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Administrador

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Mais um sábado. Dia tranquilo, apesar do calor sufocante: o termômetro do celular marcou terríveis 26 graus centígrados à tarde. Pouca coisa fiz durante o dia. Entretanto, como costumeiramente faço no final de cada mês, depois vou organizar as contas do mês seguinte, em uma planilha do Word.
 
Para hoje, quero tratar um pouco sobre “vitórias e derrotas”. O tema seria outro, mas não quero “agitar” os ânimos...
 
Todo mundo tem sua vida constituída por esse binômio. Ora vencemos, ora perdemos. Ninguém apenas comemora vitórias, como também não há quem apenas lamente derrotas.
 
Em muitas “batalhas” das quais participei ao longo de minha jornada terrena, fui vitorioso em várias. Nesses momentos, comemorei efusivamente, como bem cabem os galardões da vitória. Não posso afirmar que todas as disputas que travei tenham sido difíceis; aliás, posso classificá-las em três diferentes níveis: as fáceis, as médias e as difíceis – cada uma com seu sabor.
 
Já as derrotas, causaram-me muita tristeza, tamanho o sentimento agregado a elas. Mesmo que tenham ocorrido, ninguém pode afirmar que não lutei pela vitória – era o momento de perder, simples assim. Uma característica esteve presente nitidamente após cada uma: o “erguer-se”, humilhado, parcialmente vencido, mas não totalmente derrotado. Estava, portanto, pronto para mais um desafio, uma nova “batalha”, com lições importantes obtidas na perda doída.
 
A mais importante de cada uma – vitória ou derrota – não vou contar; fica para sua imaginação, caro leitor. Agora, algo que provavelmente me devastaria envolve perder a luta contra alguma doença incurável. Nisso, espero que o bom Deus esteja comigo sempre, pois não sei se teria a força necessária com que enfrentei minhas batalhas até aqui...
 
Sábado pede uma boa sugestão de leitura. Então, vamos lá: “Sentimento do mundo” (Carlos Drummond de Andrade). Publicado pela primeira vez em 1940, é a terceira obra de Drummond e reúne 28 poemas. No livro, o autor “abraça” de vez a poesia de cunho social, refletindo o momento de instabilidade e inquietação dos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial.
 
Boa noite!
 

Bate Papo Esportivo
Com Vilmar Biegelmeier

Muita chuva predominou nas últimas 24 horas. Queria dormir mais, porém o dever me chamava: preparar as atividades semanais para duas turmas e, além disso, ter aulas on-line com elas – infelizmente, acompanhadas por dois “gatos pingados” em cada. A terça, realmente, também está sendo cansativa e chata... À tarde, depois de tudo, academia (com novo treino, oba!) e fisioterapia. Ainda sobraram uns minutos para um café na padaria do Geder.
 
Quero tratar de um tema que, bem sei, é bastante polêmico. Assim, aceitarei opiniões divergentes, já que, para ele, não tenho uma solução pronta. Pela manhã, conversando com amigos, surgiu a temática de hoje: vontade de trabalhar x oportunidade de trabalho.
 
Com sua já conhecida dimensão continental, o Brasil enfrenta muitas mazelas sociais. Há quem diga que, por sermos uma “potência” terceiro-mundista, deveríamos ter um padrão de vida melhor; contudo, a realidade prova o contrário.
 
Assim, temos uma imensa massa da população que acabou se “jogando nas cordas”, vivendo às custas de programas sociais governamentais. Isso gerou indolência, apatia e resignação a sua condição aviltante. É como se o sujeito pensasse: “sou miserável e com isso devo me conformar”. Aliado a isso, ocorre a problemática de ter vontade efetiva de exercer uma atividade laboral remunerada.
 
Agora, precisamos também considerar que há outra imensa massa que, mesmo desejando trabalhar, não tem a oportunidade. Há, mas “carpa um lote”, então, diria o habitante do Sul. Infelizmente, não há tantos lotes assim disponíveis para carpir...
 
Explico melhor meu raciocínio: sem alimento na mesa, sem educação formal adequada, sem sequer uma roupa apresentável, será tão fácil assim para o sujeito encontrar alguém que lhe dará uma oportunidade? Quantos empregadores contratam alguém sem referências, sem formação? Como contratar alguém que poderá “roubar” meu produto ou “afastar meu cliente” pela sua péssima aparência?
 
