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Administrador

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Dia deveras calmo, como muitos outros registrados durante esta pandemia. Curiosamente, redigi (mentalmente) uma espécie de Diário do hipotético milésimo dia de pandemia do Coronavírus – o texto até que ficou legal, porém um tanto quanto lúgubre; com isso, está na “reserva” para um dia em que a inspiração falhar. Ademais, “tranquilidade de cruzeiro”, como diria o piloto de um avião.
 
Como o Diário propõe tanto reflexões sobre temas atuais quanto faz recordações do passado, hoje é o dia de relembrar! Não lembro qual apresentador de televisão brasileira já afirmava há muito tempo: “recordar é viver”. Então, vamos lá.
 
O 2015, como um todo, foi muito intranquilo para mim em função do divórcio, que acabaria se concretizando naquele mesmo ano. Parece que estamos preparados para os desvios de rumo da vida, entretanto, na prática, não é bem assim que acontece. Por isso que 2015, de diversas formas, também acabou se tornando inesquecível. Outra hora trato mais sobre isso.
 
Nunca, até então, havia batido meu carro em outro. Naquele março, descobri como é colidir com alguém. O fato aconteceu mais ou menos assim: saí um pouco atrasado para o trabalho. Ao chegar em uma esquina, olhei para todos os lados (como costumeiramente faço) e não vi ninguém. Então, avancei. E, do nada, senti a batida...
 
A frente do meu Grand Siena atingiu a lateral de um Gol. Apesar da baixa velocidade, o impacto foi forte, estragando muito da frente do meu carro e bastante da lateral do outro, porém não houve feridos humanos. Ainda bem que o sujeito era tranquilo. Assim, logo chamamos a polícia (que não apareceu) e também acionei meu seguro – graças a Deus, sempre tive seguro do carro.
 
No final das contas, tudo deu certo: o seguro cobriu o conserto dos dois. Como meu carro ficou dez dias em conserto, a seguradora me forneceu um carro reserva... E que carro reserva! Quando contratei o seguro, deveriam fornecer, em caso de acidente, um carro reserva equivalente. E o que apareceu? Um gol, literalmente “caindo aos pedaços” – sem direção hidráulica, sem ar-condicionado e sem vidros elétricos... Reclamei, o que não adiantou nada, mas depois, na renovação do seguro, exigi constar uma cláusula dizendo “carro reserva com ar”.
 
Tempos estranhos aqueles!
 
Boa noite!
 
Voltou a esfriar... O Sol retornou e, com ele, a temperatura baixa, algo pouco agradável. Fiz um exame solicitado pelo cardiologista e, além disso, nada mais. Na segunda-feira, acabei esquecendo de contar o término da leitura de “Saco de ossos”, 702 páginas e uma semana depois de iniciada. Sexta haverá uma nova “aventura” para o Diário, que contarei no devido momento.
 
Gosto da palavra “frivolidades”. Acho que um pouco é pela pronúncia, tão eufônica quanto “pra mim fazer” (que muitos dizem errado, pois, efetivamente, “mim não faz nada” – como bem ensina a gramática).
 
Frivolidade, para quem não sabe, é “a condição, característica ou estado do que é ou se apresenta de modo frívolo – que é ou tem pouca importância; inconsistente, inútil, superficial”. Ainda, “qualquer coisa de pouco valor; coisa fútil; ninharia”.
 
Vejo que nossa vida é preenchida de duas formas: pelas coisas importantes e pelas frivolidades. Calma, que já exemplifico meu pensamento.
 
Geralmente, estamos ocupados com tarefas importantes e urgentes, que requerem nossa atenção e ação instantâneas. Elas, afinal, são o “motor” de nossa existência, sejam na vida profissional ou social.
 
Porém, em outros momentos, dedicamo-nos (sem ao menos perceber), às frivolidades, como passear despreocupadamente, ficar “navegando” ao celular, tomar um bom café com alguém especial, entre muitas outras. Então, as frivolidades, aparentemente fúteis, são importantes para “desligarmos” da seriedade do dia a dia.
 
