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Administrador

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Segunda-feira é, normalmente, o “dia de produzir”, depois de um fim de semana bem (ou mal) aproveitado. No meu caso, como não costumo trabalhar às segundas, é mais um dia comum. Mas hoje fiz algo que havia me prometido fazer há uns bons 20 anos: abri, finalmente, um cadastro na biblioteca pública municipal. Registro feito, emprestei um livro de suspense (meu gênero preferido), “Saco de ossos”, do mestre Stephen King. Com modestas 702 páginas, minha tarefa será lê-lo em exatos 22 dias. Conseguirei tal empreendimento?
 
Hoje, o tema do Diário não poderia ser outro: celebrar o Dia do Amigo. Data importantíssima, comemora uma das características humanas mais legais – ter amizades genuínas,
verdadeiras, infinitas.
 
Nunca fui de “muitos amigos”, como já me referi em um Diário passado, porém sempre valorizei minhas amizades. Algumas, inclusive, preservo desde a infância. Considero que o amigo é tão valioso que – plagiando a propaganda daquela marca de cartões de crédito – “não tem preço”.
 
Afinal, como estimar o valor e a importância de uma amizade, ainda mais em tempos de pandemia? Com um amigo, temos liberdade de desabafar, expor nossos sentimentos, chorar mágoas, desfrutar de momentos únicos – como bebericar uma boa cerveja, acompanhada de um suculento churrasco.
 
Enfim, os amigos nos tornam pessoas melhores, na medida em que nos preocupamos com eles e sentimos sua falta quando distantes. Ter um amigo, nesse sentido, “derruba” as barreiras da distância, pela facilidade com que a tecnologia, hoje em dia, nos conecta a eles.
 
Então, neste dia muito especial, quero agradecer a amizade de todos, sejam amigos “reais” ou “virtuais”, novos ou antigos. Em tempos de Diário, também manifesto minha gratidão pela leitura atenta e constante, pelas curtidas dos textos (nunca esqueçam disso!) e pelos comentários. Afinal, é muito bom nos mantermos próximos, mesmo que uma doença invisível queira nos separar.
 
Como já pontuado por alguns, acredito que, em breve, poderemos nos reunir presencialmente e comemorar nossa amizade, atendendo à preferência de cada um – café ou cerveja, por exemplo.
 
Boa noite, amigos de fé!
 
Depois de uma noite tranquila de sono (como não tinha há algum tempo), a manhã, mais quente que o comum para esta época do ano, transcorreu bastante tranquila. Após o almoço, dormitei um pouco, como já é de costume aos domingos à tarde. Enfim, passou mais um final de semana do mês de julho.
 
Agora, ao redigir o Diário de hoje, assisto, sem muita concentração, a “Esqueceram de mim 2” (1992), e bate um certo sentimento de nostalgia. A nostalgia (sensação de saudade originada pela lembrança de um momento vivido no passado ou de pessoas que estão distantes), dizem que, às vezes, faz bem ao coração.
 
Na realidade, a nostalgia é uma característica humana bem presente. É até salutar rememorar o que passou em nossa vida: o que não podemos fazer, entretanto, é querer “viver no passado”, pois o momento atual nos cobra a nossa presença. E como nos cobra!
 
Costumo ser bastante nostálgico; até um pouco por demais. Assim, gosto de recordar (como já perceberam por diversos relatos do Diário) de fatos do passado que, de alguma maneira, me marcaram, tanto positiva quanto negativamente.
 
Nos últimos tempos, porém, tenho procurado me ater mais ao presente e suas vicissitudes. O estranho é que, dormindo – portanto na forma de sonhos –, muitas lembranças de outrora afloram ao subconsciente. Será algum aviso subliminar?
 
Na verdade, se o passado fosse tão bom assim, já teríamos inventado uma “máquina do tempo” que nos devolvesse a ele. Como, provavelmente, estamos longe disso, restam-nos, então, as eternas recordações.
 
