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Administrador

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Muito Sol e calor predominaram hoje, fazendo com que o Inverno, por ora, seja esquecido. Para nossa alegria, os campeonatos nacionais de futebol (séries A e B) começaram. Infelizmente, meu Mengo perdeu por 1 x 0, o que me leva a desconfiar que não fará um bom Brasileirão.
 
Sempre gostei de estudar, nunca neguei isso. A partir do momento em que aprendi a ler e escrever (nos meus longínquos sete anos de idade), nunca parei de querer conhecer novas coisas, desbravar os mistérios do mundo. E, sendo professor, sempre precisei manusear essa coisa fantástica chamada “conhecimento”.
 
Pois em 2017, provavelmente, foi o ano em que mais estudei na vida. Tendo alterado meus rumos profissionais, por “forças do destino”, resolvi encarar estudos puxados para fazer frente a alguns concursos nos quais me inscrevi. Naquela época, então, disciplinei-me para estudar durante várias horas do dia, domingo a domingo.
 
Inicialmente, dediquei-me a estudar para um concurso de uma Câmara de Vereadores de um município aqui próximo. Inscrição feita e edital nas mãos, fui à cata dos conteúdos na própria Internet – optei por não adquirir qualquer apostila, pois esse primeiro concurso era uma espécie de “laboratório” para os demais, e queria ver a quantas andava a capacidade de memorização de meu já calejado cérebro. No final, conquistei um bom terceiro lugar – mas havia apenas uma vaga.
 
Apenas uma semana depois, novo concurso, agora para professor de Língua Portuguesa do Estado de Santa Catarina. Para ele, havia estudado quase tudo pela Internet, apenas lendo um livro impresso. Muito tranquilo no dia da prova, obtive novamente um terceiro lugar – o que me garantiu ser chamado, no início do ano passado, para compor os quadros dos profissionais do magistério estadual.
 
Na sequência, vieram os “terríveis” concursos do IFSC (em que fiquei em 45º entre 600 candidatos à mesma vaga) e do IGP (no qual faltou uma questão para que eu classificasse para a segunda etapa).
 
Somos contínuos aprendizes, e estudar é uma característica nata da matriz humana. Voltando a ficar inquieto, quero retornar aos estudos para novos concursos; considero que nossa vida é um constante aprendizado e não penso em ficar “parado no tempo”. Que venham, então, novos desafios do conhecimento!
 
Em tempo: feliz Dia dos Pais a todos que cumprem essa nobre missão.
 
Boa noite!
 
Sabadou e, com ele, um fim de semana que promete muito Sol. Precisei ir ao mercado, infelizmente hoje. Digo isso porque estava “apinhado” de gente, sem controle algum da quantidade de pessoas em seu interior... Depois, questiona-se o porquê de o vírus continuar se alastrando freneticamente.
 
Após o mercado, fui tomar um café e comer um pastel na padaria do Geder. Finalizado o lanche, dirigi-me ao caixa e lá surgiu o tema de hoje, após ver numa gôndola uma revista de um herói meu da infância: Tex Willer.
 
Na minha feliz infância (não tenho mesmo nada a reclamar dela) em São Miguel do Oeste, eu era fã do Homem-Aranha. Lembro que, todo mês, ganhava um dinheirinho da mãe para comprar a revista com as aventuras do herói aracnídeo. Era um momento mágico pra mim, ler a revista (toda colorida e com acabamento impecável para a época) e imaginar-me como o super-herói, combatendo bandidos na cidade de New York.
 
Muito legal também era quando meu mano Luiz Henrique (nove anos mais velho do que eu) viajava para algum curso do trabalho e sempre se lembrava de mim. Quando voltava para casa, me entregava uma ou duas revistas em quadrinhos.
 
Não sei que fim levou as minhas coleções do Homem-Aranha e do Tex. Deveria ter guardado para passar à Marina ou, até, hoje rever com um certo saudosismo. Na verdade, muitas das coisas que eu tinha quando criança acabaram desaparecendo. Uma pena!
 
