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Diário da Pandemia agora foi matéria do canal do Paulo Munaretti ! Agradecido ao Paulo pela oportunidade de divulgar o projeto!

 

Relatando os 100 dias de confinamento.

Hoje, o Diário atrasou por um motivo nem tão “nobre” assim: seu autor assistir a um jogo sofrível, com derrota merecida do Flamengo para o Ceará. Antes, contudo, como de costume aos domingos, o dia começou com muita preguiça. Depois do almoço, repousei mais um pouco com o ombro adoentado ainda. Agora, depois da “raiva” de acompanhar a péssima vontade dos jogadores do Fla em campo, desestresso produzindo mais um texto.
 
Eu tenho uma classificação especial para alguns seres humanos que destoam da maioria: nomeio-os “pessoas enroladas”. O termo parece forte, mas já o explico melhor, para que vocês não me analisem mal.
 
Para mim, uma pessoa enrolada não é aquela que, muitos julgam, está num relacionamento amoroso ruim. Uma pessoa enrolada é, então, a que não consegue acertar em nada na vida, sejam relacionamentos amorosos, sejam negociações, sejam gastos pessoais. E conheço muitas pessoas assim.
 
Os enrolados até começam novos projetos, porém não conseguem levá-los a bom termo, muitas vezes por falta de manejo em conduzi-los. Assim, estão geralmente na situação daquele ditado: “nadou, nadou e morreu na praia”. Ou seja, mesmo que consigam empreender por diferentes áreas, geralmente não são bem-sucedidos. E, aí, enrolam-se cada vez mais...
 
Vejam bem, não estou criticando essas pessoas. Delas, na verdade, até sinto um certo dó. Sei que são bem intencionadas, entretanto, a sorte parece que as abandonou. Então, lamentam suas vicissitudes (e com razão). Talvez precisariam de uma ajuda divina maior ou (pode ser) naturalmente nasceram com essa dificuldade e não há “santo que as ajude”.
 
Se você conhece alguma pessoa assim, tenha paciência, pois ela não tem, geralmente, culpa por seus infortúnios. Para completar, geralmente pessoas enroladas não possuem bens próprios e, mesmo penando muito na vida, ao final e cabo dela, pouco tem para deixar a seus herdeiros.
 
Mas vamos ao lado “bom” da coisa (se é que ele existe...), essas pessoas costumam ter um bom humor sobrenatural, além de serem muito tenazes em perseguir seus objetivos. Pena não conseguirem concretizá-los a contento.
 
Boa noite e bom início de nova semana!
 
Mais um sábado para nossa alegria chegou. O amigo Gelso pode não aprovar, porém preciso me repetir: dia muito quente, beirando o quase insuportável. Pela manhã, precisei comprar umas roupas de emergência, aproveitando “a deixa” para “tosar” cabelo e barba, como faço religiosamente uma vez por mês. À tarde, pus meu ombro em repouso, para ajudá-lo em sua recuperação.
 
Hoje, então, quero celebrar o “sábado à noite”. Sim, esse momento especial da semana, tão aguardado por todos, geralmente para comemorar mais uma etapa que findou. Assim, reitero que sempre gostei por demais do sábado à noite.
 
Quando criança, aguardava ansiosamente esse momento chegar para eu e a mãe assistirmos aos filmes da Globo – uma “maratona” de, geralmente, três bons filmes em sequência. Não havia Sky nem congêneres naquela época.
 
Já jovem, apreciava mais ainda esse período em função dos bailes, espetáculo obrigatório dos finais de semana em São Miguel do Oeste. Nova ansiedade, agora pelas garotas que iria conhecer; quem sabe, “roubar” alguns beijos; e, talvez, iniciar um futuro namoro. Sem esquecer, é claro, da cerveja bem gelada, acompanhada sempre de boa música.
 
Agora, já adulto resignado aos desígnios do tempo, ainda almejo pelo sábado à noite, seja para sair passear, jantar com amigos ou assistir a algum filme na TV. O importante é que, mesmo “envelhecendo”, continuo admirando essa parte muito especial da semana.
 
Mas também preciso confessar que já houve sábados à noite que foram tristes, decepcionantes – seja por uma briga com alguma namorada, seja por ter bebido muito à tarde, a ponto de ficar “cozido” e, à noite, querer somente uma boa cama. Ainda bem que foram poucos assim!
 
Hoje, sugiro para leitura “O fantasma” (Danielle Steel). Nessa história, a autora promove o encontro entre dois séculos, duas vidas e dois destinos, ao narrar a emocionante história de um homem desiludido que aprende a amar novamente. Charlie Waterston acreditava ter uma vida perfeita, até sua esposa o abandonar inesperadamente.
 