Hoje, gostaria de saber de você qual fato do seu passado mais o marcou. Conte ele, nos comentários. Pode ter certeza que essa nostalgia lhe fará bem.
 
Sugestão literária do dia: “Os três mosqueteiros” (Alexandre Dumas). O livro conta a história do jovem D'Artagnan, de 20 anos, proveniente da Gasconha e que vai a Paris buscando se tornar membro do corpo de elite dos guardas do rei – os mosqueteiros. Chegando lá, após acontecimentos similares, ele conhece três mosqueteiros, os inseparáveis Athos, Porthos e Aramis.
 
Boa noite!
 
Dia tranquilo “por demais”, com um bom Sol e temperatura amena – bem do meu agrado. Aliás, essa tem sido a tônica dos últimos dias, depois de alguma “turbulência” na terça, por motivos que não vale a pena recordar. Pelo jeito, teremos um fim de semana calmo, mas com o vírus ainda incomodando muito Xanxerê – recentemente, entramos na “bandeira vermelha”, de alerta total.
 
O ano de 2003 reservou muitos acontecimentos legais. Sem dúvidas, o mais marcante foi ter iniciado o Mestrado em Linguística na UFSC, o qual me especializou ainda mais para a tarefa de ensinar (e aprender) Língua Portuguesa.
 
Naquele ano, eu e meu amigo Márcio (colega de curso) resolvemos fazer algo diferente, unindo os estudos com uma causa social. Assim, planejamos uma micropesquisa com uma comunidade carente de Florianópolis. A atividade foi orientada pela doutora Rosangela Hammes Rodrigues, uma das nossas professoras do Mestrado.
 
Durante várias semanas, realizamos, com uma turma de adolescentes do Morro da Penitenciária, matriculados na Escola Hilda Theodoro, uma oficina de leitura e produção textual. Além disso, fomos com eles à comunidade, para ouvir histórias fantásticas contadas por moradores antigos do local.
 
A micropesquisa culminou com o lançamento do livro “Quem escreve um conto, chega a um livro”, no final daquele ano, reunindo, na escola, alunos e seus pais. Foi um momento muito legal, no qual “prestamos contas” do trabalho, que estava vinculado a uma disciplina do Mestrado.
 
Depois, em 2005, finalizei o Mestrado com louvor e com a esperança de, logo, cursar o Doutorado. Porém, em função de novos projetos (construção de uma casa e planejamento da Marina), fui adiando os estudos, algo que me arrependo um pouco, pois “a casa se foi”, e a Marina não está tanto comigo quanto mereço e desejo...
 
Agora que as “coisas voltaram aos trilhos”, penso em retornar aos estudos em breve. Antes, porém, preciso cumprir algumas exigências vinculadas ao meu estágio probatório como professor do estado de Santa Catarina. Espero que Deus continue me acompanhando em meus projetos pessoais, como tem feito até agora.
 
Por hoje é isso! Boa noite e bom final de semana para todos nós!
 
Sextou! Mais um dia de pronúncia “pomposa” para o Diário: centésimo vigésimo primeiro dia de confinamento social. Como relatei ontem, hoje fiz o procedimento médico, que transcorreu muito bem, conforme previsto. Além disso, tive fisioterapia e um bate-papo agradável com meu amigo Delamar (popular Dela). Agora, finalizando a sexta, mais um Diário para nossa bem-vinda leitura.
 
Sou muito fã da palavra “desafio”. Como gosto muito de acepções, vamos, primeiro, conhecer o seu significado. Assim, desafio, num significado belicoso, remete a “uma provocação, incitando alguém para um duelo, combate ou guerra”. Ainda, significa “enfrentar algo novo, desconhecido, e que exige algum grau de esforço”.
 
Prefiro, logicamente, a segunda acepção. Nisso, considero que, desde ao nascermos, somos desafiados a, primeiramente, viver. E esse é, sem dúvidas, nosso maior desafio.
 