Acredito que todo tipo de leitura é importante, porém, naquela época, era praticamente um crime se fôssemos pegos, na escola, com revistas em quadrinhos junto ao parco material escolar.
 
Absurdos daqueles tempos. Lembro que mais tarde, numa certa feita, até participei de uma banca de conclusão de curso na qual o autor defendia, com muita propriedade, o uso de revistas em quadrinhos em sala de aula.
 
Então, leiamos mais histórias em quadrinhos!
 
Vamos para uma boa leitura de sábado. Hoje, sugiro “O lobo da estepe” (Hermann Hesse). O livro conta a história de Harry Haller, um outsider e misantropo de 50 anos, alcoólatra e intelectualizado. Angustiado, não vê saída para sua tormentosa condição, autodenominando-se “lobo da estepe”.
 
Boa noite! Bom domingo!
 
Mais um fim de semana “pandêmico” chegando. Quantos mais ainda teremos? Só Deus sabe a resposta. Hoje, conferi como está o novo projeto do Diário e, posso assegurar a vocês, ficará muito supimpa (não posso adiantar nada ainda, para não estragar a surpresa). Além disso, academia e fisioterapia – dois compromissos inadiáveis das terças e sextas.
 
Não sei vocês, mas eu sou uma pessoa muito curiosa. Diz minha mãe que a curiosidade caracterizou minha infância: sempre queria conhecer o novo, desvendar mistérios, sempre atrás de descobrir o mundo.
 
Agora, já “grandinho”, a curiosidade me acompanha por aonde vou. Quero conhecer tudo e todos, às vezes parecendo ser até muito “intrometido”. Por exemplo: se conheço uma mulher, já quero saber a idade dela – êta perguntinha incômoda para o sexo oposto.
 
Se estou lendo um livro ou navegando pela net, a curiosidade me persegue, para saber o significado de novas palavras, conhecer o funcionamento das coisas ou perscrutar a vida de alguém. Nessas horas, a Wikipédia me é extremamente útil – até parece que todo o conhecimento humano está registrado lá.
 
Penso que, ser curioso, só nos traz vantagens. Com isso, investigamos continuamente o mundo e não aceitamos a inércia. Talvez, em meu caso, ajude o fato de ter formação “jornalística”, o que me faz indagar tudo, desde a origem do sujeito até aonde ele pretende ir no futuro.
 
Não me entendam mal, pois a minha curiosidade não me torna um sujeito fofoqueiro ou impertinente. Ao contrário, tudo que descubro só serve para que eu sacie essa minha vontade de conhecimento.
 
Pra finalizar, minha semana “fecha” com decepção monumental. Sabe quando você forma uma imagem legal sobre alguém e, de repente, tudo se desfaz rapidamente, por culpa daquela pessoa? Aconteceu isso comigo; mas, vida que segue!
 
Uma boa leitura para o fim de semana: “Éramos seis” (Maria José Dupré). O livro conta a história de uma família paulistana de classe média baixa, conduzida por Dona Lola, esposa de Júlio Abílio de Lemos, e seus quatro filhos – Carlos, Alfredo, Julinho e Isabel.
 
Boa noite e um excelente final de semana para todos!
 
Praticamente o dia inteiro de repouso, por conta de uma forte crise renal. Assim, rapidamente, fui à padaria do amigo Geder, ao final da tarde, para beber um suco “quebra-pedra”, receita de um conhecido. Agora, com um final de dia mais tranquilo, sentei para redigir o Diário de hoje.
 
Não sei se já falei, mas sempre fui muito avesso às chamadas festas de aniversário. Sou reticente a essa comemoração, porém o motivo, ao certo, não sei. Nem me lembro das que tive quando criança.
 
Entretanto, no primeiro sábado de fevereiro de 2017, ainda reiniciando a vida pós-separação, resolvi promover uma festinha de meu aniversário, aqui no salão de festas do edifício. Para isso, convidei uns 15 amigos mais chegados.
 
