989.
 
Saímos de excursão, de São Miguel do Oeste, acho que cerca de 40 pessoas. Foi uma longa viagem de ônibus, relativamente tranquila. Todos conhecidos ou amigos. Mas, em um certo trecho da viagem (não lembro onde precisamente), paramos para fazer um lanche. Lanche concluído, eu e dois colegas procuramos pelo ônibus. E nada... Haviam partido sem nós. Sem celular na época, fazer o quê? Assim, um sujeito com carro se dispôs a ir atrás do ônibus e avisá-los. Um tempo depois, estávamos de volta à segurança da viagem.
 
Ficamos em um hotel não muito longe do autódromo. No dia seguinte, momento da corrida, fomos aconselhados a ir cedo, para pegar um bom lugar. E assim o fizemos. Posicionamo-nos, então, bem no alto da arquibancada que fazia parte do nosso setor da corrida – mais ou menos no centro da famosa reta do autódromo.
 
Tudo ia bem, até que chegaram alguns paulistas atrasados. Aparentemente, não havia lugar na arquibancada para eles. Até que se armaram de pedaços de pau e abriram caminho, ameaçando quem estivesse pela frente. Nem lembro se havia policiamento no local.
 
Houve outras cenas de selvageria, como os palavrões aos estrangeiros, mas, no final, tudo correu bem. Além do GP, aproveitamos para conhecer pontos turísticos da capital carioca, como o Pão de Açúcar.
 
Leitura para hoje (parece eu falando com meus alunos!): “Memórias póstumas de Brás Cubas” (Machado de Assis). Pertencente a uma família abastada do século XIX, Brás Cubas narra primeiramente sua morte e enterro, no qual apareceram 11 amigos. Por conseguinte, ele relata diversos momentos de sua vida, desde eventos da sua infância, adolescência e fase adulta.
 
Boa noite a todos!
 
Dia corrido foi o de hoje. Depois de aproximadamente um mês, levei o carro para lavar. Ainda, fui ao mercado, reabastecer a “despensa”, e passei no banco para consultar o saldo. Também foi possível exercitar a preguiça com um breve “soninho” da tarde.
 
Consultando o Face há pouco, mais uma notícia de tragédia envolvendo um jovem motociclista do município. Tem sido cada vez mais frequente os acidentes fatais com motos na região.
 
Excesso de velocidade, imprudência, desatenção, destino? Não quero entrar no mérito da questão, pois não estava lá para ver e julgar o acidente. O que pretendo analisar é que a nossa vida, principalmente no trânsito, é muito frágil. Considero a região de Xanxerê bastante segura para trafegar, porém, quase todos os dias, há notícias de acidentes envolvendo os mais diversos veículos. Alguns, infelizmente, com vítimas fatais.
 
Eu e meus irmãos tivemos moto quando jovens. Eu, particularmente, me desdobrava em cuidados ao pilotar. Bem sabia que a moto possui pouca segurança e, diferente de um carro, qualquer batida ou tombo é seu corpo que atua como para-choques.
 
Devo ter tido uns cinco ou seis pequenos acidentes, ao longo da vida, envolvendo moto. Até que, no último (uma queda besta, na qual arranhei seriamente todo um lado do corpo), resolvi me desfazer dela para sempre: vendi-a a um “preço de banana”, pois passei a ter muito medo de pilotar.
 
Hoje, prefiro o carro, que gera mais gastos de combustível e manutenção, mas, por outro lado, garante mais segurança ao trafegar, principalmente nos trechos que costumeiramente faço – Xanxerê a Vargeão ou Xanxerê a São Miguel do Oeste. Vamos nos cuidar, amigos motoqueiros!
 
Perguntam-me, com frequência (nitidamente pelo fato de eu ser professor), sobre a importância da leitura na vida das pessoas. Bom, digo sempre que ela é extremamente fundamental. Vamos, então, a mais uma sugestão literária? “Caminho de pedras” (Rachel de Queiróz). Nessa obra, a escritora cearense se equipara a renomados escritores da literatura universal. O enredo do livro trata sobre a época em que a ditadura militar imperava em nosso país, sob o comando do presidente Getúlio Vargas.
 
Boa noite a todos!
 
A manhã foi de surpresa boa: recebi visitas que tornaram meu dia melhor, mas só posso esclarecer quem foram na semana que vem. À tarde, academia, como de costume às sextas. Enfim, dia tranquilo e normal. Particularmente, gosto da sexta, pois prenuncia o fim de semana que está para chegar.
 