Porém, conforme avançam nossos anos de vida terrena, novos desafios se im(ter)põem: estudar, formar-se, constituir família, construir uma carreira, etc. No intermédio de tudo isso, novas situações nos desafiam, como vencer o estresse diário de uma profissão, enfrentar as turbulências de uma vida a dois, e assim por diante.
 
Minha vida teve muitos desafios, das mais diversas ordens. Todos eles, tendo bons ou maus resultados, agregaram importantes coisas para eu me constituir tal como sou hoje. Na verdade, sempre que me propuseram algum desafio, nunca relutei em enfrentá-lo, por mais difíceis que fossem as condições.
 
Agora, vejo que (um tanto modestamente a princípio) escrever e manter o Diário constituem-se desafios. Mais ainda, ao atingir uma determinada “envergadura social”, o Diário, por si só, propõe novos desafios – ele quer, quase que por conta própria, atingir mais leitores, mais divulgação, mais repercussão... Então, devagar e com serenidade, vou enfrentar mais esses desafios, com a fé de que eles terão, em seu devido tempo, bom termo!
 
Hoje, vamos nos desafiar a ler “Feliz por nada” (Martha Medeiros). O livro, magistralmente escrito, reúne 85 crônicas da autora, publicadas nos jornais Zero Hora e O Globo. Basicamente, os textos tratam de felicidade, amizade e amor, em nosso conturbado cotidiano.
 
Boa noite!
 
Dia muito tranquilo. Assim, à tarde, antecipei a academia, pois, amanhã, tenho um pequeno procedimento médico a fazer, o que me impossibilitará de praticar atividades físicas mais intensas. Para fechar o dia, tive uma “reunião” com meu amigo Geandro, a fim de trocarmos algumas ideias para impulsionar o Diário. Bom falar com pessoas criativas e, principalmente, inventivas, caso do Geandro!
 
O tema de hoje iniciou ontem à noite, por ocasião do jogo da final do Campeonato Carioca de Futebol, disputado entre o meu Flamengo e o Fluminense. Isso porque, depois de muito tempo, um grande monopólio foi quebrado: até há pouco, era exclusividade da Globo transmitir jogos de futebol do Cariocão. Ontem, de forma tranquila (não brilhante), o jogo foi televisionado pelo SBT.
 
Então, isso remete à “quebra de monopólios”, o que é muito significativo, como pretendo explicar a seguir. Antes, cumpre esclarecer o que é um monopólio. Pois bem, essa palavra “bonita” fundamentalmente significa “um privilégio legal, ou de fato, que possui uma pessoa, uma empresa ou um governo de fabricar ou vender certas coisas, de explorar determinados serviços, de ocupar certos cargos”.
 
Com isso, penso que o monopólio causa duas consequências: uma positiva e outra negativa. Do lado positivo, podemos pensar que o sujeito detentor do monopólio irá “fazer o melhor”, ou seja, disponibilizar o melhor produto ou o melhor serviço para o mercado consumidor.
 
Porém, do lado negativo, observa-se que esse mesmo monopólio pode se tornar um comércio abusivo, pelo fato de que um indivíduo ou grupo torna-se único possuidor de determinado produto para, na falta de competidores, poder vendê-lo pelo preço que quiser.
 
Então, contrabalançando esses dois fatores (positivo e negativo), precisaríamos considerar se a existência do monopólio em determinada área nos é benéfica ou não...
 
Particularmente, considero que, a partir do momento em que alguém “domina” em demasia algo essencial à população, o monopólio torna-se “explorador”. Por outro lado, caso fosse possível a mais empresas ou entidades “explorá-lo” (no bom sentido, é claro), teria de haver uma garantia na qualidade do produto ou serviço oferecido. Qual tua opinião sobre isso?
 
Boa noite!
 