Boa noite e bom domingo!
 
Cada vez fica mais repetitivo: tivemos outro dia muitíssimo quente. De manhã, já que estou de licença-saúde, levei meu computador para o “hospital”, a fim de realizar alguns ajustes necessários em seu funcionamento. À tarde, a fisioterapia costumeira, que, espero ardentemente, me cure o mais rápido possível. Além disso, conversei brevemente com a mãe, para ter notícias da saudosa São Miguel.
 
Tive poucas paixões verdadeiras na vida, representadas por mulheres por quem me apaixonei e (acredito...) elas por mim também foram apaixonadas. Além disso, sou apaixonado, é claro, por minha única filha. Nenhuma outra paixão arrebatadora tive na vida envolvendo bens materiais ou estrelas do cinema, por exemplo.
 
Entretanto, tenho uma paixão (quase beirando ao irracional) pelo meu time do coração, o Flamengo. O meu Mengão me leva, em segundos, da total euforia para a completa tristeza! E isso é uma coisa que ninguém consegue explicar, mesmo porque não acontece somente comigo – há milhões de fanáticos assim pelo mundo.
 
Um dia, meu grande amigo Vilmar me questionou o porquê de torcer por um time distante, lá do Rio de Janeiro, já que, o pretensamente comum, seria gostar de uma equipe de futebol próxima, tipo Inter (seu time) ou Grêmio. Então, expliquei a ele que me apaixonei perdidamente pelo Mengo ainda na áurea época de Zico e companhia (idos da década de 1980). Naquela oportunidade, o Fla era quase imbatível no cenário mundial, tanto que venceu a Libertadores e o Mundial de Clubes em 1981. Não acompanhei essas conquistas diretamente, pois era muito criança na época.
 
E ao Flamengo, sempre fui fiel. Nunca, em momento algum, das mais doídas derrotas, pensei em mudar de time, deixar de torcer para o meu Mengão. Assim, por outro lado, acompanhei também muitas glórias do Flamengo, sendo para mim as mais marcantes o Brasileirão de 2009, o de 2019 e a conquista da Libertadores no ano passado.
 
Para ser sincero, não levava muita fé no novo técnico, catalão de origem, porém, nos últimos jogos, a equipe vem demonstrando o mesmo futebol que encantou a Nação de mais de 40 milhões de rubro-negros fanáticos no Brasil, de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Que venham novas conquistas para meu querido Flamengo!
 
E você, por qual time tem paixão?
 
Boa noite e bom final de semana!
 
Dia sufocante hoje em Xanxerê – temperatura nas “alturas”, para meu desgosto asmático. Ao que tudo indica, a Primavera promete ser muito quente, com pouca chuva. E, os próximos seis dias, pelo menos, não tem previsão de cair uma gota de água sequer. Hoje, também finalizei o último diário semestral de classe, da última turma. Querem saber do ombro? Continua adoentado, em repouso total, mas confiante de uma melhora futura.
 
Somos, em grande medida, movidos por condicionamentos, das mais diversas ordens. Afinal, em tudo na vida, existem as ações ou os fatos aos quais somos dependentes por algum motivo.
 
Por exemplo: somos condicionados a nos alimentar, pelo simples fato de que dependemos disso para nossa sobrevivência. Isso é fisiológico, orgânico. Porém, o condicionamento seguinte – consumir uma determinada marca de café – nos é imposto por alguém (pela mídia, geralmente). Mesmo que, algum dia, um familiar nosso comprou um certo produto e por ele desenvolveu predileção.
 
Outros condicionamentos envolvem as roupas que vestimos, as bebidas que tomamos, as nossas atividades de lazer ou recreação, o gosto por um determinado esporte ou animal de estimação, os locais que frequentamos. A lista é infindável, tanto quanto são as atitudes humanas passíveis de condicionamento.
 
Condicionar-se, então, faz parte da gênese humana. Não só para o consumo, mas, primordialmente, para guiar nossa existência por um “mar de tranquilidades”. Afinal, estando condicionado, estaremos mais calmos, mais seguros, mais confortáveis.
 
Assim, considero que precisamos, cada vez mais, nos condicionarmos a sermos realmente felizes, independente do que seja a múltipla consideração social do que é a felicidade. Pois, se estivermos propensos a isso, parece-me que nossa vida terá mais qualidade, não nos importando muito com o que queiram que aceitemos como padrão de viver.
 
Onde pretendo chegar? Ao ponto de que pouco me considero condicionado a regras sociais de viver e consumir. Tenho, assim, tudo o que me basta para agora, sem necessidade de adquirir bens supérfluos ou atingir uma determinada categoria social que alguém queira impor. Penso mais ou menos por aí...
 
Você se considera condicionado por algo? Conte pra nós!
 