Nesse sentido, a pandemia parece ter surgido para que a humanidade, como um todo, se voltasse ao frívolo, ao “desimportante”, entre o qual está a convivência com os filhos (incrivelmente!), o deter-se um pouco mais na arrumação da casa, a dedicação mais atenta ao animal de estimação ou à planta preferida... Concordam? Independente disso, sugiro um pouco mais de frivolidades em nossas vidas.
 
Como não poderia deixar de ser, hoje sugiro “Saco de ossos” (Stephen King). Muito envolvente, o livro explora a história do escritor Mike Noonan, que, depois da morte da mulher, se vê em uma crise de inspiração e perde sua habilidade de escrever e criar estórias. Sem família e sem ocupação, Mike resolve visitar a casa do lago, que o atormenta em seus sonhos. Lá, ele conhece Mattie Devore e sua filha Kyra, e acaba se envolvendo na luta contra o poderoso ex-sogro pela guarda da criança.
 
Boa noite!
 
Dia inteiro de chuva. Como não sou fã da chuva, passei o dia, também, de uma certa forma, “emburrado”. Não aqueles “burros” do passado, em que não suportava ver ninguém à frente: mas dos tempos de Pandemia, com bem mais resignação. Como bem sabem, hoje também houve atividades de academia e fisioterapia, que funcionam como “válvula de escape” para a monotonia destes dias. Ah, não posso contar – para não estragar a surpresa –, mas o “voo de maior envergadura” do Diário, aos poucos, está saindo do plano das ideias. Aguardemos mais um pouco...
 
Quando a Marina tinha seus seis anos (no “estranho” ano de 2014 – um dia explico o porquê dessa expressão), resolvi presenteá-la com um animal de estimação diferente.
 
Assim, num belo sábado de novembro, fomos a Chapecó, para adquiri-lo. Chegando ao pet shop, logo olhamos as opções. Entre cães, gatos, peixes e uma inúmera variedade de outros animais, chamou-nos a atenção um pequeno roedor, todo branco. Sim, isso mesmo: um hamster sírio.
 
Na hora, a Marina se apaixonou pelo bichinho, muito lépido e fagueiro. Inicialmente arrisco, não aceitava que o pegássemos; fugia e, se insistisse, mordia rapidamente nossa mão. Para quem não conhece, o hamster sírio é uma espécie de primo do rato comum, porém – digamos assim – mais higiênico e sociável.
 
Negócio fechado – com gaiola (equipada com uma roda para ele se exercitar), maravalha e ração incluídas –, retornamos para casa. Naquele mesmo dia, divertimo-nos muito vendo as estripulias do bichinho, que, inclusive, revelava-se bastante simpático.
 
Com o passar do tempo, ele cresceu, assemelhando-se cada vez mais com um grande rato branco. E, aí, descobrimos o mistério: “ele”, na verdade, era “ela”. Por isso se explicava seu comportamento mais nervoso, indócil às vezes (não estou fazendo nenhuma crítica ao gênero feminino, pois essas características são parte da personalidade do hamster fêmea).
 
Uma certa feita, resolvemos soltá-la para brincar fora da gaiola. Rapidamente, a bichana se instalou na parte interna de trás do fogão a gás. Foi um sufoco resgatá-la de lá. Ao completar dois anos e meio, ela acabou morrendo, próprio da espécie.
 
Gostaram da história? Conte uma experiência sua com seu bichinho de estimação.
 
Boa noite!
 
O dia começou com chuvisco e terminou com Sol. Precisei ir ao cardiologista, à tarde, mas para consulta de rotina (semestral). Atendimento realizado, fui tomar um café na padaria. Não sei se contei anteriormente, porém, esta semana, estamos de férias – um certo “reconhecimento” do governo estadual à sobrecarga de tarefas pelas quais nós, professores, estamos passando com as ditas aulas a distância.
 
