banner topo 3dw

Administrador

Administrador

Selfies labore, leggings cupidatat sunt taxidermy umami fanny pack typewriter hoodie art party voluptate. Listicle meditation paleo, drinking vinegar sint direct trade.

Poderia classificar o dia de hoje como “morno”. Sem muito o que fazer, fui rapidamente ao banco repor os créditos para o celular. Fora isso, o almoço cotidiano e algumas “espiadas” nas redes sociais. Há 20 anos, numa situação de pandemia como essa, sem celular, o que faria com todo o tempo livre? Acho que iria empregá-lo lendo bons livros – e a lista seria infindável.
Na verdade, hoje não tinha um assunto específico para escrever. Até que me lembrei de uma importante lição que aprendi com minha mãe faz muito tempo: ser solidário com quem mais precisa. Bom tema este, a tal solidariedade.
 
Confesso que sou avesso a participar dos chamados clubes de serviço. Sei lá o porquê. Assim, manifesto minha solidariedade de diferentes formas. Uma delas é doando algum valor financeiro para causas sociais. Recentemente, lembro-me de ter auxiliado uma menina do RS, que estava com dificuldades para comprar seu material escolar.
 
Mas quero contar particularmente dos pequenos trocados que, frequentemente, destino a um senhor simpático, a quem falta uma perna (direita, se não me engano) e que está geralmente à porta do BB daqui da cidade.
 
Pois bem, como já disse antes, minha mãe me ensinou a ajudar essas pessoas pelo simples ato de ajudar, sem esperar louros pelo feito – mesmo porque a colaboração para alguém não precisa de plateia ou vanglórias.
 
Sei que muitos podem ser contra a dita “esmola”. Mas, para mim, faz muito bem ajudar com alguns trocados, que não me farão falta, e, para a pessoa auxiliada, representam muito. Então, posso estar sendo contrário ao ditado “não dê um peixe; ensine a pescar”, mas essa minha pequena atitude faz com que eu me sinta muito bem. Ah, o sujeito vai usar o dinheiro pra comprar “cachaça”; bom, se for isso, é a consciência dele que deve doer, e não a minha...
 
Já sabem que sou muito fã do José de Alencar, não é? Pois, então, hoje, sugiro “Iracema”, de sua autoria. O romance, publicado em 1865, retrata a história de um casal composto por Iracema – a índia de lábios de mel, detentora do segredo de Jurema (uma bebida preparada para as festas religiosas) e filha do pajé Araquém, da tribo Tabajara – e Martim – um colonizador português que vive na tribo inimiga Pitiguara.
 
Boa noite a todos!
 
 
 
Data especial. Mesmo assim, novamente “enforquei” a manhã. À tarde, mais uma etapa de corrigir atividades on-line dos meus alunos, o que demandou boa parte desse período do dia. Cansativo, desgastante, estressante – essas palavras subsomem o que é a rotina do professor em tempos de pandemia.
 
Aliás, tempos de pandemia (abandonei de vez os “tempos sombrios”) colocam os nervos das pessoas à pele. Prova disso tive ao comentar (meio que pra “cutucar”), em uma postagem do Facebook, que eu era favorável ao retorno das aulas, desde que com todos os devidos cuidados com a saúde. Fui literalmente execrado por uma meia dúzia de pais inconformados. Desculpem, mas prefiro duas mil vezes o trabalho puxado na escola do que essas “aulas a distância”.
 
Mas hoje vamos falar de algo bom, bonito e barato. Brincadeira! Quero simplesmente externar meus maiores desejos de felicidades à minha genitora, que, há algumas décadas, colocou-me neste mundo insano e cruel!
 
Dona Antonietta, como a maioria das pessoas a conhece, é um ser iluminado (e não falo isso só por ser seu filho predileto!). Muito jovem, saiu de Caxias do Sul para começar uma nova vida em São Miguel do Oeste – naquela época, uma simples vila, com meia dúzia de pequenas casas –, acompanhada pelo meu saudoso pai Ulisses.
 
Para nos criar (João Guilherme – in memoriam, Luiz Henrique, Angela Adriane, eu e Paulo Ricardo), ela literalmente “comeu o pão que o diabo amassou”. Foram muitas dificuldades, em meio a uma terra remota e inóspita. Nunca nos deixou faltar nada, mas acredito que, por nós, deve ter passado dias de fome e noites em claro. Eu sempre tive saúde frágil, e recordo de minha mãe me levando com frequência ao hospital para tratar de uma nova crise de asma. Tempos difíceis, muito difíceis...
 