Sempre gostei de teatro. Considero o teatro uma manifestação artística muito rica. Afinal, naquele momento, os artistas precisam dramatizar algo sem possibilidade de parar uma câmara e refazer a cena. Então, o teatro é uma arte inigualável e que precisa ser valorizada continuamente.
 
Pois bem, quando jovem, tive a oportunidade de atuar como ator durante algum tempo. Eu era bem entusiasmado pelas artes de um modo geral, mas o teatro me atraía mais.
 
Recordo que nosso grupo (Hey) teve um curso de interpretação com uma diretora de teatro de Curitiba. Preparamo-nos para encenar uma peça famosa à época: “O santo milagroso” (Dias Gomes).
 
Depois de muitos ensaios, começamos as apresentações, encenando em vários lugares diferentes de São Miguel do Oeste. Meu papel era bastante simplório: um fotógrafo, que não tinha falas. Eu apenas aparecia em cena e fingia fotografar alguma coisa.
 
Um tempo depois, um dos nossos personagens principais da peça saiu do grupo – não lembro por qual motivo. Aí, precisava alguém substitui-lo, mas ninguém estava disposto, pela complexidade do papel. Resolvi assumir o compromisso, decorando em torno de umas 700 falas diferentes. Foi um sufoco, mas consegui! Até hoje lembro com saudades daquela época boa do teatro, que nunca mais voltará...
 
Vamos ler mais um pouco? A sugestão de hoje é para “Aos meus amigos” (Maria Adelaide Amaral), livro estimado que ganhei, já faz 11 anos, de alunos de Letras. O texto parte de um suicídio e se revela um poema lírico, em que o mote é dado pelo tema da amizade. Assim, em torno do cadáver de Leo, que poderia ser o que quisesse, mas não sobreviveu à angústia, juntam-se personagens que têm em comum a geração e a insatisfação com as respectivas vidas. Leitura instigante!
 
Boa noite a todos!
 
Resolvi “dar-me o luxo” de ficar na cama mais um pouco; aliás, bem “mais um pouco”, acordando depois das 10 horas. Lá fora, Sol a pino, prenunciando um dia mais quente do que o de ontem. Já à tarde, fui a mais uma sessão de fisioterapia, algo que “quebra” um pouco da monotonia de quase só ficar em casa.
 
Hoje, gostaria de tratar do tema “intolerância”. Essa é, infelizmente, uma característica humana das mais sérias e nefastas. Que “atire a primeira pedra” quem nunca, seja em breves momentos de sua vida, foi intolerante.
 
Temos, naturalmente, algumas dificuldades para aceitar o outro como ele é, com suas crenças particulares sobre religião, raça, partido ou ideologia política, sexualidade ou até mesmo pelo time ao qual o sujeito torce.
 
No momento exacerbado em que vivemos, a intolerância vem à tona em diversas situações, revelando o “lado mau” do ser humano. Seria tão simples aceitar as convicções do outro (não estou dizendo em concordar com elas, vejam bem!), mas há pessoas que preferem atacar, desfazer, destruir o pensamento alheio.
 
Penso que, nesse sentido, ainda temos muito a evoluir. Sempre respeitei (e espero continuar assim) o que o outro defende como seu. Não considero, por exemplo, que haja religião melhor que outra; partido político “mais honesto” que seu adversário; time de futebol melhor e por aí vai.
 
Procuremos, então, guiar nossa vida pela tolerância, a tudo e a todos. Se fizermos isso, certamente o mundo poderá ser melhor, mais humano, mais respeitoso. Consideremos as outras pessoas como livres para suas escolhas e, em razão disso, cônscias das consequências que seus pensamentos e ações podem resultar.
 
Em mais de 60 edições do Diário, já fiz, sem computar hoje, 30 indicações de boas leituras. Vamos, portanto, para a 31ª – “Tieta do Agreste” (Jorge Amado). Aos 17 anos de idade, Tieta viveu aventuras amorosas que escandalizaram a população de Santana do Agreste, o que motivou seu pai a expulsá-la de casa. Longe da família, ela enviava ajuda financeira ao pai e às irmãs. Vinte e seis anos depois, Tieta retorna, o que transforma por completo a pacata cidade, ainda mais quando ela se envolve com o próprio sobrinho.
 
Boa noite a todos!
 
Diferente de ontem, o dia hoje foi mais “puxado”. Após atender a duas turmas pela manhã (estilo videoconferência), levei um bom tempo, à tarde, para preparar as atividades para três turmas. Realmente, com as ditas aulas a distância, trabalhamos mais e não somos remunerados na mesma medida. Mas o pior de tudo é que nunca vamos ter o reconhecimento devido de ninguém – seja pais, seja Estado. Dissabores que, infelizmente, fazem parte do ofício de “ser professor”.
 