Infelizmente, a Covid hoje vitimou, em Xanxerê, uma jovem de apenas 28 anos. Lamentável para quem, pela tenra idade, tinha todo um mundo de oportunidades pela frente...
 
A partir dessa trágica perda (mesmo que eu não a conhecesse pessoalmente), pensei no tema de hoje: “frustração”. Então, primeiro, vamos a uma breve definição. Essa palavra, já “feia” em sua origem, significa “estado de um indivíduo quando impedido por outrem ou por si mesmo de atingir a satisfação de uma certa exigência”.
 
Assim, vemos que a frustração é uma característica humana sobrepujante. Todos nós, em algum ou em vários momentos de nossa vida, experimentamos a frustração. E, ah, ela é bem perniciosa!
 
Particularmente eu, em minhas poucas décadas de vida, já sofri muitas frustrações, em diversos âmbitos: ora em relacionamentos amorosos (o mais comum), ora em situações profissionais e até em minha função de ser pai da Marina.
 
Parece que a frustração está “interligada” com a expectativa. Se esperamos muito algo, e ele não se realiza, somos atingidos pelo sentimento de frustração. Assim parece a “lei da vida”...
 
Entre os diversos sentimentos que, nos últimos tempos, tenho, de certa forma, começado a aprender a “lidar”, estão a tolerância, a flexibilidade, a expectativa e a frustração. Como uma espécie de “vacina”, procuro conviver com esses sentimentos tentando não ser atingido de “forma brutal” por eles. Afinal, caso me dominem, sofrerei muito psicologicamente. E você, quando se sente atingido pela frustração?
 
Sugestão literária do dia vai para “O vampiro de Curitiba” (Dalton Trevisan). Assim como um vampiro é capaz de tudo em sua busca pela satisfação do sangue, os personagens dos contos que compõem o livro buscam, sem culpa, pudor ou censura, o prazer a qualquer custo.
 
Boa noite!
 
Como não poderia ser diferente no domingão, dormi até muito tarde. Depois de almoçar fora, aproveitei a tarde para corrigir trabalhos de alunos e colocar as questões burocráticas das aulas em dia. Uma leve dor no braço esquerdo e surgiu o tema para o Diário de hoje...
 
No final de 2013, penúltimo dia do ano, fui passear no interior de Xaxim com a família. Estávamos à margem de um rio. De repente, vi um cipó e resolvi relembrar a infância – quando era criança, meu avô paterno havia construído uma casa de árvore para mim e instalado um cipó artificial, no qual eu imitava o Tarzan.
 
Então, puxei o cipó e, ao tentar me balançar, caí do dito cujo... A queda foi, infelizmente, amortecida pelo meu ombro esquerdo. Não era muito alto, mas o suficiente para quebrar algo. Não deu outra: fraturei o ombro (mas, naquele momento, ainda não sabia disso).
 
Envergonhado com a cena (visualizada somente pela ex e pela Marina), fingi que estava bem, mas, na verdade, sentia uma dor lancinante no ombro. Passamos mais algumas horas por lá, e, no final do dia, retornamos para casa.
 
Os dias seguintes, não dei bola para o machucado, pois tínhamos viagem de férias programada. No retorno, consultei meu clínico (sempre o doutor Luiz Afonso), que prontamente me encaminhou para um ortopedista.
 
Consultado o ortopedista, fiz radiografia do ombro que constatou fratura do úmero proximal. Assim, fui encaminhado à fisioterapia. O processo todo foi demorado: cerca de 50 sessões (e cinco meses) até que eu tivesse o ombro consolidado e com os movimentos novamente normais.
 
Até hoje lembro que aquela foi uma das brincadeiras da vida que “custaram caro”. Se tivesse ficado quieto, sem querer aparecer, provavelmente não teria acontecido a “quebradura”. Mas não: quis mostrar que ainda “tinha” a vitalidade de um Tarzan...
 