Era um sábado. Lista de compras feita, adquiri os produtos para o churrasco. À noite, coloquei as carnes na churrasqueira e aguardei os convidados. É claro, não me esqueci das bebidas: cerveja com e sem álcool, além de refris.
 
No horário marcado, todos chegaram. Começamos a conversar e bebericar uns aperitivos. Depois de um tempo, apreciamos um “lauto banquete”, pois, modéstia à parte, sou um bom churrasqueiro. Junto à carne, arroz e saladas diversas.
 
Apesar da minha pouca vontade com as festas de aniversário, confesso que, naquela noite, diverti-me muito. Bom papo foi a tônica do jantar, relembrando passagens do passado e momentos no trabalho, já que, entre os convidados, estavam alguns colegas da faculdade em que eu trabalhava na época.
 
Também foi uma das últimas vezes que confraternizei com o Serginho, tragicamente falecido no final do ano seguinte. Era um grande amigo, que ainda hoje deixa saudades. Até recordo que, naquela ocasião, tentei encaixar um namoro dele com uma outra convidada. Pena que não vingou.
 
Enfim, nos anos seguintes, por diversas razões, acabei não promovendo mais festas em comemoração à minha data natalícia. Quem sabe, em 07 de fevereiro de 2021, livres que estaremos dessa pandemia (assim todos esperamos!), possa ocorrer uma nova festinha, regada a bons acepipes.
 
E você, costuma comemorar sua festa de aniversário?
 
Boa noite!
 
Dia de temperatura muito agradável, bem “ao gosto do freguês” (como diz o ditado). Hoje, para as turmas do Ensino Médio, também preparei uma atividade diferenciada. “Aforante” isso, diria a mãe, muito repouso por conta de umas pedras se “mexendo” nos rins... Será que a idade está me “pegando”?
 
Ontem, a minha dileta amiga Amarilis (gostei desse nome), além de avaliar um vídeo pra mim, de lambuja, sugeriu o tema de hoje: “colapsar a onda”. Sim, isso mesmo, uma expressão que eu também nunca havia ouvido.
 
Então, consultando o Google e também pedindo auxílio do mestre Elino, descobri que isso significa “trazer para a realidade física qualquer coisa que até então era apenas uma possibilidade”. Muito legal essa definição.
 
Focando-a na vida, sinto que, desde 2016, tenho procurado colapsar a onda de diversas maneiras. Inicialmente, fiz um curso de Reiki (indicado pela minha amiga Malu – saudades dela!), que me ajudou a compreender muitos mistérios que me atormentavam.
 
Depois, no início do ano passado, após ser violentamente “atacado” pela Síndrome de Ménière, resolvi procurar ajuda para meu lado psico-espiritual, e isso me fez (e está ainda fazendo) muito bem.
 
A partir disso, vejo que a ação de colapsar a onda é benéfica e, mais ainda, necessária para sairmos de certos “torpores” da vida. Diria que, até 2016, eu era um sujeito muito introjetado, egoísta até, voltado unicamente para satisfações materiais. Nada dentro de mim pedia um freio, uma retomada da vida, um repensar de atitudes e emoções.
 
Mas, então, como promover o colapso da onda? Acredito que a resposta está em cada um, a partir do momento em que não esteja mais contente com os rumos de sua vida, que seja disposto a promover mudanças profundas em seu ser, notadamente considerando o desapego ao que seja somente material – desapego é um assunto bom para um futuro Diário. Então, colapsemos as ondas!
 
Há dias sem sugestão, vamos a mais uma boa leitura: “Romeu e Julieta” (William Shakespeare). Romeu e Julieta são os protagonistas dessa história de amor. Eles se apaixonam perdidamente; no entanto, suas famílias têm uma longa história de disputas. Assim, o romance entre eles precisa vencer muitas desavenças.
 
Boa noite!
 