A essas questões, podemos incluir muitas outras para ilustrar. Então, não é tão simples resolver essa equação da vontade de trabalhar x a oportunidade de trabalho. Como falei no princípio do texto, aceito divergências – mas que sejam bem sustentadas; afinal, é melhor tentarmos resolver a problemática do que “alimentá-la” com mais preconceitos.
 
Boa noite!
 
A semana começou bem. Pela manhã, um bom chimarrão e conversas colocadas em dia. À tarde, analisei o novo projeto do Diário da Pandemia e anotei algumas alterações que são necessárias. Logo mais, farei um lanche no posto (com os devidos cuidados quanto ao Covid), com meu amigo e vizinho Lauro, programa que há muito tempo (por conta da pandemia, é claro) não realizamos.
 
Uma das características mais surpreendentes do ser humano é a criatividade, sem dúvidas. Ao sermos dotados de um cérebro complexo (e pouco perscrutado), foi nos dado o dom de sermos extremamente criativos.
 
E essa criatividade inerente ao homem perpassa todas as áreas de sua vida, seja nas artes (entre as quais se insere a escrita), meios de transporte, medicina (e seus fantásticos aparelhos de exames), arquitetura das cidades, esportes, etc. e etc. Enfim, demoraria muito aqui listar todos os segmentos em que a criatividade se faz presente na vida humana.
 
Considero-me “relativamente” criativo. Quando criança (a mãe ou meus parentes até podem discordar), sentia-me mais imaginativo do que propriamente criativo. Assim, desenvolvia batalhas entre bonecos do Velho Oeste, alguns do bravo exército norte-americano contra índios peles-vermelhas – aliás, minha brincadeira preferida.
 
Com o início escolar, descobri as letras e seu maravilhoso mundo que possibilita criar histórias igualmente fantásticas. Desde que aprendi a ler e escrever, comecei a imaginar mundos transcendentais, com incríveis formas de viver. E o Diário, por fim, possibilitou que eu extravasasse minha verve, como nunca antes imaginara.
 
Mesmo assim, sinto uma certa frustração por nunca ter sido um bom desenhista – meus desenhos eram extremamente toscos, rabiscos com quase nenhuma expressão. E isso se estendeu para outras categorias artísticas – escultura, pintura, outros trabalhos manuais. Fazer o quê? Meu destino era outro...
 
 
Claro que estou a “milhas e milhas” (como diz a canção) do talento de um Luis Fernando Verissimo, a quem invejo de uma forma terna. Contudo, ao “lapidar” continuamente minha escrita, procuro extrair o máximo de criatividade possível, tentando aproximar-me mais dos mestres aos quais nutro admiração.
 
Na verdade, a criatividade é um exercício constante de “transpirar” para criar algo novo, que agrade ao apurado e irrequieto espírito humano.
 
Boa noite!
 
Dia de preguiça, como muitos bem classificam. Depois de acordar relativamente tarde e assistir à vitória da Chape (pela Série B), havia me programado de só fazer um lanche, na padaria do Geder, no lugar do almoço. Porém, lá chegando, estava fechada... Com isso, acabei almoçando no Vegetariano. À tarde, corrigi trabalhos de alunos e também dormi um pouco.
 
A vitória da Chape ensejou o tema de hoje. Para isso, vou retornar no tempo até 2015 – êta ano que tem histórias para contar! –, pois foi nele que realizei um sonho acalentado desde criança.
 
Então, no dia 13 de setembro de 2015, eu e o amigo Junior fomos assistir ao jogo Chapecoense x Flamengo, válido pela rodada da Série A do Campeonato Brasileiro de Futebol. A partida aconteceu na Arena Condá, estádio da Chape.
 
Lembro que era um dia agradável de Inverno (não frio demais), com um Sol até convidativo. Saímos de Xaxim logo após o almoço – o jogo era às 16 horas, mas quis ir bem antes, para evitar atrasos no trânsito ou algum outro imprevisto. Fomos com o meu carro.
 
Chegando ao estádio, entramos nele às 15 horas, uma antes do início marcado para o jogo. A atmosfera era muito legal: muito torcedores paramentados com as cores da Chape, e a torcida do Fla, ainda tímida, começava a ocupar seus lugares. Eu havia comprado os ingressos na torcida reservada para a Chape; assim, estávamos de agasalho neutro, porém nossa torcida era pelo Mengo.
 