Hoje, tenho orgulho de ser seu filho confidente e fico triste por não poder abraçá-la neste dia tão especial. Mas ela sabe (como só as mães sabem) o quanto de amor nutrimos por ela. Vida longa e saúde, querida mãe!
 
Estendo a homenagem de hoje para muitas outras mães guerreiras (desculpem se não nominei todas – a mente me falhou): Santina, Sebastiana, Maria, Gentila, Angela, Zélia, Luciana. Sejam muito felizes, estejam onde estiverem!
 
Boa noite a todos!
 
Manhã preguiçosa, de friozinho acalentador para o sono! Havia me programado para corrigir atividades on-line dos meus alunos, mas a “boa” preguiça não deixou. Assim, dediquei-me a essas atividades só à tarde. O que parecia, a princípio, ser uma tarefa ingrata e muito chata, até que se revelou diferente – não que tenha sido algo totalmente agradável...
 
Pretendo, neste dia, falar um pouco dos “monstros” que nos perseguem. Todo mundo tem seus monstros internos, que se revelam nos momentos em que mais estamos frágeis ou desprotegidos. Esses monstros são diferentes de pessoa para pessoa; algumas, inclusive, demonstram ter um certo controle sobre eles – o que não é bem o meu caso.
 
O pior de todos os monstros é o chamado “medo”. Que “atire a primeira pedra” quem não tem medo de nada! Eu, por essência, tenho medo de muita coisa: de morrer dormindo (e isso me apavora muito!), de fazer contas altas, de ser assaltado, de terminar um relacionamento, de começar um novo relacionamento, de falar com certas pessoas (como pode outras pessoas nos colocarem medo só por existirem?) e a relação vai bem longe...
 
Com minha orientadora profissional (posso te chamar assim, doutora Vanessa?), tenho aprendido a enfrentar meus medos e superá-los, mas considero que isso não é uma tarefa nada fácil. Volta e meia, parecendo derrotados, eles ressurgem com força total e me golpeiam pelas costas. Sim, o medo nos ataca pelas costas, geralmente quando estamos muito desprevenidos.
O que tenho aprendido é que o mais importante (além de enfrentá-los, é claro) é assumir que eles existem. Isso é um passo para a vitória. Penso, ainda, que os medos são uma espécie de “combustível” para que enfrentemos a realidade da melhor forma possível. E você, como enfrenta seus medos?
 
Hoje, uma sugestão literária “supimpa”: “Cacau” (Jorge Amado). Nesse romance, o autor conta a história pelos olhos de José Cordeiro, um trabalhador das roças de cacau da Fazenda Fraternidade. O narrador conta a história algum tempo depois de ter vivido os eventos narrados, de modo que as reminiscências dos acontecimentos sejam acrescidas das observações “futuras”, o que procura mostrar a situação dos trabalhadores das lavouras de cacau a partir de suas próprias experiências.
 
Boa noite a todos!
 
Muitos compromissos me esperavam hoje, entre eles, pagamento de contas, médico e o tradicional café de fim de tarde (do qual não posso abrir mão – recomendações médicas expressas!). No banco, muita fila, mas como sou lépido, passei à frente dos aposentados, que precisavam de ajuda de algum bancário para fazer suas operações. Aliás, no banco, sempre por esses dias, tenho compromisso mensal com o pagamento da pensão alimentícia para minha filha.
 
Hoje, recordei com muito saudosismo de uma viagem muito legal que eu e meu amigo Elton fizemos, lá pelos idos de 2000, ao Litoral catarinense. Viagem tranquila, na qual visitamos vários amigos que residiam por lá na época. Muito mar, cerveja, churrasco e poucas mulheres – naquela época, tal era nossa “inocência” de juventude que mais falávamos do que agíamos...
 
Bons tempos em que existia a pureza e não havia a “bendita” tecnologia dos celulares de hoje. Assim, ficamos 15 dias viajando, com contato esporádico com os parentes via telefone convencional (sim, isso já existiu um dia). Fotos tiradas ainda numa câmara de filme, e a pobreza mútua não permitia termos uma filmadora – luxo para poucos na época.
 