Quarta-feira... Pensando bem, mais um dia (além do domingo) que estou começando a detestar. Talvez pelo acúmulo de trabalho home-office que este dia proporciona; talvez pelo meu enfastio mesmo. Como de costume, aulas pela manhã, tarde e noite: pouca participação dos alunos, o que desmotiva ainda mais as ditas videoaulas... Mas vamos lá.
 
Então, hoje é meu dia! Sim, Dia do Homem, como aponta o calendário. Na verdade, sou avesso a qualquer data comemorativa, e explico o porquê: ao invés de comemorarmos um dia contra a discriminação racial, por exemplo, por que não agirmos certo, não sendo, efetivamente, discriminadores?
 
Mas já que a data é nossa, amigos do sexo masculino, vamos usufruí-la. Penso, nesse sentido, que o ser humano praticamente criou uma data para tudo. Claro que algumas, como Dia das Mães e Dia dos Pais, parecem-me mais adequadas do que Natal e Páscoa – essas últimas muito focadas em comércio, ultimamente.
 
A partir do “brinde”, quero, então, sugerir uma boa reflexão. Para fazê-la, basta fechar os olhos por alguns minutos (sem pegar no sono, é claro!) e pensar sobre nossas atitudes neste lar chamado Terra. Será que estamos sendo bons homens (mulheres também podem refletir sobre isso) para o nosso planeta?
 
Um dia, alguém (não sei se filósofo ou pesquisador de alguma área) disse que o único erro de Deus foi ter colocado o homem na Terra, como “protetor” das demais espécies. A partir desse dia, achamos que mandamos e desmandamos no mundo todo.
 
Apesar de todas as mensagens de boas-novas que nos fazem acreditar em um mundo melhor pós-pandemia (quando mesmo é que termina essa chatice?), vejo que ainda estamos longe de ser uma raça realmente preocupada com um destino melhor para seu futuro. Por que digo isso? Em qualquer lugar onde haja uma “pestilência”, o “dedo humano” está presente...
 
Bom, já falei (em outros Diários) que ainda confio na espécie humana. Mesmo que estejamos ainda trilhando uma espécie de “mau caminho”, nutro a esperança de que, mais cedo ou mais tarde, possamos encontrar uma trilha que nos conduza – homens e mulheres, crianças e jovens, adultos e idosos – a sermos melhores uns com os outros. Esse dia ainda chegará, tenho fé...
 
Boa noite!
 
Terça é dia de acordar cedo, para planejar as atividades semanais a distância de meus alunos. E, início da tarde, também dar aulas on-line para duas turmas. Assim, dediquei o que restou do dia à academia e à fisioterapia – duas poucas atividades fora de casa permitidas pelo meu médico, em função da minha asma.
 
Recuperando as boas memórias do passado, 2002 foi um ano marcante: além do casamento (fracassado 13 anos depois), ainda “abandonei” um emprego estável no BB (onde trabalhei por 17 anos). Mas apreciar esses fatos fica para outro dia. Quero hoje recordar da compra de meu primeiro aparelho de DVD (na época, a mais alta tecnologia para assistir a filmes em casa), em janeiro de 2003.
 
Como havia recebido um dinheiro da rescisão do banco, pensei em “investir alto” em uma tecnologia da qual sempre gostei. Assim, fui à loja Ponto Frio (que operava naquela época em Xanxerê) e adquiri um aparelho da Sony, por absurdos 630 reais, uma fortuna naquele ano.
 
Mesmo sendo bastante caro, foi um bom investimento, pela confiança que sempre tive nessa marca. Hoje, mesmo não o utilizando mais, ainda tenho o aparelho instalado em minha sala, como uma espécie de “souvenir”. Afinal, com ele, assisti a centenas de filmes, principalmente de meu gênero preferido: suspense.
 
Não sei se, caso o colocasse à venda, haveria compradores interessados, pois não há mais locadoras de filmes, como outrora. Então, logo meu aparelho, apesar de tão poucos anos passados, virou “peça de museu”.
 