Terça com “cara” de segunda. Assim foi o dia em Xanxerê, devido ao feriado municipal de ontem. Com o retorno às aulas (ainda a distância), planejei uma atividade diferenciada para meus alunos, com um vídeo de boas-vindas (que até ficou “legalzinho”). À tarde, como “compromissos sagrados”, academia e fisioterapia.
 
Parece que o Diário da Pandemia presta-se a divulgar as tragédias de seu autor. Poderia até concordar, mas ontem, particularmente, o tema “reciprocidade” suscitou discussões muito boas. Então, hoje, tratemos de amenidades do “túnel do tempo”, não tão distante assim.
 
Há cinco anos, estava eu ainda vivendo minha “vidinha” de casado. E também era um jogador mediano de futebol, que mesclava com caminhadas e atividades de academia. Portanto, sentia-me um tanto quanto preparado fisicamente, até aquela tarde fatídica de sábado, quatro de julho (coincidência, feriado nos EUA)...
 
Uma semana antes, havia jogado futebol suíço com alguns alunos da faculdade. Porém, em campo de grama. Já no dia quatro, convidaram-me para jogar em um campo de futebol sintético, algo que eu nunca havia feito antes.
 
Lembro que o dia estava bem frio. Depois de um breve (muito breve!) aquecimento, o jogo começou. Tudo transcorria bem: estávamos sempre à frente do placar, e eu havia inclusive participado de alguns gols.
 
De repente, ao disputar uma bola na defesa, subi para cabecear e, ao voltar ao chão, senti uma fisgada estranha na perna. Parecia não ser nada, mas eu não aguentava mais manter o pé esquerdo no chão.
 
Assim, resolvi sair do jogo, indo para a reserva. Terminada a partida, até bebemos cerveja juntos e depois, mancando, fui até o carro, ir para casa. Consegui dirigir, com dificuldade, até Xaxim. Naquele mesmo dia, fiz massagens, entretanto, não sentia melhora nenhuma.
 
Na segunda-feira, consultei logo com um ortopedista. Exames feitos, saiu o triste diagnóstico: rompimento parcial do tendão de Aquiles esquerdo. Aí começava meu “périplo” de fisioterapias. Foi, ao final das contas, um ano até estar plenamente recuperado...
 
Entenderam o porquê, dias atrás, referi que 2015 foi um ano muito “estranho”, pra não falar “desgraçado”?
 
Por hoje é isso! Boa noite!
 
Quando não estou bem fisicamente, o mesmo ocorre com meus aspectos psicológico/emocional. Mais ou menos foi assim hoje. Enfim, e apesar disso, passou a segunda e, amanhã, retorno às “lidas” de professor.
 
Entre as palavras que compõem meu léxico positivo está a “reciprocidade”. Antes de falarmos mais sobre ela, compreendamos seu significado: “qualidade ou caráter de recíproco; correspondência mútua”. Quero me deter, então, à chamada “correspondência mútua”. Assim, de uma forma bem simples, podemos dizer que se eu desejar um “bom dia” a alguém, receberei, como reciprocidade, outro “bom dia”.
 
Mas vamos aprofundar um pouco essa análise considerando ações maiores de nossa vivência. Se faço uma determinada boa ação, como auxiliar alguém em uma dificuldade sua, no mínimo, espero receber, em contrapartida, um “obrigado”, “um grato” (palavra que a Kali detesta!). Essa é a expectativa, concordam?
 
O que me incomoda na reciprocidade envolve as ditas redes sociais. Explico o porquê: com muita frequência, “puxo” assunto com amigos (por favor, só vista a carapuça se ela lhe cabe!), iniciando com a saudação relativa ao período do dia (“boa noite”, por exemplo), geralmente seguida da pergunta: “como você está?”. E nesse momento estou sendo sinceramente verdadeiro.
 
O que acontece é que, não raras vezes, meu(minha) amigo(a) me deixa no “limbo”, não respondendo logo. Seria sua obrigação a resposta imediata? Talvez sim, talvez não. Ora, também com muita frequência, passam os minutos, as horas, os dias e (exagerando um pouco) as semanas, para que a pessoa me responda, em geral laconicamente (“bom dia” e só). Desdém, falta de tempo?
 