O Elton sempre foi muito espirituoso. Talvez, entre todos os meus parcos amigos verdadeiros (entre os quais incluo seus dois irmãos, Adriano e Vilmar), o mais espirituoso. Sempre brincalhão e nunca tendo “tempo feio” ao seu lado.
 
Pois bem, num determinado dia, ele ligou para casa e falou com sua mãe. As notícias do outro lado não foram boas – não posso dizer aqui o que foi, por respeito à privacidade do meu amigo. Mas, a partir daquele dia, ele mudou um pouco sua vivacidade habitual.
 
Lembro que, já retornando para casa, eu ao volante (naquela época ele ainda não dirigia), e ele no outro banco, ressonando, perguntei se já havia esquecido o problema. Elton demonstrou impaciência (claro que forçada) e me respondeu: “Como vou esquecer, se, de cinco em cinco minutos, você me lembra dele???”. Recordo que ri muito e fingi ficar sentido. Grande figura o meu amigo Elton!
 
Hoje, por força da pandemia, faz um tempo que não nos vemos pessoalmente. Assim, estou em dívida com ele e os irmãos, prometendo bebermos umas geladas tão logo tudo isso passe.
 
Boa noite a todos!
 
O dia foi tranquilo – aparentemente, como vou explicar logo à frente. Acordei tarde, ainda no torpor do desânimo de ontem, e, com isso, a manhã foi verdadeiramente imprestável. Logo à tarde, reunião com a direção de educação da região (muito “ão”!), para alinhavar alguns processos. Chato haver ainda quem na minha área acha que o professor faz pouco; assim, pensa-se logo em passar mais tarefas para ele. Parece que as atividades on-line para os alunos, que planejamos com muito zelo (e também precisamos corrigir depois), são “fichinha”, “coisa pouca”. Lembrem que também somos humanos, de carne, osso e fragilidades!
 
Finalizei o dia decepcionado com a dita raça humana (não que antes já não estivesse...). Uma rápida ida ao mercado fortaleceu isso. Estabelecimento abarrotado de gente, uns literalmente tropeçando nos outros. Nenhum controle em relação à quantidade de pessoas lá dentro. Parece que, usando as ditas máscaras, somos imunes a qualquer vírus do universo!
 
Ao caixa, reclamei (como se resolvesse alguma coisa...). Isso só prova que as pessoas parecem “pedir” para acontecer as tragédias, com ou sem pandemia. Ontem ainda, saiu uma espécie de lei municipal que vai multar, em 10 mil reais (uma fortuna, se fosse comigo), quem for pego promovendo festas ou aglomerações. Mas, e aí, pergunto: como racionalizar as filas em um banco como a CEF, com centenas de pessoas próximas umas das outras, a fim de obter o benefício governamental?
 
Quero, então, refletir que, mesmo estando numa “certa” zona de conforto, com poucos casos diagnosticados do Coronavírus, precisamos manter os cuidados a todo o momento. Ninguém, absolutamente ninguém, está ileso, imune. Qualquer um pode ser contaminado e alastrar para muitos outros. E não é só dever das autoridades promoverem os cuidados – cabe a cada um de nós, individualmente.
 
“Incidente em Antares” (Érico Veríssimo) é a sugestão literária do dia. Pai do genial Luiz Fernando, Érico, em um de seus últimos livros, tem nessa obra um forte tom político. A história se passa em uma pequena cidade do Rio Grande do Sul, tão diminuta que nem consta no mapa, Antares. Com uma linguagem irônica, perpassada de humor e, ao mesmo tempo, de crítica social, o autor faz uma análise da sociedade de Antares em uma comparação à própria sociedade brasileira.
 
Boa noite a todos!
 
Sabe aquele dia em que você acorda pensando que não dormiu o suficiente? Esse foi o meu despertar hoje. Além de achar que havia dormido muito pouco, ainda estava sem vontade absoluta de fazer “absolutamente” nada. Mas aí lembrei das “benditas” atividades on-line que precisava preparar para meus alunos... Então, fui lá, ao computador. Quando tudo parecia normal, ainda faltou luz... Graças que logo retornou. A vida de professor “confinado” também tem suas agruras.
 