O jogo, que acabou sendo o menos importante, pois foi mais emocionante “fazer a torcida”, acabou com vitória do Mengão por 3 x 1, com uma atuação muito superior à do time local. Lembro que gritamos muito a cada lance, sendo absorvidos totalmente pela atmosfera de um jogo de futebol.
 
Ao final, tentamos autógrafos com alguns jogadores reservas do Flamengo, mas não conseguimos. Depois desse, assisti a mais dois jogos de Chape x Fla, na mesma Arena Condá, que pretendo contar em Diários futuros.
 
A leitura para hoje é “O pequeno príncipe” (Antoine de Saint-Exupéry). A história, além do registro de um diálogo entre um aviador e uma criança, apresenta diversos aspectos autobiográficos. Assim, as passagens de ordem temporal, na vida do autor, estão ali presentes: casamento/separação, profissões, sonhos, decepções...
 
Boa noite! Bom início de nova semana!
 
Com o dia de hoje, agosto chegou a sua metade, sem boas novidades envolvendo o Coronavírus. A imprensa noticia continuamente sobre uma vacina, mas, de prático, nada até agora. Almocei fora e, à tarde, passei-a toda no “dolce far niente” italiano, rolando na cama e navegando pelo celular. Daqui a pouco, tem mais um jogo do Fla pelo Brasileirão – aposto, infelizmente, em nova derrota de meu time do coração.
 
Então, hoje, completamos oficialmente cinco meses de confinamento social. Contudo, não há motivo algum para comemorarmos absolutamente nada. Afinal – acredito ser unânime –, todo mundo perdeu algo com o dito confinamento.
 
Lembro que, no início de março, com o início das aulas para o período letivo de 2020, havia muita confiança no ar. Estávamos todos muito tranquilos que este ano seria bastante legal e de muitas realizações. Na minha escola, via os professores motivados, nem pensando que, logo, uma nuvem muito negra pairaria, por tempo indeterminado, sobre nossas frágeis cabeças.
 
Assim, da noite para o dia, tudo mudou. Primeiro, com a suspensão das aulas (a princípio por 15 dias, depois sendo prorrogado esse prazo muitas outras vezes), obrigando muita gente (alunos e professores) à reclusão involuntária. Com isso, a última dezena de março foi bastante tensa, com quase todos os estabelecimentos comerciais fechados e inúmeras dúvidas surgindo sobre o futuro, não só do Brasil, mas da humanidade inteira.
 
De abril a junho, os cuidados intensificaram, com os decretos exigindo distanciamento social, uso de máscaras e limpeza compulsória das mãos com o agradável (sim, passei a gostar dele) álcool em gel.
 
O mês de julho, a meu ver, foi o mais tenso. Quando parecia que as coisas iam devagar regredir e tudo voltar ao normal, o vírus atacou mais implacavelmente, ceifando dezenas de vidas em nossa região. Isso fez com que as medidas de isolamento fossem endurecidas, quase chegando ao lockdown dos dias iniciais.
 
Esse foi um breve resumo de 150 dias inigualáveis para quem nasceu nos últimos cem anos. Não quero ser “profeta do mau agouro”, entretanto, acho que tudo está longe de terminar. A quem me pergunta, digo que o vírus vai incomodar, pelo menos, até dezembro. Nessa incerteza, resta-nos rezar/orar para que o Ser Supremo tenha piedade de nós...
 
Boa noite! Bom domingo!
 
Promessa feita, promessa cumprida. Não fiz praticamente nada o dia inteiro, conforme havia me prometido ontem. Lembram? Dormi até passado das 10 horas e, à tarde, “enforquei” a academia; não consegui fazer o mesmo com a fisioterapia. Dia choveu calmo, como a previsão do tempo já anunciara.
 
A vida, já afirmava o poeta, é feita de encontros e desencontros. Ambos, cada um a seu modo, permitem tirar boas lições que nos ensinam algo para a vida. Aliás, é característica absolutamente humana partilhar desses momentos.
 
Assim, próximo ao final de 2018 (mais precisamente no dia primeiro de outubro), tive a oportunidade de participar de um encontro muito legal, em minha terra natal, São Miguel do Oeste.
 