Hoje, recordo de um episódio especial da minha juventude: ver o mar pela primeira vez! Isso ocorreu há muito tempo (eu tinha lá meus 16 anos), mas parece que foi ontem... Estávamos em Itajaí, para os Jogos Estaduais das AABBs (Jeca), quando eu e uns colegas (mais ou menos todos da mesma idade) saímos da concentração e fomos à praia.
 
O acontecimento começou muito engraçado, pois ninguém havia levado calção pra banho de mar. Assim, fomos a uma loja e compramos os calções que havia à disposição: aqueles de jogar futebol. Dali, dirigimo-nos à praia... Mas como trocar de roupa, se estávamos todos de calças jeans? A solução foi pedir emprestado um banheiro de bar, à beira-mar.
 
E que alegria de entrar na água salgada pela primeira vez! Parecíamos aqueles potros que descobrem a felicidade de poder correr livremente pelos campos. Não lembro quanto tempo ficamos por lá, mas recordo bem dos bons goles de água salgada que tomei...
 
Depois, os jogos seguintes acabaram, senão me engano, acontecendo mais para o interior do estado. E deles também tenho boas recordações, que poderão ser assunto para futuros textos do Diário!
 
Hoje, a sugestão literária vai para “Memórias de um sargento de milícias” (Manuel Antônio de Almeida). Considerado um dos melhores romances brasileiros, o livro foi publicado durante um ano (1852-1853) anonimamente no suplemento semanal denominado “Pacotilha”, do jornal Correio Mercantil, no qual o autor era redator. O romance, que se afasta dos padrões românticos da época, relata, numa linguagem mais popular, o envolvimento do malandro Leonardo com Luisinha.
 
Boa noite a todos!
A terça-feira, então, foi de trabalho, como é comumente, com as atividades para os “pequenos” da escola. Hoje, o preparo pareceu mais leve, talvez porque eu também estivesse mais tranquilo. A partir de amanhã, vou ter um contato on-line com meus alunos, o que deve nos aproximar um pouco, depois de quase 70 dias distantes. Também foi dia de fisioterapia para o meu problemático quadril.
 
Por falar em fisioterapia, não sei se vocês sabem, mas os planos de saúde pagam uma verdadeira “miséria” para esse profissional. Cada mês, descontam-me uma “pequena fortuna” de mensalidade do plano, porém o fisioterapeuta recebe apenas módicos 16 reais (isso mesmo!) por cada atendimento que presta a mim, geralmente durando em torno de 45 minutos a uma hora.
 
Justo isso? Não, totalmente injusto, conforme comentei com ele. Afinal, todos os seus anos de estudo e investimento não têm a devida remuneração. Em minha opinião, vejo que o plano de saúde acaba explorando esses profissionais. E isso também acontece com outras categorias, de acordo com o relato do fisioterapeuta: psicólogos, nutricionistas e assistentes sociais, por exemplo.
 
E, infelizmente, nem eu, nem ele, podemos fazer nada para mudar isso. Também sei que o plano paga módicos 100 reais por uma consulta médica, quando o profissional, em atendimento particular, pode ganhar de 300 a 400 reais pela mesma consulta. Este é o nosso país (breve aula de gramática: a palavra país, diferente de como escreve a imprensa, deve ser grafada com inicial minúscula. Exceção para País de Gales, nação situada na Europa)!
 
Sugestão literária do dia: “A língua de Eulália” (Marcos Bagno). Como o autor bem define, nessa novela sociolinguística, ele argumenta que falar diferente não é falar errado e o que pode parecer erro no português não padrão tem uma explicação lógica e científica. Na história, a professora Irene transforma as férias das também professoras Vera, Sílvia e Emília (todas do ensino primário) em uma espécie de atualização pedagógica, em que as alunas “reciclam” seus conhecimentos linguísticos. Leitura agradável e fácil!
 
Boa noite a todos!
 
Segunda-feira também preguiçosa; até parece que era feriadão. Mas não foi. Apenas a letargia dominante destes tempos de pandemia. Quem não foi ainda vitimado por ela? Bom, quem ainda não o foi, provavelmente o será, mais cedo ou mais tarde. Paguei algumas contas que venciam e, fora isso, nada fiz de mais importante. Amanhã será outro dia, aí, sim, com bastante trabalho.
 