Acho que todos temos boas recordações com nossos primeiros aparelhos tecnológicos, pela forma como o adquirimos, pelo seu manuseio e pelas experiências que nos proporcionaram. Agora, infelizmente, o celular “tomou” o espaço de todos, servindo para, além de sua função básica (conversar com alguém), escutar rádio, “bater” fotos e assistir a filmes, entre muitas outras funções...
 
Hoje, sugiro a leitura de “Depois daquela montanha” (Charles Martin). Na história, Ben e Ashley se conhecem no aeroporto num dia de tempestade. Como o voo deles acaba sendo cancelado, Ben decide fretar um avião. Com isso, chama Ashley para acompanhá-lo. O piloto passa mal durante o voo, e o avião cai no meio de uma montanha coberta de neve e longe da civilização. A partir daí, os sobreviventes têm de encontrar uma saída antes que acabem suas energias.
 
Boa noite!
 
Depois de algum tempo, no final de tarde, choveu granizo em Xanxerê – chuva leve (ainda bem!), sem provocar estragos. Bem antes, pela manhã, mantive alguns contatos, a fim de gestar novos rumos para o Diário (surpresa! Aguardem mais alguns dias...). À tarde, reunião por videoconferência com o pessoal da escola e agora, início de noite, escrevo mais um Diário! Esse foi o resumo do dia.
 
De todas as fases de nossa vida, sem dúvida a juventude é a que mais marca. Isso porque é aquela em que mais vivenciamos experiências diferentes – estudos, primeiro namoro, primeiro emprego, constituição de família, entre outros projetos. A Proposta de Emenda Constitucional da Juventude (aprovada pelo Congresso em setembro de 2010) e o Estatuto da Juventude (sancionado em 2013), por exemplo, consideram jovem no Brasil todo o cidadão com idade entre 15 e 29 anos.
 
Assim, como já dizia o poeta, “a juventude é o futuro do país”, pois nela depositamos todas as esperanças de um futuro melhor para todos. Por isso, sabiamente, podemos dizer, os governos mundiais apostam “suas fichas” nessa fase da vida, pensando em haver, posteriormente, uma nação mais desenvolvida.
 
Pois bem, como mencionei anteriormente, minha juventude não parecia tão legal assim. Retifico, hoje, pois, meu parecer: rememorando o passado (algo que muito tenho feito nesta pandemia), observei que, sim, tive muitas experiências interessantes, que me marcaram e forjaram o adulto que hoje sou.
 
Digo mais: por trabalhar diretamente na educação, penso que devemos sempre dar “um voto de confiança” aos jovens, esperando que possam nos prover (de diferentes formas, não apenas economicamente) em nossa velhice. De todos os jovens que conheço atualmente, tenho orgulho de todos os meus sobrinhos, que perseguem com muita destreza seus objetivos.
 
Nessa reflexão, então, vejo que a juventude de hoje, apesar de erroneamente classificada às vezes como “desorientada”, sabe claramente o que pretende para o seu porvir. Ainda, luta incansavelmente por dias melhores, engajando-se em causas sociais muito interessantes. Cito aqui minha sobrinha Karoline (Kó), que labuta em favor dos animais de rua.
 
Um desafio, dividido em dois: caso você é jovem, como está sendo sua juventude? Caso você já passou dela, como foi sua juventude?
 
Boa noite!
 
Domingo muito tranquilo. Acordar tarde, neste dia, já é uma espécie de “rito”. Não sei se recordam, mas, em um Diário passado, comentei que não sou fã do domingo. Aliás, considero um dia inútil para mim, pois não me proponho a fazer nada de diferente nele – como meus parentes moram distante, nem visitá-los (o que seria uma boa atividade neste dia) consigo. Assim, a única coisa útil que fiz foi colocar os registros do Professor on-line em dia. Ah, quase esquecia: ouvi a narração de um jogo de futebol, do meu time favorito (Flamengo), pelo Youtube.
 