Já no fim de tarde, participei de um animado “café virtual” com minha grande amiga (e de longa data), professora Carmelita. Isso porque cada um estava no recôndito de seu lar, bebericando sua fumegante xícara de café.
 
Gosto muito de conversar com a Carme (como carinhosamente a chamo). Pessoa de bom papo e sempre observando as coisas pela ótica do “lado bom”, além de ter uma sensatez que me causa inveja. Pois bem, em nossos assuntos “filosóficos”, tratamos desde amenidades até uma possível solução para os “problemas do universo” – exagerando um pouco aqui.
 
Contei-lhe do meu dia a dia monótono, do que faço para as horas passarem sem ser “triturado” pela pandemia. Ela, por sua vez, falou da saudade dos seus, que residem na distante Florianópolis.
 
Houve até tempo de tratarmos dos relacionamentos conturbados e difíceis dos tempos atuais (que já existiam pré-pandemia, seja bem esclarecido). Então, observamos que muitas pessoas erram “feio” em seus relacionamentos por querem “moldar” o outro ao que pensam ser uma pessoa ideal. Onde fica, aí, a individualidade de cada um? O respeito ao ser como ele se sente bem? O compreender que o outro não é um “espelho” da gente? Infelizmente, eu e a Carme não chegamos a uma conclusão definitiva sobre o assunto, mas prometemos tratar novamente disso em um futuro café – quem sabe, dessa vez, presencial.
 
Hoje, a sugestão literária fica por conta de “São Bernardo” (Graciliano Ramos). Publicado em 1934, o livro retrata o drama social vivido pelo Nordeste, representando o drama particular de um personagem que foi ajudante de cego, caixeiro viajante até ser latifundiário.
 
Não sei vocês, mas eu, hoje, vou me recolher bem cedo! Como disse no início, o dia não começou nada bem... Boa noite a todos!
 
Dia corrido e muito gratificante. Logo cedo, fui conversar com a Raquel, repórter do Lance Notícias (site de divulgação de notícias de Xanxerê e região, localizado aqui no município), sobre o Diário da Pandemia. Gostei demais da matéria que ela fez sobre o Diário, inclusive com a sensibilidade devida para refletir bem meus objetivos com os textos. Mui grato, Raquel e Márcio (proprietário do site), pela oportunidade!
 
Depois, ao findar o almoço, recebi uma mensagem “estranha” pelo Instagram. Digo estranha porque nunca havia recebido nada por lá. Era uma ex-aluna, dos tempos em que eu era um “abnegado” professor universitário. Ela entrou em contato comigo para pedir desculpas por algo do passado. Aceitei o pedido, mesmo não entendendo muito do que se tratava. Disse a ela que não guardava mágoas, mas ficava entristecido com episódios assim. Vida que segue!
 
Hoje, preciso falar de elogios. Sim, elogios sinceros e verdadeiros, não aqueles que se dá aos outros por “obrigação” ou mera “convenção social”. Nisso, confesso que sou péssimo em elogiar; mais: não sei, na maior parte das vezes, elogiar alguém. Isso acaba me causando “mal-estares” às vezes, pois, na minha área de atuação, meus alunos esperam sempre ouvir elogios de mim (mesmo que, algumas ou muitas vezes – depende o caso –, não os mereçam). Sou extremamente sincero nisso.
 
Pois bem, o elogio certo (e sempre sincero) fortalece nossa autoestima e, acredito, nos torna melhores. Sim, porque o elogiado se engrandece com o que ouviu. “Outro” mais: passa a repetir aquele “bom comportamento” ou “atitude” com frequência; afinal, fez bem para seu ego.
 
Agora, faço outra “mea culpa”: quase sempre esperei ser elogiado ao invés de elogiar. Calejado pelas más interpretações que já recebi em minha parca (olha aí de novo a palavra, amigo Vilmar!) existência, estou, aos poucos, aprendendo a elogiar. Mas, vejam bem, não quero cair na “vala profunda” dos elogios falsos, até muito bonitos, mas rasos, sem vida!
 
Assim, agradeço a todos que elogiaram minha “aparição” na mídia hoje. Na verdade, os elogios são para vocês, que me acompanham todos os dias e valorizam o ofício deste “pequeno” escritor! Por falar nisso, você já leu algo hoje?
 
Boa noite a todos!
 
