
Textos para diversão e reflexão! Blog em que você vai acompanhar a minha rotina desde o início da quarentena da pandemia do Coronavírus (Covid 19).
Realmente, agora, retornei, definitivamente, ao trabalho! Com isso, nessa terça, cumpri meu bom expediente (ainda em formação) na escola, durante a manhã e a tarde. Já à noite, tive uma programação “especial”, que não interessa detalhar aqui... Hoje, então, “por casa”, acabei visitando a Lavanderia Universo (benquista parceira do site) e degustando um bom café com pão na chapa. E na quinta, como todos já sabem, haverá novos movimentos à vista!
Desde criança (tinha lá meus 12 anos), aprendi, com a mãe, a realizar a necessária (e preciosa!) economia doméstica. Em virtude disso, a maior lição que tive, nesse campo, foi a de que não podemos matar “a galinha dos ovos de ouro”!
Para quem não conhece a fábula de Esopo, a estória é bem simples e aborda os temas ganância e paciência: um fazendeiro, possuindo uma galinha que bota um ovo de ouro por dia, decide, um dia, matá-la, para pegar todo o ouro de uma vez, porém descobre que ela é comum por dentro, perdendo, então, sua fonte de riqueza.
Basicamente, essa fábula nos ensina que devemos saber administrar (com sabedoria e muito cuidado!) o nosso dinheiro. Nesse sentido, se você não souber bem gastar, poderá ter sérias dificuldades na vida, independente da quantia de capital que possui...
Voltando à educação recebida da mãe, recordo que ela (tal como o Prates) “pregava” que, de todo recurso recebido, um terço (ou 30%) deveria ser guardado em poupança, para eventuais necessidades futuras. Nunca esqueço dessa “aula”!
Claro que, nessa “altura da vida”, sou um sujeito com condições financeiras medianas – e, ao que tudo indica, nunca serei rico. Entretanto, nunca tive a intenção de matar “a galinha dos ovos de ouro” – sempre tenho aplicado um percentual do que ganho, pensando na inconstância do amanhã...
Por outro lado, já conheci muita gente que exterminou sua “galinha dos ovos de ouro”, destruindo outrora prósperos negócios, por simples ganância e ambição. Aliás, há pouco tempo, em São Miguel do Oeste, um “espertalhão” (para não dizer criminoso) lesou centenas de pessoas, prometendo lucros exorbitantes para o dinheiro que aplicassem com ele...
Portanto, prefiro ser um “pão-duro” antes de acabar com minhas economias...
Boa noite!

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