Sim, sei muito bem que vivemos atarefados, sempre “correndo atrás da máquina”, com “mil” tarefas a realizar, mas será que custa muito responder logo, ou um pouco depois, já que a rede social sinaliza o recebimento da mensagem? Então, nessas situações, costumo ser irônico, respondendo com um “tranquilo. Entendo”.
 
Enfim, quero propor que, neste tempo de pandemia, dediquemo-nos um pouco mais a “ouvir e responder ao outro quando ele nos chama”. Certamente, faremos o dia dele mais feliz e reconheceremos a verdadeira importância que temos para ele. Reflitamos sobre isso!
 
Boa noite!
 
Domingo foi, literalmente, “radiante”. Não tanto pelo dia em si, mas, notadamente, pelas perspectivas que se abrem para a nova semana que amanhã começa. Ontem à noite mesmo, mantive alguns contatos interessantes, que possibilitam vislumbrar uma nova semana de novidades muito boas! Além disso, o Sol, que afugentou de vez (pelo menos por ora) o frio, foi revigorante.
 
Ontem, falando com meu amigo Gelso, ele fez a ótima sugestão para o tema de hoje. Relembrando um fato que nos envolveu no tempo de BB, surgiu a pauta (podemos assim chamar) do Diário que ora escrevo.
 
Todos (acho que indistintamente todos), em alguma fase de suas vidas, tiveram um apelido. Alguns, desde bebês ou crianças, já receberam o apelido, que, inclusive, os acompanha por toda a vida.
 
Há apelidos para todas as situações – infelizmente, há os ofensivos, em que a “vítima” se sente constrangida e não concorda com ele. No meu caso, especificamente, os apelidos nunca me causaram mal-estar, pois sempre os levei na “brincadeira”.
 
Então, vou começar por mim. Não sei por quais “cargas d’água”, quando bem criança, uma vizinha me alcunhou de “Púbio” – nunca tive a curiosidade de procurar seu significado, se é que existe. Mais tarde, quando jornaleiro, fui apelidado pelos colegas de “Pouca Força” (PF), pois tinha dificuldades de manusear as pesadas cargas de jornais. E, como já contei em um Diário passado, no tempo da República dos Bixos, apelidaram-me de “Lagartixa”.
 
Agora, vamos aos meus irmãos: o João Guilherme (in memoriam) era o “Nheme”; o Luiz Henrique, o “Titi”; e a Angela chamávamos de “Neca”. A mãe hoje me segredou que era apelidada de “Taquara”, quando criança.
 
Para completar a lista, temos os chamados “quase evidentes” – como “Zé”, para José; “Tonho”, para Antônio; “Zete”, para Elisete; “Nado”, para Leonardo; “Beto”, para Roberto ou Leoberto...
 
Além disso, há os que tentam caracterizar o sujeito, como “Foguinho” (para alguém com rosto sardento), “Careca” (para os calvos), “Alemão” (os que têm pele muito branca), e os carinhosos, como “Preta”, “Nega” e “Mano” (aliás, alcunha de um sobrinho meu).
 
E você, tem algum apelido? Conte pra nós!
 
Boa noite e boa nova semana para todos!
 
Sabadou! E mais um final de semana e mais um mês iniciaram. Agosto, ao que tudo indica, continuará com a Covid “firme e forte”, infelizmente. Hoje, tivemos algumas “previsões” de que os projetos futuros envolvendo o Diário da Pandemia darão bons resultados – o que me deixou muito animado. Fora isso, as “amenidades” de um sábado bem tranquilo, com degustação do pão de queijo da cunhada Luciana.
 
Perceberam que gosto de fazer viagens “de volta ao passado”? Pois bem, ontem, conversando com meu amigo Valmor, relembramos de um fato muito engraçado que ocorreu durante o curso de Pedagogia, que frequentamos juntos por um semestre.
 