Em visita à mãe (costumeiro passeio mensal), fui a um encontro da turma do Magistério, organizado por algumas colegas, sendo sediado na casa da Berna. Na oportunidade, reencontrei colegas de estudo que não via há uns bons 20 e tantos anos.
 
Como todo bom encontro que se preze, além da comida e bebida deliciosas, relembramos passagens e aventuras inesquecíveis do nosso tempo de Segundo Grau (atual Ensino Médio), no Colégio Normal Particular São José.
 
Infelizmente, poucos colegas estiveram presentes, por conta de outros compromissos ou até a distância (nem todos residem por lá), mas os que estavam se divertiram muito, com os vários “causos” rememorados. Confesso que muitas passagens não recordava mais – acho que minha mente, cansada, está esquecendo muito do meu passado.
 
Depois desse, houve outros encontros, todos muito legais, geralmente reunindo poucos colegas – uns cinco ou seis – e regados a uma boa sopa de agnoline. Agora, resta esperar passar toda essa louca pandemia para combinarmos mais um encontro, certamente com boas lembranças a serem recordadas.
 
Sexta, chegando mais um final de semana, cabe mais uma boa sugestão de leitura: “A escrava Isaura” (Bernardo Guimarães). Isaura é uma escrava branca, muito bonita e bem educada, que foi criada como filha na família em que serve. Durante muito tempo, foi protegida da matriarca, mas, após a morte desta, Isaura torna-se propriedade de Leôncio, que se apaixona obsessivamente por ela.
 
Boa noite e bom finde!
 
Quinta-feira com “cara” de segunda. Manhã muito preguiçosa, com garoa fina “chamando” para dormir mais tempo. Compromisso médico à tarde (com gratas boas notícias sobre um aspecto de saúde que me preocupava) e agora, ao som de “nada” (ainda não acionei a Antena 1), redijo o Diário de hoje. Projeto para amanhã: não fazer absolutamente nada, frustrado que fiquei com um pequeno estresse “escolar”.
 
Refleti, enquanto estava à espera do atendimento no consultório médico, sobre a “chatice do mundo virtual”. Antes que alguém “atire a primeira pedra”, permita-me explicar o que quero dizer com isso...
 
Em 23 de março, como já é sabido por todos, fomos nós, professores, afastados das atividades presenciais de sala de aula. A partir daí, muito mudou o mundo e sua configuração, principalmente em termos de relacionamentos interpessoais.
 
Assim, efetivamente da “noite para o dia”, vimo-nos obrigados a participar de intermináveis “encontros virtuais”, muitas vezes em horários inusitados (para não falar despropositados).
 
Parece que, também a partir daí, tudo se resolve neste dito “mundo virtual”, chato pra caramba! Sim, pois, com ele, nossa privacidade ficou “à deriva”: qualquer horário, já que você não “precisa” se deslocar a algum lugar, é propício para alguém lhe chamar e exigir algo. Então, até não existe mais sábado e domingo; afinal, estando você no conforto de seu lar, a qualquer momento você deve estar disponível para atender ao “pedido” do outro, mesmo que ele esteja invadindo seu momento de merecido repouso. Por acaso, viramos “máquinas de autoatendimento bancário”???
 
Questiono, com isso, o chamado “full time”, o estar 24 horas interligado a algo, compulsoriamente, por fazer parte das “atribuições” de sua profissão. Antes da nefasta pandemia, cumpríamos nossas obrigações dentro dos nossos horários e tudo estava bem. Agora, a ideia de horário não existe mais: você está “de boa”, em casa, como não pode fazer mais esta tarefa? Assim alguns questionam... E eu questiono a sua exigência, sempre questionarei.
 
Reflexão de tudo: concordo em ser profissional, em “suar a camisa”, mas não compartilho com a ideia de ser uma “máquina” insensível a dores, estresse, dúvidas, angústias e, acima de tudo, sem respeito a sua necessidade de descansar. Desculpem o Diário do desabafo de hoje...
 
Boa noite!
 
Cadê a chuva “prevista” pela previsão do tempo? Nada! Ficou para amanhã. Assim, o tempo seco e quente (muito além do Inverno esperado) castiga fortemente minha “calejada” asma. Na realidade, todos precisamos da chuva, indistintamente, e agora “torço” por ela para amanhã. Nem vou contar que hoje “trabalhei” um pouco e cumpri minha agenda “sanitária” – academia e fisioterapia. Já sabiam, né?
 