Não poderia esquecer a data de hoje: comemoramos mais um Dia dos Avós. A todos(as), desejo votos de felicidades e vida longa para cuidar e “estragar” seus netinhos!
 
Boa noite e bom início de semana!
 
Brrrrrrr... O frio voltou! Depois de alguns dias de “Verão fora de época”, hoje baixou a temperatura. Assim, recolhi-me em casa e praticamente não vi o mundo “lá fora”. Será que, finalmente, chegou o tão aguardado Inverno? Resta-nos esperar amanhã para ver se o frio continua.
 
Comemoramos, hoje, uma data muito importante: Dia do Colono e do Motorista. Como sabem, sou contra as chamadas datas comemorativas, mas essa, em especial, considero muito importante.
 
Mesmo nunca tendo sido um dos dois, tive vários parentes (meus saudosos avós entre eles) e tenho bastantes amigos nessas duas categorias e, pelos seus relatos, sei as dificuldades que passam em suas nobres profissões. Infelizmente, no Brasil, ambos são menosprezados, apesar de fornecerem, para nossas mesas, o tão necessário alimento diário. Afinal, pouquíssimos alimentos não vêm da terra ou transportados por caminhão.
 
Apesar do tom pejorativo, a palavra colono faz parte de nossa essência. Aqui no Oeste do estado, fomos “colonizados” pelos gaúchos, a partir das levas migratórias de meados do século passado.
 
E o que dizer dos motoristas? Trabalham “de sol a sol”, com poucos momentos de descanso, e atravessam esse “Brasilzão” de leste a oeste, de norte a sul. Abnegados, estão sempre longe de suas famílias, batalhando pelo seu pão.
 
Então, meu total respeito a essas duas categorias; que possam, um dia, ter o devido reconhecimento pelo que nos proporcionam diuturnamente!
 
Já faz dias sem uma boa sugestão de livro, não é? Então, sugiro “O homem da máscara de ferro” (Alexandre Dumas). A história se passa na França, em 1661. Mais de 30 anos depois de terem feito o juramento (“um por todos e todos por um”), os três mosqueteiros estão aposentados. Porém, cansados dos desmandos do rei Luís XIV, voltam à ação para colocar em prática um plano de Aramis: destronar secretamente o rei da França, substituindo-o por um presidiário sentenciado a usar uma máscara de ferro.
 
Boa noite e bom final de semana!
 
Cada vez me convenço mais que este ano, com o Coronavírus, não teremos Inverno... Foi mais um dia absolutamente muito quente (em torno de 24º) para a época. Pela manhã, fiz pouca coisa, mas, à tarde, cumpri meus compromissos habituais da sexta: academia e fisioterapia. Fim de tarde, tempo para um bom café e (depois de um também bom banho) agora redijo o Diário do dia.
 
Quero fazer uma “viagem no tempo” com vocês. Retornemos para o ano de 2010. Naquele tempo, dez anos atrás, eu era, sem dúvida, mais jovem e viçoso do que hoje sou. E também ainda tinha moto. Assim, mais ou menos por esta época do ano, sofri o último (promessa minha) acidente com moto da vida. Foi o “ponto final” para as aventuras motociclísticas, graças a Deus.
 
Como de costume, eu trabalhava à tarde e à noite. Com isso, costumava ir ao banco após o almoço. Feita a refeição, peguei a moto (uma 250, Tornado) e fui ao BB (como devem lembrar, na época, eu residia em Xaxim).
 
Fiz o que precisava no autoatendimento e rumei de volta a casa. Porém, chegando ao pequeno “trevo” da Diplomata (atual Aurora), um carro fechou minha frente. Resultado: freei mui forte, e a moto caiu, deslizando um pouco na pista.
 
Aparentemente, nada de mais havia acontecido, mas, ao analisar melhor minha situação, tinha machucado o pé e a perna direita, além de ferimentos fortes no joelho e no braço.
Logo, surgiram os costumeiros “populares”, para ver se eu estava bem. Queriam chamar os bombeiros, mas eu, prontamente, levantei a moto, voltei a ligá-la e sumi dali, mesmo estando relativamente “bem quebrado”...
 