 
 
Há muitas e muitas maneiras de sair da monotonia imposta pelos novos tempos. Para mim, devido às limitações que o confinamento traz, sair do monótono equivale às poucas e rápidas “escapadas” de casa. Hoje, por exemplo, fui a mais uma sessão de fisioterapia, para o tratamento da “perna problemática”.
 
Além disso, seria mais um dia absolutamente normal, caso não fosse a ponta de “inveja” que tomou conta de mim. E a culpada é a “dona” Adriana Caregnato! Por quê? Simplesmente porque ela publicou em seu Face uma crônica perfeita, sobre os “dias sombrios” pelos quais pessoas como eu estão passando. A autora é ninguém mais, ninguém menos, do que a talentosa escritora Martha Medeiros...
 
Outro fato interessante de hoje foi a recordação do meu tempo de moradia na República dos Bixos, no longínquo 1991. Eu recém havia sido transferido, pelo BB, de São Miguel para Chapecó. Assim, residi antes um tempo com uns conhecidos, até que o Leonardo, meu grande amigo até hoje, convidou-me para morar com eles (na dita República), já que era bem próximo ao Cesec, nosso local comum de trabalho.
 
Por que República dos Bixos? Pelo simples fato de que cada morador de lá tinha um apelido “animal”. Assim, havia o raposão (Leonardo), eu (lagartixa) e mais quatro colegas, dos quais não lembro o nome, mas o apelido está na “ponta da língua”: bicho preguiça, ganso, macaco-rhesus e urso panda. Na maior camaradagem, tratávamo-nos apenas pelos apelidos, sem culpa e sem sofrer afetação por um tal de “bullying” (termo que seria criado só uns 30 anos depois). Dividíamos lanches e tarefas, numa quase perfeita comunhão, até que...
 
Bom, um certo dia, “roubaram” um pedaço de uma perna de salame que eu havia comprado. De pronto, coloquei um cartaz na porta da geladeira: “façam o favor de não roubar comida dos outros”. Logo, alguém colocou um outro cartaz: “e você, pare de roubar meus iogurtes!”. O pior é que eu não havia sido o larápio, mas ri muito do fato. Saudades daqueles tempos!
 
Dica de leitura para hoje: “Casa de pensão” (Aluísio Azevedo). Clássico brasileiro, a narrativa se baseia nas escolhas de Amâncio, um típico jovem rico do interior, vislumbrado com uma vida de vícios na capital. Moldado pelas influências da sociedade ao seu redor, encontra um trágico fim para sua jornada.
 
Boa noite a todos!
 
Hoje, graças ao bom Deus e aos cuidados de médico e de enfermeiras (na hora da “precisão”, sabemos o quanto são importantes!), passei um dia muito tranquilo. Para completar, tive oportunidade de conversar, mesmo que por telefone ou outros meios, com pessoas muito queridas e que, infelizmente, moram distantes.
 
Uma delas é o Seu Adão, amigo novo, de pouco tempo (mas parece que nos conhecemos há décadas, de tanto que “flui” nosso bate-papo). Na altura de seus bem vividos 72 anos, perguntou como eu estava e como estava convivendo com essa loucura do Coronavírus.
 
Respondi que me cuidava ao máximo, inclusive trabalhando em casa, para minha segurança e de meus alunos. Aproveitei para, como faz todo “jovem” preocupado com os idosos, recomendar-lhe o máximo de cuidado com a sua segurança nesses “tempos difíceis”: evitar sair de casa, não ter contato com pessoas de risco, abusar no uso de álcool em gel e por aí vai... Depois de uns bons 30 minutos, despedimo-nos, prometendo nos rever quando todo esse caos passar.
 
Outra pessoa de quem gosto muito e também tenho conversado, mesmo que menos, pelas ditas redes sociais, é minha querida tia Gentila, de “Casias”. Quando a visitamos (geralmente, vou pra lá com a mãe), ela se desdobra para nos tratar muito bem. Gosto muito de visitá-la também porque ela mora no interior, numa simpática propriedade rural. Já prometi que, brevemente, voltaremos a nos encontrar. O café da tia, aliás, é fantástico!
 
Por fim, minha também saudosa tia Maria, que sempre identifico como “do Paraguai” (por falar nisso, ela me cobra para escrever um Diário de uma viagem nossa até lá, ainda no meu tempo de criança). De bom papo e sempre de bem com a vida, a tia vai seguido visitar a mãe em São Miguel. Ambas “as três”, Antonietta, Gentila e Maria, são como mosqueteiras: muito unidas e sempre prontas a se ajudar.
 