Recordei, neste dia, do meu tempo de jornaleiro do Correio do Povo, nos idos da década de 1980. Para quem não está familiarizado com a palavra, “jornaleiro” nada mais é do que o entregador de jornais, profissão “exterminada” depois que os jornais impressos, de um modo geral, migraram para a Internet.
 
Naquela época, pegava minha bicicleta, amarrava os jornais (em torno de 70) na garupa da bici e saía entregando de casa em casa, para os assinantes do jornal. Com isso, percorria cerca de 12 quilômetros diários, o que, além de me proporcionar um dinheirinho, ajudava-me a manter uma boa forma física.
 
Lembro com saudades de dois assinantes em especial: um tinha uma fruteira e, todos os dias, me presenteava com uma fruta quando recebia seu exemplar. O outro, advogado de renome, sempre me dava um trocado, que me ajudava a melhorar o parco salário de entregador.
 
Em um determinado Natal, ganhei de um dos assinantes (não lembro qual), uma bola de futebol. Foi a maior alegria! Recordo que a exibia, aos meus colegas jornaleiros, com muito orgulho! Bons tempos aqueles!
 
Hoje, duas sugestões literárias muito legais, ambas de autoria do meu grande amigo, mestre Elino. A primeira é “Acertando o passo”, da qual transcrevo um trecho que muito me chamou a atenção: “Não fez mais do que a obrigação! Essa é uma frase perfeita para transformar uma grande conquista da criança numa triste decepção. Diante do próximo desafio, é mais do que certo que ela não tenha o menor desejo de se esforçar.” A outra é “Cartas que não escrevi e uma que nunca recebi”. Um trecho para nossa apreciação: “Tenho que derrubar uns muros que me cercam e mesmo que tenha um amor ‘desse tamanho’ por você, tenho procurado entender as necessidades da tua vida...” Ao mestre Elino, agradeço por presentear-me com as duas obras.
 
Boa noite a todos!
 
Característica dos últimos domingos na minha vida, este não foi diferente: muita preguiça, sono e um pouco de TV. Às vezes me pergunto se, após esta pandemia passar, poderei reprogramar meus finais de semana incluindo atividades verdadeiramente úteis – espero sinceramente que sim. Já faz muito tempo que “enforco”, na quase inutilidade, os dois dias que finalizam a semana.
 
Pois bem, hoje estava passando na TV (não lembro em qual canal) um filme bem antigo. Acho que muitos já devem ter assistido a ele. Trata-se de “O náufrago”, com o talentoso Tom Hanks. A história é mais ou menos assim: agente do correio, em viagem de avião, acaba parando em uma ilha deserta, após a queda da aeronave. Lá, além de sobreviver, precisa achar um jeito de voltar à civilização.
 
Pois bem, a partir desse mote, refleti um pouco de que, muitas vezes na vida, estamos “naufragados” em um péssimo relacionamento ou até em um mau negócio. Para algumas pessoas, inclusive, isso é uma constante em suas vidas. Mas quem nunca passou por situações assim?
 
Eu já passei, e por diversas vezes. Digo que, no caso dos maus relacionamentos, é uma das piores coisas que existem na vida. Parece que, quanto mais você tenta se livrar, mais você “afunda”. E esse mau relacionamento é seguido de outras coisas destrutivas, como o desamor, a desesperança e a raiva, para citar algumas possibilidades.
 
O que fazer, então? “Escapar” dele o mais rápido o possível, “partindo para outra”, como se diz no ditado popular. Para isso, é preciso reconhecer que você está num problema sem solução e que precisa seguir adiante, pois a vida continua, ou precisa sempre continuar.
 
Não me considero um “aconselhador” profissional, mas, pelas situações que já passei, sentia sempre que havia a hora de dar um basta para algo que, em vez de me fazer feliz, estava me deixando muito triste ou até prejudicando minha saúde física e mental.
 
Com isso, quero propor que cultivemos os bons relacionamentos, aqueles que nos tornam melhores e felizes de fato. Já diz outro ditado popular: “coloque uma maçã ruim em meio às saudáveis e logo todas estarão doentes”. Vivamos bem e com relacionamentos que nos causem só bem-estar!
 
Boa noite a todos!
 
Dias frios pedem boas e importantes reflexões. Imaginemos, então, como serão os dias vindouros, com o inverno “batendo às portas” de nossas casas? Provavelmente, teremos muito a refletir... Hoje, nada de novo, além da adaptação aos novos tempos que chegaram para ficar, ao que tudo indica, em definitivo.
 
Pois bem, hoje, em mais uma conversa filosófica com meu amigo Elton, discutimos sobre a questão – mais do que isso – da “necessidade”, que teremos, com os novos tempos, de nos reinventarmos.
 