Talvez alguns até “torçam o nariz” (sei bem quem fará isso, porém não cabe pensar aqui), entretanto, hoje, quero homenagear uma categoria profissional que muito admiro. Isso mesmo, nossos nobres advogados.
 
Até 2015, sabia da existência deles somente pela mídia – mais notadamente pelos filmes de tribunal, que sempre gostei de assistir. Aí, naquele ano, precisei dos “préstimos” de um profissional dessa área.
 
Em vias de separação conjugal, consultei um advogado pela primeira vez na vida, algo que eu pensava, pela vida “tranquila” que tinha, nunca precisar... Então, por sugestão de uma ex-colega de trabalho, conversei com o competente doutor Cristiano Toffolo.
 
Graças à competência de seus serviços, “naveguei” tranquilamente pelo “mar da separação”, fazendo um bom acordo à época. Lembro até hoje da tranquilidade do doutor, aconselhando-me a manter a calma e a serenidade necessárias para um bom desfecho da causa. E, no final, tudo correu bem.
 
Então, como diz minha mãe (pensava que brincando...), uma vez acionando um advogado, você sempre precisará dele. Corrijo um pouco ela, pois necessitei novamente dos serviços do escritório do Cristiano, para outra demanda, que também teve um ótimo termo.
 
Assim, com frequência, consulto o Cristiano para dúvidas da esfera judicial, sempre sendo atendido com muita presteza e profissionalismo. Graças a ele, não movi algumas ações que achava necessárias, em vista de seu competente raciocínio.
 
Agora, outro processo movi, e ele está “andando” vagarosamente na Justiça (que tarda, mas não falha!), orientado pela doutora Lourdes Hübner e equipe, de São Miguel do Oeste. Algo me diz, doutora, que logo, logo, ganhamos mais essa!
 
Ah, em tempo, comemora-se hoje também o Dia do Estudante – aos abnegados, meus parabéns.
 
Boa noite!
 
Mais um dia de “veranico”. Já a partir de amanhã, a previsão aponta chuva, o que deve fazer a temperatura cair. Não gosto muito disso, mas como bem ensina a resiliência, precisamos compreender cada estação com suas particularidades. Então, se o frio não vier (pois ainda não mostrou sua “força total”), poderemos ter más consequências na Primavera. O que fiz hoje de útil? Só um rápido café fora de casa e muita, mas muita, preguiça!
 
Faz tempo que ouvi e não lembro de quem – talvez de minha mãe ou de algum professor –, e hoje quero dividir com vocês. Parece uma frase “surrada”, mas tem seu pleno sentido: “a vida é um constante aprendizado”.
 
Sim, a partir do momento em que nascemos até o de nosso “suspiro final”, estamos aprendendo algo. Às vezes, sem querer; em outros momentos, plenamente motivados. Os antigos, inclusive, diziam que podemos “aprender pela dor ou pelo amor”.
 
E como não aprender em um mundo que nos fornece diuturnas lições? Impossível. A bem da verdade, aprender garante que possamos, primeiro, sobreviver (desde bebê, se não aprendermos a conviver com o novo mundo, fora do protetor útero, poderemos perecer) e, depois, “sobreviver” em um mundo que, não raras vezes, parece ser injusto e cruel com os inaptos.
 
Assim, o conhecimento que a vida nos proporciona tem um valor inestimável. Sempre analisava, com meus alunos do ensino superior, o valor do conhecimento, fazendo um simples questionamento: quanto vale, em reais, o teu conhecimento? Claro que a resposta pode apontar para muito ou pouco, dependendo de quanto me dediquei em aprender com o que o mundo me ensina.
 
Concluindo o raciocínio, vejo que o fato de a vida ser um constante aprendizado é também o que nos move a vencer obstáculos das mais diferentes ordens, inclusive de adaptação a novas situações e problemas. Arrisco-me, então, a afirmar que esse é o “motor” que nos mantém plenamente vivos e ativos. O que você acha disso?
 
Sugestão de leitura para hoje: “Cidade de Deus” (Paulo Lins). O livro traça um painel das transformações sociais pelas quais passou o conjunto habitacional Cidade de Deus – da pequena criminalidade dos anos 1960 à situação de violência generalizada e de domínio do tráfico de drogas da década de 1990.
 
Boa noite!
 

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