Éramos em sete homens (eu, Valmor, Chico, Elton, Jacir, Reni e Leoberto) no meio de umas duas dezenas de mulheres. Na época (meados da década de 1990), estávamos na segunda fase (segundo semestre) do curso. Nossas aulas aconteciam em uma sala alugada no Colégio Peperi, em São Miguel do Oeste.
 
Uma determinada noite, após a aula, estávamos em frente ao Colégio. Não sei por qual motivo, o Chico (nosso colega nordestino) precisou voltar, acho que para resolver alguma questão na Secretaria. Como saiu rápido, deixou o carro aberto (um Opala muito bonito) e com a chave na ignição.
 
Não titubeei: convidei dois colegas (hoje não recordo quem eram) e propus que “roubássemos” o carro do Chico. Na hora, eles até questionaram “quem iria dirigir”. Quando falei que seria eu, todos concordaram. Entramos no carro e partimos rumo ao centro da cidade.
 
O Opala sempre foi um veículo cobiçado, pelo seu design bonito e potência do motor. Ao volante, eu me sentia “o poderoso”. Andamos muitas voltas pelo centro, buzinando para as meninas e com o som alto. Uma festa, enfim!
 
Depois de cerca de 20 minutos, resolvemos encerrar a “aventura”. Voltei ao Colégio, e o Chico estava, “calmo como um poste”, nos aguardando no portão. Incrível! Ele entrou na brincadeira e nem brigou conosco por “roubar” seu carro! Esse foi meu único registro de “roubo” durante toda a vida!
 
Dia propício para ler “Amálgama” (Rubem Fonseca). Nesse livro de contos, residem todos os elementos (o erotismo, a violência, a velocidade narrativa, o clima noir) que consagraram o autor. Rubem consegue construir uma narrativa que se desenha ao longo dos contos e, ineditamente, das poesias.
 
Boa noite!
 
Até que a semana de férias (que “ganhamos” do Governo do Estado) está sendo divertida e proveitosa. Acordei bem cedo (ou bem mais do que costume), para levar a mãe a um exame de sangue. Depois, mantive alguns encontros com velhos amigos de longa data e, no início da tarde, participei de um programa de rádio – nova, e muito legal, oportunidade de divulgar o Diário da Pandemia.
 
No programa Variedades, da Rádio Peperi, capitaneado pelo jovem e dinâmico locutor Roger Moura (que não se lembrava de termos jogado futebol juntos em nossa juventude), pudemos conversar, durante uma agradável meia hora, sobre o surgimento do Diário, sua existência atual e até seus rumos futuros. Agradeço ao Roger, à Dina, ao Adilson e à Rádio Peperi, por mais essa oportunidade de divulgação do projeto!
 
A partir da conversa com o Roger, surgiu o tema de hoje. Uma das perguntas que ele me direcionou envolvia a questão dos “encontros” entre pessoas em tempos de pandemia. Assim, em nossa vida, os encontros podem ser classificados em dois diferentes “patamares”: os bons e os ruins. Cada um deles nos proporciona sensações e sentimentos diferentes.
 
Considero que os encontros com amigos estão na classificação dos “bons”. Afinal, nesses momentos ímpares, esquecemos que o tempo e o mundo “existem” e nos dedicamos a conversar com o outro sobre a vida e suas mazelas, o que temos feito de nossa existência e, na medida do possível (pois nem sempre esse “flanco” se abre), o que esperamos para o futuro.
 
Assim foram meus encontros de ontem e hoje com o Elton (meu amigo mais antigo), o mestre Elino (a quem considero meu inspirador na escrita e que me deu algumas sugestões interessantes para o “introito” do Diário) e o Valmor (velho colega do curso de Pedagogia, que me instigou a pensar mais sobre o “ser professor”). Ainda, outros amigos ficaram na espera para encontros entre amanhã e segunda, como o Beto (apelidado de “louco”, mas muito racional e legal).
 
E sobre os encontros ruins? Bom, sobre eles, por serem negativos, acho que não vale a pena falar...
 
Boa noite!
 

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