Chegando em casa, tomei um banho e recebi alguns curativos feitos pela ex. E, surpreendentemente, resolvi ir trabalhar. Tinha aula, naquela tarde, em Xanxerê. Assim, fui.
Depois da aula, consegui uma consulta rápida com o doutor Luiz Afonso, que me avaliou e observou que nada estava quebrado. Ainda bem! Assim, nem atestado peguei, trabalhando normalmente os dias seguintes, apesar de todo “enfaixado”.
 
O que aquele acidente me ensinou? Que havia acabado meu tempo para moto. Meses depois, vendi-a e nunca mais tive um veículo de somente duas rodas...
 
Boa noite!
O que dizer de um dia em que não fiz praticamente nada? Nada! Sim, só dormi em demasiado e li bastante (em torno de umas 50 páginas do “Saco de ossos”). Mesmo assim, as horas (que deveriam passar bem devagar) “voaram”. Amanhã, já tenho meus compromissos rotineiros das sextas; aí, o dia deverá ser diferente.
 
Pois bem, ontem, o futebol retornou em dois estados: Rio Grande do Sul (com o clássico Grenal) e São Paulo. Isso é alvissareiro? Acho que não, pois ainda não é possível público “real” nos estádios, o que é muito ruim para todos.
 
Então, hoje refleti sobre a “mudança de hábitos” que tivemos nos últimos quatro meses. Na verdade, tínhamos “um outro mundo” até meados de março. A partir daí, um novo cenário, de pandemia caótica, se instalou e nos forçou a mudarmos drasticamente nossa forma de viver.
 
Confesso que é muito estranho (mas agora totalmente normal) ver uma notícia como “polícia cessa encontro ‘ilegal’ de jovens” ou “vigilância sanitária suspende velório”. Estaremos em outro mundo e ninguém nos avisou?
 
Essa mudança de hábitos – proibido “aglomerações” (quantas pessoas, mesmo, constituem uma aglomeração?), usar máscara (a rigor, qual a efetiva comprovação científica de que ela nos protege? E quem tem problemas de respiração, aspirando gás carbônico direto, como fica?) e o uso constante de álcool em gel (medida que vejo como salutar, para nos esterilizar de qualquer “bicho nocivo” à saúde) – veio para ficar marcada na nossa história. Certamente, 2020 entra para os anais históricos como um ano ímpar, em tudo.
 
Na verdade, meu pequeno “discurso” soa mais como um desabafo... Nunca fui a favor da coação das liberdades individuais, mas parece que, em grande medida, um pouco disso está ocorrendo.
Por outro lado – importantíssimo também –, o vírus continua aí, “firme e forte” – infelizmente, em Xanxerê, foram registradas mais quatro vítimas fatais em 24 horas. Assim, obrigo-me a pensar que “toda precaução é pouca”, e a mudança de hábitos faz-se necessária e obrigatória. Tomara igualmente que, daqui algum tempo, a mesma história não registre que tudo fez parte de uma grande farsa, ao estilo “1984”. Torçamos para isso.
 
Boa noite!
 
Novamente um dia muito agradável, mas somente em termos climáticos. De um modo geral, a quarta-feira tem sido o dia da semana mais atribulado pra mim, devido ao atendimento de três turmas do Ensino Médio, com preparação e postagem de atividades, além das aulas on-line. E isso tem sido deveras cansativo, para não usar um termo mais forte...
 
Então... Nos duros tempos em que vivemos, a tecnologia tem sido uma aliada muito valiosa. Além de nos preencher o tempo (que cada vez parece ficar mais ocioso!), ela nos distrai de diversas maneiras.
 
A partir da Revolução Industrial (séculos XVIII e XIX), podemos considerar que a tecnologia foi se desenvolvendo “a passos largos”. Hoje, temos à disposição, dentro de nossa casa, um “universo tecnológico”: desde os eletrodomésticos até os equipamentos de computação. Sem mencionar o “bendito” celular.
 