Hoje, a sugestão literária (parte do Diário da qual muitos leitores estão gostando, o que é muito bom!) é para “Dom Casmurro” (Machado de Assis). Nesse romance, o genial escritor brasileiro conta a história de Bentinho e Capitu, que são criados juntos e se apaixonam na adolescência. Mas a mãe dele, por força de uma promessa, decide enviá-lo ao seminário, para que se torne padre. Lá, o garoto conhece Escobar, de quem fica amigo íntimo. Algum tempo depois, tanto um como outro deixam a vida eclesiástica e se casam.
 
Hoje, o Diário faz uma homenagem ao inverso: como é o Dia dos Netos, escrevi para homenagear os avós!
 
Em épocas de Pandemia do Coronavírus, novas paixões continuam aflorando!
 
Boa noite a todos!
 
Mais um dia “terrível”. Quem adivinhar o porquê ganha uma cerveja de sua preferência. Isso mesmo: a “perseguidora” enxaqueca... Fui dormir relativamente cedo, às 23h30. Cerca de duas horas depois, surgiu uma dor de cabeça lancinante. Remédio providenciado, e dor só aumentando. Resultado: pela manhã, após uma “noite em claro”, nova visita ao posto de saúde para receber medicamentos na veia – por enquanto, a única solução para cessar com a dor.
 
Pediram-me para tratar no Diário da temática viagens. Como bom “ouvidor” que sou, não posso me furtar a essa solicitação. Ainda mais que todas (sem exceção!) as minhas viagens foram “grandes aventuras”. Acredito que está no meu “sangue” viajar e me divertir muito com isso.
 
Pois bem, nos idos longínquos de 1998, eu e a mãe empreendemos uma grandiosa viagem ao “Velho Mundo”. Sim, fantástica viagem porque, no período de 30 dias exatos, tivemos a oportunidade de conhecer 11 diferentes países da Europa Ocidental.
 
Malas prontas, saímos de São Miguel (ônibus) com destino a Floripa, onde lá pegamos o avião para São Paulo. Primeiro destino: a maravilhosa Paris, capital de “La France”. País apaixonante, que encanta e deslumbra os viajantes pela educação intrínseca dos franceses.
 
O objetivo deste relato não é contar detalhadamente nossos passeios fantásticos por todos aqueles países, mas sim dizer que a viagem não teve nenhum ponto negativo. Mesmo na Espanha (último país visitado), com a fama, naquela época, de terem aversão a turistas, pudemos nos divertir e conhecer muitos pontos históricos.
 
Um fato me chamou a atenção na viagem, tanto que até hoje lembro bem dele. Estava conosco no grupo um homem mais velho que eu. Diferente de todos os demais, ele não portava câmara fotográfica, nem filmadora (naquela época os celulares ainda eram objeto de luxo). Como todos, apreciava os pontos turísticos com muita atenção, mas não registrava nada em algum aparato tecnológico. Resolvi questioná-lo: “por que você não tem, ao menos, uma câmara?”. Ao que ele argutamente respondeu: “não preciso de nada, pois tudo o que vejo é registrado para sempre em meu cérebro!”. Boa resposta, pensei na hora.
 
E assim foi a maior e melhor viagem de toda a minha vida. Pena que, passados 22 anos, ainda não tive a possibilidade de voltar para lá, mas, um dia, retornarei, com absoluta certeza.
Em minha opinião de conhecedor mediano de literatura da Língua Portuguesa, considero Luis Fernando Verissimo o maior escritor vivo de nosso idioma. Então, hoje a sugestão literária é “Comédias para se ler na escola”, um livro dividido em seis tópicos e subdividido em suas respectivas crônicas/contos. Assim, a coletânea reúne 35 narrativas curtas, trazendo o universo das histórias e personagens do mestre Verissimo.
 
Boa noite a todos!
 

logo

Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).

Nossos contatos:

Xanxerê (SC)
suporte@diariodapandemia.com.br

(49) 9 9941-7007

Visitantes:

425132
HojeHoje272
OntemOntem372
SemanaSemana1064
MêsMês12806
TodasTodas425132