E o que significa essa reinvenção? Não só aprender a viver e conviver com uma possível “nova ordem” que está surgindo, mas, no caso de alguns profissionais, em específico, continuarem atuantes e podendo manter seu “ganha-pão”.
 
Incontestavelmente, certas profissões têm sua continuidade garantida pós-pandemia. Vejamos: quem pode “viver” sem o trabalho essencial dos lixeiros, por exemplo. Acho que minha mãe, com mais algum punhado de pessoas da sua idade, poderia facilmente processar naturalmente seu lixo produzido. Mas e eu e você? Dependemos essencialmente dos serviços importantes desse humilde profissional.
 
Esses dias, “assisti” a um vídeo de um sujeito, no mínimo desinformado, dizendo que nós, professores, somos sujeitos sem serventia, facilmente descartáveis. Pois bem, hoje ouvimos de muitos pais a dificuldade que é ensinar seus filhos a fazerem os “deveres” de casa. E isso que temos abrandado seus trabalhos ao passar atividades mais fáceis, menos complicadas...
Mas vamos ao ponto em que eu e meu amigo queremos refletir: os chamados “profissionais da música”, como irão sobreviver, sem seus shows milionários, com públicos ávidos por vê-los ao vivo e “em cores”?
 
Pois é, eles, mais do que nunca, são uma das categorias que precisa urgentemente se reinventar. Assim, vemos a popularização crescente das chamadas “lives”, solução para que possam atuar nesse “cenário devastador”. Por falar nisso, um grande abraço para nosso amigo em comum Vande, profissional das artes musicais.
 
Um dos melhores livros que já li até hoje é a sugestão literária do dia: “Macunaíma” (Mário de Andrade). O anti-herói, preguiçoso e sem caráter, nasce negro no sertão, mas vira branco, vai para a cidade com os irmãos e se envolve com prostitutas, guerrilheiras e enfrenta todo tipo de gente em sua jornada. Vale a leitura!
 
Boa noite a todos!
 
Dia de bastante chuva e um pouco de frio. Ensaio do que poderá ser nosso inverno, apesar de que, devido ao vírus, seria melhor termos uma estação menos fria. A chuva, porém, é muito salutar, já que uma maléfica estiagem estava se avizinhando de nós e querendo permanecer.
 
Levei o carro à oficina, para revisão dos 60.000 km. Em um curto espaço de tempo – três anos – percorri toda essa quilometragem. Como posso ter andado tanto em tão pouco tempo? Não sei responder...
 
Por falar em carro, relembrei rapidamente dos veículos que tive até hoje. Tudo começou com um Chevette 1975. Que alegria ter o primeiro carro, mesmo que velho e alquebrado! Lembro com alegria das várias viagens que fiz com ele, mesmo que seu estado de conservação não recomendasse tanto.
 
Depois, “evoluindo” um pouco, tive outro Chevette, agora 1982, a álcool. Devia fazer uns três quilômetros por litro – bebia bem mais do que eu à época! No mesmo dia em que o comprei, convidei o Jonas, amigo e colega de República (aquela dos Bixos), a fazer uma viagem de Chapecó a São Miguel do Oeste. Jogo rápido: saímos fim de tarde de um dia e, na manhã seguinte, já estávamos de volta... Sãos e salvos, graças a Deus!
 
Mas minha maior felicidade foi quando adquiri meu primeiro carro zero quilômetro: um Uno Mille, 1994. Pintura perolizada, sentia-me o “poderoso” rodando com ele por aí. Até que, ao ir a um baile, riscaram (invejosos!) toda uma lateral dele. Quase chorei de raiva. Carro consertado, pouco tempo depois, desci uma ribanceira – resultado: perda total e aí adquiri mais um Uno, também novo, em 1997.
 
O melhor carro que tive, indubitavelmente, foi uma Toro, de 2016 a 2017. Carro ótimo, apesar do alto consumo de combustível. Não tive tempo de curti-lo muito, pois, por ironias do destino, mudei meu rumo profissional e precisei desfazer-me dele.
 
Aí chegamos ao meu atual Uninho (2017). Bom, econômico e confiável. Não posso me queixar dele, pois ele me leva onde qualquer carro maior me levaria. O certo é que nunca fui deslumbrado por querer ter o melhor, mais possante e mais caro veículo. Penso que, em primeiro lugar na vida, devemos ter nosso teto. O carro, além de supérfluo, pode ser substituído até por uma boa bicicleta. Concordam?
 
Boa noite a todos!
 

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