Sempre convivi bem com a tecnologia, pelo fato de, muito cedo (no tempo do BB), conhecer o computador e aprender a “lidar” com ele. Depois, como professor universitário, aprendi a manusear as tecnologias com mais desenvoltura – que legal foi a primeira vez em que utilizei um data-show! Agora, com as “malfadadas” aulas a distância, aprendi novas ferramentas; mas, confesso, algumas considero totalmente inúteis.
 
O que virá em nosso futuro tecnológico? Apesar de não ser muito confiante em tecnologias mirabolantes (afinal, em 1980, prometiam, para 2020, termos carros voadores...), assusta-me a ideia de convivermos com androides do tipo “Exterminador do futuro”. Pois, como confiar em criaturas de ferro que poderão, da noite para o dia, querer tomar nosso lugar???
 
Enfim, a tecnologia ainda nos reserva muitas surpresas. Estejamos, portanto, preparados para um futuro totalmente desconhecido, mas, com certeza, muito tecnológico.
 
Hoje, a sugestão literária é para um autor atualíssimo: “Para onde vai o amor?” (Fabrício Carpinejar). No livro, ele apresenta 42 textos sobre amor, desilusão amorosa, casamento, divórcio, saudade e outros sentimentos que compõem os relacionamentos. Com sua prosa poética, o autor explica o que se passa dentro do coração do leitor.
 
Boa noite!
 
Temperatura agradável o dia inteiro, mais parecendo um daqueles dias de Primavera. Depois de planejar atividades para os alunos (pela manhã) e ministrar aulas on-line (início da tarde), cumpri meu “ritual” de academia e fisioterapia. Incrível como, quando estamos muito ocupados, sempre conseguimos fazer algo a mais: assim, entre ontem e hoje, li (sem mentira!) 303 páginas do “Saco de ossos”, livro ao qual fiz referência ontem.
 
Então, hoje recordei do segundo maior projeto de minha vida – em termos de dedicação, tempo e investimento. E esse é o tema de hoje do Diário.
 
Em 2006, resolvemos (eu e a ex-esposa) ter nossa casa própria. Na época, residíamos em meu atual apartamento de Xanxerê. Ela, por trabalhar em Xaxim, deslocava-se de carro até lá pela manhã, voltando para cá ao fim da tarde. Era muito desgastante, por causa dos perigos da rodovia.
 
Conversamos, assim, com um engenheiro-construtor e fechamos, em janeiro daquele ano, o projeto da casa. Aliás, modéstia à parte, era uma residência excelente, tanto em espaço quanto em conforto.
 
A obra começou em fevereiro. E me incomodou por demais, além da conta... Ora era desacerto entre os trabalhadores (acho que mais de uma dezena trabalharam nela), ora eram modificações não previstas (o que envolvia novos custos), entre outras “chateações”. Porém, ao cabo de tudo e longos dez meses depois (acima do prazo contratado, previsto originalmente para seis meses), fizemos a mudança.
 
Morei lá por bons nove anos, de 2006 a 2015 (por ocasião da separação conjugal, acordei sair da casa). Esse período, contudo, foi muito bom. Na verdade, sempre gostei de morar “no chão”, em contato direto com a terra. E nela havia muitas coisas legais: 180 metros de área construída, espaçosa garagem (para dois carros), área de festas, suíte (com hidromassagem), ampla área verde (com algumas áreas plantadas) e até uma casinha de árvore para a Marina.
 
Hoje, minha ex-casa é muito bem cuidada pelo proprietário atual (a ex negociou a venda), o que é muito bom. Com frequência, passo na rua em frente e fico orgulhoso do empreendimento, que me custou muito suor – lembrando o quanto trabalhei além das horas normais para pagá-la. Agora, restam boas lembranças de um passado que foi e não volta mais.
 
Boa noite!
 

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