Boa noite!
 
O dia não começou nada bem... Dores fortes no ombro direito (meu dominante) já prenunciavam que não teria notícias boas hoje. Médico marcado, consulta realizada e tratamento definido: afastamento das atividades laborais por 60 dias, além de medicamentos para a dor e 20 sessões de fisioterapia prescritas... Na verdade, esse ombro começou a dar sinais de estafa ainda nas primeiras semanas de confinamento – como “bom brasileiro”, não dei a devida importância ao fato na época. Agora, é colocar as questões burocráticas da escola em dia (para o fechamento do semestre, ocorrido em 31.08) e cumprir rigorosamente o tratamento para não agravar ainda mais o quadro. Muita decepção!
 
Todos sabem que um diário é um importante registro para a posteridade? Pois então, parece que, com o problema sério no ombro, irei viver uma “pandemia dentro da pandemia”, com restrições à digitação de qualquer ordem. Não se preocupem, pois o Diário não irá, com isso, “perecer”: com a tecnologia disponível, ao invés de digitar os textos (tarefa que provoca muita dor e agrava o problema), gravarei eles em áudio, e meu amigo Clodoaldo ficou responsável pelos ajustes finais e posterior postagem no Facebook. Então, antecipadamente já peço escusas caso algum erro gramatical sobrevier dessas tarefas.
 
Queria contar algumas boas novidades, porém essa contusão indesejada deixou-me verdadeiramente depressivo... Claro que há problemas infinitamente maiores, como, ao sair do consultório médico, avistar uma pessoa sem o braço direito. Assim, resta-me resignar-me ao problema e confiar no bom Deus de que, no tempo estimado pelo médico, eu esteja plenamente recuperado.
 
Meu amigo e personal trainer Indiolan até brincou comigo: “você vai ao médico e sempre encontra um novo problema de saúde”. Entretanto, desta vez, o problema me “achou” antes, infelizmente, pois estava muito motivado com as atividades não presenciais/a distância escolares, inclusive com algumas ideias bem criativas para pôr em prática já neste mês de setembro. Paciência, acredito que são situações em que a entidade divina maior nos coloca à prova, por algum motivo que não sabemos bem qual é.
 
Torçam por mim!
 
Boa noite!
 
Comecei o dia com a tradicional preparação de atividades para as turmas dos “pequenos” (7º e 8º anos). Depois, já à tarde, aulas on-line para as mesmas turmas. Mais para o fim do dia, as também tradicionais academia e fisioterapia. No momento em que redijo o Diário, escuto “Amor, meu grande amor”, balada romântica do Barão Vermelho. Ah, quase esquecia: hoje o dia foi de um calor verdadeiramente “infernal”! Setembro repetirá agosto em termos de clima? Boa pergunta.
 
Já ouviram a expressão “pedra no sapato”? Pertencente às gírias do rico vocabulário nacional, afirmar que algo é uma pedra no sapato equivale a dizer que é um problema, um incômodo.
Essa expressão se baseia no fato de que, mesmo em uma curta caminhada, estar com uma pedra no sapato é um problema muito ruim. Com isso, as dificuldades que nos são impostas, por terceiros ou pela própria vida, podem ser denominadas assim.
 
Ao longo de minha jornada de vida, já tive algumas boas pedras no sapato, principalmente nas atividades profissionais. A começar pela minha lida bancária, em que, “vira e mexe”, incomodava-me com um superior – geralmente representado por um gerente – ou com algum cliente, com quem discordava por algum motivo.
 
Atualmente, não considero ter mais pedras no sapato – no máximo, alguma pequena. Parece que, conforme os anos passam e a experiência se acumula, menos coisas tiram nosso sossego. Tenho algumas divergências no meu trabalho atual, mas não a ponto de considerá-las grandes incômodos – apenas pontos de vista conflitantes. Então, acredito que “evoluiu” bem, conseguindo começar a conviver com as divergências que a vida naturalmente impõe.
 
A leitura do dia é “O nome da rosa” (Umberto Eco). Na Era Medieval, em um dos inúmeros mosteiros que se disseminaram nesta época por toda a Europa, uma série de crimes abala um recanto sagrado, e um frade franciscano, Guilherme William de Baskerville (detetive que se comporta como o famoso Sherlock Holmes), deve investigá-los. O personagem principal é assessorado por seu discípulo, o noviço Adso de Melk.
 
Em tempo: em virtude do Dia do Profissional de Educação Física, comemorado hoje, homenageio os amigos – Celimar, Deonilde, Indiolan, Ivan, Jean, Michel, Rafael e Sandro –, estendendo meus cumprimentos a todos os que labutam nessa importante área!
 
Boa noite!
 