Já escutaram a expressão “gente fina”? Costumo utilizá-la com certa frequência, para me referir a pessoas com quem muito simpatizo. O Lulu Santos, em sua música “tempos modernos”, inclusive nomeia “gente fina, elegante e sincera”. Com isso, podemos definir uma pessoa assim como “agradável, de boa índole, que transmite aos demais bons sentimentos; gente boa”. Ainda, são pessoas que “sabem se comportar em situações específicas ou em eventos requintados”.
 
Então, provavelmente, todo mundo conhece pessoas desse “naipe”. Uns mais, outros menos. Na verdade, gente fina é aquela com quem vale a pena conviver, conversar, trocar experiências, socializar. Poderíamos até exagerar dizendo que elas tornam “nosso dia melhor”, pela quantidade de atributos positivos que possuem: são simpáticas, queridas, atraentes e, acima de tudo, fazem-nos sentir à vontade na presença delas, seja onde estivermos.
 
Por isso tudo, precisamos preservar a amizade com “esse tipo de gente” (parece que estou criticando, mas não!) e, mais ainda, desejar que mais pessoas assim estejam presentes diuturnamente em nossa vida. Caros amigos do Facebook, incluo todos vocês nessa categoria privilegiada!
 
Para hoje, sugiro a leitura de “Crônicas para jovens” (Rubem Braga). O livro reúne 30 crônicas, agrupadas em cinco subtítulos. O autor, com um olhar atento e sensível, deixa registrado em seus textos – criados com grande valor estético – seu sentimento pela natureza, questões da política, as contradições do amor, o apreço pela amizade, o afeto pelas pessoas e o agitado espaço urbano.
 
Boa noite!
 
Na tranquilidade de minha cama, produzo o Diário da Pandemia deste sábado. Só saí rapidamente, durante o dia, para adquirir um novo agasalho (pois os que tenho estão “nas últimas”). À tarde, depois da entrevista (que esmiúço abaixo), aproveitei para “colocar o sono em dia”, já que havia acordado mais cedo do que de costume.
 
A entrevista: no início da tarde, tive a grata surpresa de conversar, por WhatsApp, com o repórter Júnior Recalcati, do site Oeste em Foco. Foi um bate-papo muito agradável, em que o Diário era o tema, capitaneado pelo competente repórter, a quem agradeço muito pelo espaço! O Diário, com isso, segue firme para ultrapassar novas barreiras!
 
Ontem à noite, os chamados “golpes virtuais” foram tema de um noticiário da TV. Na reportagem, explicaram como ocorre esse tipo de crime e quem costuma ser suas vítimas preferenciais.
 
Eu nunca fui vítima de um golpe assim, mas, há uns cinco anos, a Marina (minha dileta filha), foi “sequestrada”. Eu estava dormindo. Era mais ou menos metade da manhã, quando o telefone fixo tocou. Atendi e um sujeito disse que estavam com a Marina em seu poder.
 
Na hora, fiquei tranquilo, pois ela repousava candidamente no quarto ao lado. De pronto, o sujeito fez ameaças e exigências, que, é claro, não me convenceram. Para o desânimo e frustração dele, eu disse que podia ficar com ela, pois não tinha dinheiro para o resgate e, além disso, ela incomodava muito! Ri demais na hora. Claro que ele bruscamente desligou.
 
Infelizmente, as pessoas mais humildes acabam sendo vítimas desses golpes. Concordo com aquele ensinamento de minha mãe: “ninguém dá nada de graça para ninguém”. Assim, o golpe fajuto de que se você depositar mil reais em uma conta, você receberá dois mil, por exemplo, só pode pegar os incautos.
 
Por fim, para nos prevenirmos desses crimes, precisamos manter um certo sigilo sobre nossas vidas. O ostentar pode custar caro, pois esses criminosos são espertos e costumam investigar suas potenciais vítimas pelas redes sociais – leia-se Facebook e Instagram, principalmente. Então, nessa hora, vale a máxima de que “todo cuidado é pouco”!
 
Boa noite!
 

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