E finalizou agosto, popularmente conhecido como “mês do desgosto”. Não posso reclamar dele, pois não constituiu um mau período. Agora, esperanças renovadas para que setembro seja um bom mês – quem sabe, marcando o fim da pandemia do Coronavírus? O dia foi de muito calor, quase insuportável. Tomara que os próximos 30 dias do calendário sejam mais amenos, com a presença da chuva que fez falta em agosto.
 
Minha vida, não sei se já tratei disso (acredito que não), é guiada por “prioridades”. Para tudo, defino prioridades, numa escala de “mais importante” a “menos importante”. Em primeiro lugar, sempre, vem a saúde.
 
Ah, essa minha saúde, “combalida” nos últimos dez anos... “Vira e mexe”, estou em um consultório médico para tratar de algum problema nessa área. Pensava que, chegando a essa “altura” da vida, estaria mais saudável: as dores e os incômodos frequentes revelam o contrário.
 
Em segundo plano das prioridades, aparecem minhas finanças pessoais. Controlo meus gastos ao extremo – em meu vocabulário financeiro, o termo “supérfluo” não existe – e tenho um medo quase insano de não conseguir pagar todos os compromissos do mês.
 
Terceiro: meus relacionamentos sociais. Como todos bem sabem, sempre fui muito introvertido, quase avesso às amizades. Tenho procurado mudar e, nessa mudança, coloquei como meta fortalecer antigos vínculos e, na medida do possível (muito por conta da pandemia), criar novos. O Diário até tem me ajudado nisso. Nesse meio tempo, tomei algumas decisões drásticas, “encerrando” antigas amizades que nada me acrescentavam.
 
Por fim, porque se não a lista seria interminável, manter-me ativo, física e psicologicamente. Confesso que essas duas áreas me são muito caras e, com elas, preocupação verdadeiramente real pouco tive na vida. Então, a academia, além de salutar (recomendo a todos!), é prazerosa. Já a minha “face” psicológica demandava cuidados maiores há pelo menos uns cinco anos – cético que sempre fui, pensava que psicoterapia era para “loucos” ou algo do gênero.
 
E você, tem uma lista de prioridades na vida? Conta pra nós nos comentários!
 
Boa noite!
 
Repetindo o início do Diário de ontem, mais um domingo. Dia de muita preguiça, dormir até (bem) mais tarde, curtir um futebol sofrível na TV (Santos 0 x 1 Fla) e, por fim, redigir mais um Diário, para o “regalo” de meus quase 100 fiéis leitores diários. Havia me programado para corrigir trabalhos de alunos, mas a preguiça não permitiu – menos mal que há quase 45 dias até o retorno “estimado” das aulas presenciais. Tenho uma leve desconfiança que nosso secretário de Educação vai inventar “mais uma” tarefa para os professores fazerem no mês de setembro. Tomara que eu esteja “redondamente” enganado!
 
Definitivamente, estou ficando “velho”... Nos últimos tempos (na verdade, de uns 10 anos para cá), muitas coisas causam-me certo aborrecimento: umas mais, outras um pouco menos. Sintomas da idade avançada, diria minha mãe e amigos mais chegados.
 
A verdade é que, cada vez mais, tenho buscado o “silêncio”. Adivinhem? Isso mesmo, nosso tema de hoje. Para alguns, ele é a ausência de barulho/ruídos; para outros, um estado de paz do espírito. Prefiro essa segunda acepção.
 
Aquela agitação, autêntica balbúrdia desconexa, causada pelo trânsito, músicas muito altas, pessoas gritando, incomoda-me em demasia. Até o burburinho (um dia salutar) de uma praça de alimentação de shopping gera desconforto. Procuro, assim, afastar-me do barulho chato, intragável, e recolher-me ao silêncio pacificador.
 
Sendo professor, convivia (até a pandemia aportar no mundo) “pacificamente” com o barulho natural gerado pelas crianças e jovens na escola – como ir contra o “andar” natural do mundo?
Em casa, porém, encontro a verdadeira paz. Aqui, nada é barulhento, tudo “transpira” um cúmplice silêncio: não há som alto, a TV funciona em ruído suportável e até o hamster parece entender que o dono do hábitat prefere o sossego dos sons baixos. Nos raros momentos em que escuto música de rádio pelo note ou celular (Antena 1 ou o Bate-Papo Esportivo), o som está na “altura” suficiente para que eu ouça bem. Nunca, absolutamente nunca, algum vizinho precisou pedir que eu baixasse o “volume da casa”. Penso que o silêncio, muitas vezes, representa uma certa dose de boa educação.
 
Acho que está na hora de ir morar em um sítio no interior...
 
Boa noite e boa segunda para quem estará na lida profissional!
 

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